Brasil Antigo

   

Norte de Minas Gerais:

A grandiosidade do Vale do Peruaçu - PARTE 2

Em nossas experiências em diversos estados do Brasil conhecendo sítios arqueológicos importantes, não tínhamos visto ainda nada igual ou semelhante, principalmente, no tocante à beleza e grandiosidade do que presenciávamos.

  

 Reportagem de J. A. FONSECA*

Do Vale do Peruaçu/MG

Janeiro/2019

jafonseca1@hotmail.com

 

Detalhe do painel de inscrições da Lapa do Caboclo – Vale do Peruaçu–MG.

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Em geral, é regularmente aceito que muitas tribos semisselvagens, desde tempos imemoriais, procuravam exteriorizar seus pensamentos por meio de símbolos. Os arqueólogos e os paleontólogos conhecem muitas destas produções ideográficas em painéis líticos em todo o planeta e sabem que esta é a maneira mais primitiva que foi utilizada para registrar fatos e ideias. Alguns destes sinais são tão remotos que se pode apenas, superficialmente, ter-se uma ideia da antiguidade de seu provável registro e dos acontecimentos que teriam ocorrido com determinados grupos humanos, que parecem ter pretendido mostrar suas preocupações, interações e crenças deste seu momento histórico. Muitos destes símbolos podem conduzir o pesquisador a imaginar o que pretenderam dizer aqueles homens com seus ‘rabiscos’ ou com aquela ‘arte’ remota nas pedras, e escavações são feitas próximo destas representações rupestres, numa tentativa de identificar seus possíveis autores, apesar de que sabe-se também que os resultados destas pesquisas não podem dar certeza absoluta sobre a identificação desses ‘artistas’ do passado, em muitos dos casos que são analisados.

 

Diante disto, constata-se que teria existido, de fato, uma maneira diferente de ‘escrever’ entre muitos desses povos e que esta ‘linguagem’ poderia estar relacionada a agrupamentos ou raças mais antigas da Terra. Esta possível ‘linguagem’, além de mostrar figuras geométricas variadas inclui também figuras de animais, aves e mesmo de pessoas, procurando mostrar um contexto de ideias, onde estes elementos se coadunavam uns com os outros, num processo de vida e preservação de sua própria espécie. Havia também, ao que parece, uma relação direta e incisiva em relação às suas crenças, aos seus medos e anseios, inerentes ao próprio sentimento humano, como também quanto aos fenômenos observados e um certo misticismo na compreensão dos mistérios que envolvem a própria vida, o nascer e o morrer.

 

No Vale do Peruaçu estas coisas podem ser observadas, pois sabe-se que o conteúdo da ‘arte’ extravagante que se acha gravada em seus paredões pétreos, trata-se de algo que não pode ser identificado com facilidade nem com clareza absoluta nos dias de hoje. Compreende-se, entretanto, que uma parte do contexto do que se acha registrado na pedra, de caráter menos simbólico, permite-nos ter uma ideia do que esses homens primitivos procuravam representar em seus ‘escritos’, ao passo que outros, que poderíamos chamar de conjuntos e figuras especiais e, portanto, mais sofisticados, precisariam ser analisados de forma diferenciada.

 

É de se compreender que os estudiosos atuais não possam estar familiarizados com símbolos linguísticos muito antigos e que estejam, por isto, fora de uso, ocultos ou que não tenham sido preservados em nenhuma das línguas hoje conhecidas. Dada a antiguidade de muitas destas inscrições em pedra, muitos desses símbolos milenares poderiam estar aí gravados e seja natural encontrar-se dificuldades de interpretar corretamente o significado dessas manifestações de arte e de escrita, especialmente se estiverem ligadas a povos que sequer pudéssemos cogitar sobre sua provável existência nesse passado remoto.

 

Parte do excepcional conjunto de inscrições da Lapa dos Desenhos.

 

Com isto, pretendemos sugerir que tenha havido uma história humana muito mais antiga em nosso planeta, inteligente e desconhecida, e que provavelmente teria existido há mais de 10000 anos, tempo provável estimado para muitas das pinturas do Peruaçu. Muitos povos de culturas diferentes teriam vivido na Terra desde há milênios e a constatação disto está na variedade racial que temos hoje compondo a humanidade atual, constituída de povos que não poderíamos dizer que tivessem qualquer ligação racial entre si, como é o caso das raças negra, chinesa, japonesa e europeia, especialmente. 

 

Em síntese, o que queremos dizer é que o simbolismo de grande parte dos ‘escritos’ rupestres existentes em todo o planeta ultrapassa os milênios e não se sabe onde tudo isto começou. Sabemos que pode ter existido uma espécie de ‘escrita Mãe’, talvez um alfabeto sagrado primitivo, o primeiro de todos eles, e que este teria dado início ao processo de se registrar o pensamento humano e as ideias por meio de símbolos, que vieram depois de tempos a se resumirem numa grafia de letras ou de palavras, em sua relação com acontecimentos observados ou praticados pelas pessoas em sua comunidade.  

 

Os hábitos e ruídos da natureza acabaram por conduzir aos sons, estes deram origem às pronúncias ou vocábulos, estes às palavras com significados específicos e, por fim, a símbolos determinados para representarem tudo isto.

 

No Peruaçu o homem primitivo do Brasil deixou marcas profundas de sua ocupação, podendo-se dizer que, em Minas Gerais, esta região teria sido a que mais ficou marcada pelos ‘grafismos’ belíssimos e sofisticados deste tempo desconhecido. Neste local, muitos paredões de pedra foram gravados por uma riquíssima ‘arte’ primitiva que impressiona o mais arguto pesquisador, por causa da sua variedade de motivos e cores, profundamente diferenciados de um abrigo para outro, deixando indicações relevantes de que não se tratavam esses de grupos afins, apesar da proximidade que se acham ‘trabalhadas’ estas manifestações líticas.

 

Detalhe do conjunto de inscrições da Lapa do Boquete.

 

Tem-se a impressão que os ‘artistas’ da Lapa do Caboclo, por exemplo, nada tinham a ver com os da Lapa dos Desenhos, dada a sua riqueza diferenciada de estilos, completamente estranhos uns aos outros. Na Lapa dos Desenhos, por exemplo, há superposição de pinturas, mas muitos de seus painéis foram gravados a alturas muito significativas, com rara beleza, significado oculto e cuidado na sua feitura.

 

É difícil para a nossa percepção pragmática das coisas, compreender as motivações que levaram esses homens primitivos a agirem desta maneira, considerando-se a sua condição extremamente limitada no campo mental e material (segundo pensamos), levando-nos a nos indagamos, que tipo ânimo e ‘inteligência repentina’ teriam se aproximado de suas mentes para levá-los a executar tão belos quanto sofisticados ‘trabalhos’ a alturas tão expressivas e com elevado grau de dificuldade. Procuramos imaginar homens vivendo rudimentarmente em cavernas próximas e com praticamente nenhum tipo de conforto maior, a não ser o próprio abrigo que lhes era naturalmente oferecido pela natureza e que repentinamente passaram a ser dominados por uma espécie de ímpeto de caráter artístico e simbólico, passando a produzir os belos afrescos na pedra desnuda, que impressionam a todos que os veem. Tanto os visitantes quanto os estudiosos de nosso tempo que diante deles se colocam, procuram argumentar sobre sua impecável expressividade e muitas hipóteses surgem para alimentar a nossa ânsia de compreender e explicar um feito como este, tão espetacular, que teria sido criado e produzido por indivíduos abrutalhados, segundo pensamos, e com nível de inteligência quase inexistente. Não se trata, pois, de uma tarefa fácil de ser resolvida.

 

Parte do multivariado conjunto de inscrições da Lapa dos Desenhos.

 

O magnifico trabalho efetuado pelo arqueólogo francês, radicado no Brasil, André Prous, que há várias décadas vem pesquisando o Vale do Peruaçu, além de muitas outras regiões do Brasil, mostrou para o mundo estas excepcionalidades arqueológicas, levando-o a participar, com grande mérito e esforço, da preservação desta região que vinha sendo destruída pela exploração desenfreada, especialmente na década de 1980 e início da década de 1990. Desenvolveu importantes trabalhos na pesquisa da vasta simbologia dos painéis do Peruaçu e chamou a rica ‘arte’ rupestre da região de Tradição São Francisco. Entretanto, observou também que nas Lapas do Caboclo, dos Desenhos e do Janelão, podem ser encontradas figuras que estariam relacionadas à Tradição Nordeste e que estas poderiam ser consideradas as mais recentes. Na Lapa dos Desenhos podem-se ver sobreposições de pinturas sobre as mais antigas e na sua base percebe-se algo como uma espécie de cobertura de tinta vermelha que foi feita sobre pinturas já existentes, sendo posteriormente, executados trabalhos de picoteamento na pedra, com a produção de figuras de animais e de aves.

 

André Prous realizou trabalhos em muitos dos abrigos do Peruaçu, alguns dos quais não estão abertos à visitação pública, como é o caso da Lapa do Malhador e que é considerada como um dos mais importantes patrimônios arqueológicos do Brasil. Segundo ele, toda esta região do Vale estaria entre as que teriam recebido os primeiros ‘artistas’ chegantes e que aí teriam encontrado paredões imensos para serem ‘trabalhados’ por seus ímpetos de ‘decoração’. Logo esses homens desconhecidos cobririam com “seus desenhos geométricos lineares policrômicos” todo o espaço possível dessas paredes pétreas descomunais, desde a altura de um metro até alcançar cerca de 18 metros em alguns lugares, conforme afirma.

 

Pedra encontra em escavações na Lapa do Boquete, com inscrições riscadas de forma retilínea.

 

Disse o arqueólogo que em todo o canion do Peruaçu foram levantados cerca de 60 sítios arqueológicos, num espaço relativamente pequeno para tantas manifestações ‘artísticas’ primitivas, colocando a região como a de maior concentração rupestre de Minas Gerais e dentre as maiores do Brasil. Na Lapa do Boquete, onde a equipe do arqueólogo trabalhou por muitos anos, foram encontrados diversos vestígios da presença humana, além de seus inumeráveis registros rupestres em cores fortes e variadas. Encontrou-se vestígios de alimentos como o urucum, feijão, milho e mandioca, e também de plantas silvestres, provavelmente, de uso medicinal. Foram encontrados cacos de cerâmica junto dos vestígios alimentares, que indicaram, segundo os pesquisadores, a presença humana no local a cerca de dois mil anos apenas, o que não significa dizer que as muitas inscrições ali existentes tenham a sua idade também datada nesta mesma época.

 

O próprio arqueólogo André Prous afirma que “a decoração de paredões naturais com pinturas e gravuras já era praticada, há 9000 ou 10000 anos, nos estados de Minas Gerais, Pernambuco e Piauí”. Na Lapa do Boquete foi encontrado um bloco de pedra enterrado, contendo incisões profundas e retilíneas que foram datadas entre cerca de 9000 e 7000 anos, sendo também identificados sepultamentos realizados em covas.

 

Na década de 1980 e início de 1990 até a criação do Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu, por meio de decreto assinado em 1999, pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, a região sofreu forte devastação na sua fauna e na sua flora, além de agressões praticadas por pessoas inescrupulosas junto aos registros rupestres, quando alguns deles foram retirados ou danificados. O desmatamento e a exploração de madeira nobre, queimadas e a retirada da vegetação para a formação de pastagens eram intensas, afetando com isto severamente toda a fauna da região, a erosão do solo e o assoreamento dos rios. A exploração mineradora também, como já dissemos, atuava na região, na extração de manganês, fato este que também contribuiu bastante para alterações importantes no ecossistema.

 

Detalhe de um dos conjuntos de inscrições da Lapa do Janelão.

 

Após esta era de destruição, felizmente, o Parque passou a ser protegido por lei e foi recuperado, e encontra-se hoje totalmente preservado, tendo sido transformado em uma unidade de conservação criada em 1997 e que foi oficializada pelo decreto presidencial em 1999. De 2002 a 2005 foi desenvolvido e aprovado o plano de manejo para estruturação e implantação das condições necessárias para o seu funcionamento, com a construção de estradas, trilhas e edificações para suporte aos visitantes, e a contratação de guias especializados para a condução e orientação das pessoas. Somente no ano de 2010 é que se iniciou a implantação dos projetos de infraestrutura do Parque, tendo sido concluídos apenas em 2016, quando passaram a permitir que o acesso aos visitantes pudesse ser feito de forma efetiva e eficiente.

 

Vimos que existem muitos sítios arqueológicos na região do Peruaçu com uma grande quantidade de elementos artísticos, gravuras e figuras variadas gravadas na pedra, e que, certamente, a despeito das inúmeras pesquisas já realizadas no local, guardam elas muitos mistérios relativos aos seus signos desconhecidos, como temos visto em muitas outras regiões do Brasil. Neste sentido, trataremos apenas dos cinco que visitamos, mas havemos de convir que nos demais outros encontraremos também registros diversificados e misteriosos, que se misturam às figuras mais comuns e de conhecimento geral.

 

Por isto, é nosso ponto de vista, que esta região se tornou também privilegiada ao demonstrar por meio de seus registros, que algumas das pessoas que os produziram pretenderem transmitir elementos relacionados a um conhecimento perdido e não apenas pintar aleatoriamente coisas que percebia e observava em seu dia-a-dia. Como em muitos outros casos no Brasil, muitas destas demonstrações de cultura superior acham-se misturadas a outras de caráter mais comuns, que poderiam ter sido executadas posteriormente por grupos que ali poderiam ter se instalado e sobrevivido. Tomando estes as gravações já existentes como referência, como se elas fossem de cunho mágico ou mesmo como agradáveis à vista, procuraram imitá-las, focando as que se achavam mais ao alcance de suas mãos, no sopé das lapas, recobrindo-as com tinta, talvez em inúmeras ocasiões, e ali viessem gravar a sua própria arte.

 

É notória a diferença que existe no conteúdo dos painéis do Vale do Peruaçu em cada um de seus sítios, quando os comparamos entre si. As figuras que foram gravadas em pequenas altitudes e representam aves, animais e traços mais simples, parecem-nos bem mais restritas em seus motivos e poderiam ter sido produzidas por pessoas com menor grau de discernimento. Entretanto, as que se acham em situações mais elevadas e que mostram conjuntos mais bem elaborados, com maior agrupamento de figuras e signos, maior conteúdo de elementos significativos e mais complexos, com ideias mais avançadas, mostram deliberadamente que teriam de ser produzidas por pessoas com um grau mais elevado de compreensão e possibilidade de concebê-las e realizá-las.

 

Sem querer forçar situações, percebe-se que há diferenças marcantes no conteúdo de ambas e na sua feitura, e que isto pode ser constatado no seu próprio conjunto simbólico, como dissemos, constituído de signos desconhecidos e marcantes, além de que o grau de dificuldade na sua elaboração possui conotações mais complexas, que exigiriam de seus produtores cuidados especiais e experiência. Constatou-se que muitas destas manifestações líticas já teriam sido recobertas por outras em tempos mais recentes por outros grupos que dali se aproximaram e que notadamente não puderam equiparar-se a muitas das que ainda lhes fazem companhia e que sobreviveram a este processo.

 

Inscrições gravadas na forma de picoteamento na base do abrigo, após cobertura com tinta vermelha sobre outras inscrições mais antigas.

 

É, pois, permitido imaginar que as inscrições mais antigas têm mostrado maior quantidade de elementos culturais e simbólicos do que as mais recentes, por causa de sua própria representatividade e dos elementos que elas contêm. Se assim é, que grupos mais antigos seriam esses, que teriam deixado este vasto simbolismo em suas manifestações de ‘arte’ nestas pedras e em muitos outros lugares? E quanto aos mais recentes, que destino tomaram esses povos, considerando-se que seus sucessores imediatos (os indígenas brasileiros) não possuíam este comportamento de pintar nas pedras, dentre o conjunto de seus hábitos, fato amplamente conhecido a respeito dos moradores destas terras, quando de seu ‘descobrimento’? E quanto a estes últimos habitantes de nossa terra, de onde eles teriam vindo, se não seriam eles descendentes dos moradores das cavernas e dos abrigos encontrados em toda a parte?

 

Há muitos mistérios para serem explicados sobre estas antigas terras do Brasil e dos povos que aqui viveram em épocas mais recentes e mais longínquas.

 

Com exceção da arte cerâmica encontrada em algumas escavações próximo das grutas e cavernas e que também foi cultuada pela maioria dos povos indígenas do Brasil, não poderíamos dizer muita coisa sobre a questão da ‘arte’ rupestre encontrada em diversos lugares. O que se sabe é que esta já era, de forma geral, profundamente respeitada por estes grupos de habitantes brasileiros da época do descobrimento, e que não teriam sido estas por eles produzidas. Há em todo o planeta muitas antigas ‘construções’’ que ainda causam espanto e elevado número de inscrições rupestres que guardam registros inexplicáveis, mesmo diante do avanço tecnológico e dos estudos que são feitos em torno dos mesmos. Apesar disto, eles permanecem sem uma explicação conveniente. No Brasil, nos deparamos também com antigos vestígios de construções em pedra e com registros extremamente complexos, tanto no que se refere à sua feitura, quanto ao conteúdo de sua vasta e complexa simbologia. Temos mostrado em nossos artigos algumas destas coisas extravagantes em nosso país e queremos mostrar também algumas destas complexidades que encontramos nos registros rupestres do Vale do Peruaçu.  

 

* J.A. Fonseca é economista, aposentado, espiritualista, conferencista, pesquisador e escritor, e tem-se aprofundado no estudo da arqueologia brasileira e realizado incursões em diversas regiões do Brasil com o intuito de melhor compreender seus mistérios milenares. É articulista do jornal eletrônico Via Fanzine e membro do Conselho Editorial do portal UFOVIA. E-mail: jafonseca1@hotmail.com.

 

- Fotografias: J. A. Fonseca.

 

- Fotografias: J. A. Fonseca.

 

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Esta matéria foi composta com exclusividade para Via Fanzine©.

 

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