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Estados Unidos
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Provas do assassinato: CIA nega revelar imagens de bin Laden morto A agência anunciou seu argumento nessa quarta-feira, 31/01 em resposta a uma ação judicial, proposta pelo grupo civil de direita, Judicial Watch, pedindo que a CIA libere as imagens tomadas pelas forças de ocupação dos EUA
Por Pepe Chaves* Para Via Fanzine BH-31/01/2012
Osama bin Laden
A CIA, Agência Central de Inteligência do governo norteamericano diz liberação de imagens mostrando Osama bin Laden morto "pode desencadear a violência, ataques ou atos de vingança contra os Estados Unidos".
Para o governo, a não divulgação de tais imagens, incluindo uma mostrando o ferimento de bala na cabeça de Bin Laden seria “plausível, pois isso representa uma ameaça particularmente grave ao inflamar o sentimento antiamericano, resultando em danos de retaliação”.
A agência anunciou seu argumento nessa quarta-feira, 31/01 em resposta a uma ação judicial, proposta pelo grupo civil de direita, Judicial Watch, pedindo que a CIA libere as imagens tomadas pelas forças de ocupação dos EUA. De acordo com o Judicial Watch, o público americano, “tem direito a estes artefatos históricos”.
O Judicial Watch também afirmou que a posição do governo é “especulativa”. Em resposta, o governo disse que não tem nada a provar e que a liberação das imagens incentivaria ataques ou prejudicariam a segurança nacional.
As imagens incluem a suposta ferida a bala no crânio de Bin Laden, também o seu cadáver e imagens de seu sepultamento no mar.
O presidente Barack Obama anunciou em maio de 2011 que uma "operação-alvo" teria matado bin Laden no Paquistão.
O governo tem adotado semelhantes argumentos por medida de segurança nacional. Num outro caso, a American Civil Liberties Union, buscava por fotos supostamente mostrando atos de tortura da CIA contra pessoas detidas no exterior. Em resposta a um juiz que ordenou a divulgação, o Congresso do país aprovou legislação em 2009 proibindo a liberação das imagens de tortura e outros documentos relacionados.
* Com agências internacionais e tradução do autor.
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Nova York: ‘Indignados’ podem permanecer acampados "Indignados" de Nova York obtêm ordem judicial para voltar a acampar.*
O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, anunciou nesta terça-feira que manterá a praça de Manhattan de onde foram desalojados os integrantes do movimento Occupy Wall Street fechada enquanto estuda uma ordem judicial que permite que os manifestantes voltem a acampar no local.
Bloomberg, que afirmou que ele próprio instruiu a polícia a executar o despejo da praça Zuccotti, explicou que a cidade espera se informar a respeito dos detalhes da ordem judicial para poder reabrir o lugar, momento no qual os "indignados" poderão voltar, mas "sem barracas, nem sacos de dormir".
Nesta terça-feira, os representantes legais dos manifestantes conseguiram uma ordem judicial que os permite retornar à praça com seus pertences até que seja realizada uma audiência para avaliar o caso.
"A decisão foi minha", declarou o prefeito nesta terça-feira, em uma entrevista concedida ao lado do chefe da Polícia de Nova York, Raymond Kelly, que cifrou em cerca de 200 o número de detidos na madrugada durante a evacuação do local no qual afirmou que os manifestantes estavam "violando a lei".
Bloomberg explicou que decidiu esvaziar a praça porque estava se transformando "em um lugar no qual as pessoas não iam para protestar, mas para violar as leis e, em alguns casos, para prejudicar outras pessoas", já que "alguns comerciantes tinham recebido ameaças" e os vizinhos temiam "por sua qualidade de vida".
"A maioria dos manifestantes foram pacíficos e responsáveis, mas uma minoria infeliz não foi e, quando o número de manifestantes aumentou, foi criada uma situação insuportável", explicou o prefeito, que destacou que agora os "indignados" deverão ocupar o espaço "só com o poder de seus argumentos".
Bloomberg declarou que as leis da cidade e o regulamento do Zuccotti Park indicam que o espaço tem que estar aberto 24 horas por dia "para o desfrute passivo do público", algo que era impossível desde o início do acampamento do Occupy Wall Street, há dois meses.
O despejo começou por volta da 1h20 do horário local (4h20 de Brasília), quando a polícia começou a enviar caminhões para essa área, enquanto era fechado o tráfego na Ponte do Brooklyn, que une esse distrito ao de Manhattan, além de algumas estações de metrô da região.
Poucos minutos depois, vários helicópteros da polícia nova-iorquina sobrevoavam a área e centenas de policiais chegaram ao local, impedindo o acesso da imprensa à praça e iniciando os trabalhos de despejo, o que deu origem a confrontos que conduziram à detenção de várias centenas de pessoas.
Enquanto o prefeito concedia a entrevista coletiva, os "indignados" se reuniram em outro ponto de Lower Manhattan e marcharam em protesto contra a expulsão.
"A Praça da Liberdade (Freedom Plaza, nome que deram ao local) foi desalojada, mas seu espírito não foi derrotado. Hoje somos mais fortes que ontem e amanhã seremos ainda mais fortes", indicou o movimento em comunicado no qual os nova-iorquinos foram chamados a aderir à passeata pelas ruas de Nova York.
* Informações da EFE. 15/11/2011
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A perda de um líder: Apple confirma morte de Steve Jobs Agora, a Apple se desvencilha de Jobs, que “fica” no dia 05 de outubro de 2011, enquanto a empresa segue seu rumo ao futuro.
Por Pepe Chaves* Para Via Fanzine BH-05/10/2011
Imagem de Steve Jobs no portal da Apple.
A Apple confirmou a morte do seu ex-presidente e co-fundador, Steve Jobs, na noite dessa quarta-feira (05/10). Steve Jobs nasceu em São Francisco, na Califórnia, em 24/02/1955 e faleceu em 05/10/2011. Magnata e inventor americano, Jobs foi um bem sucedido empresário, co-fundador, ex-presidente e ex-diretor executivo da empresa de informática Apple Inc.
Durante décadas, o seu nome se confundia com o da Apple, criando uma identidade única, sobre um modelo operativo diferenciado, onde o privado e o particular se suportavam como se numa espécie de marketing recíproco.
O agravamento dos problemas de saúde relacionados a um câncer fez com que o empresário se distanciasse de suas atividades. Em suas últimas aparições públicas, Steve Jobs aparentava uma imagem frágil e visivelmente abatida pela doença.
Agora, a Apple se desvencilha de Jobs, que “fica” no dia 05 de outubro de 2011, enquanto a empresa segue seu rumo ao futuro. Desafios virão e Jobs agora não estará lá para enfrentá-los.
Caberá a Apple manter o império corporativo idealizado por Jobs e continuar se mantendo num ramo inédito, onde essa empresa criou tal perfil personalíssimo que, praticamente a coloca à parte de todo e qualquer concorrente de mercado.
No meio da informática em todo o mundo, o pesar pela passagem de Jobs tem sido manifestado em diversos veículos de comunicação de múltiplas linguagens. A página de entrada do portal da Apple - incluindo a Apple Brazil - estampa uma foto de seu fundador [veja acima], com a seguinte mensagem:
“A Apple perdeu um gênio visionário e criativo e o mundo perdeu um ser humano fantástico. Os que tiveram a sorte de conhecer Steve e trabalhar com ele perderam um amigo querido e um mentor que os inspirava. Steve deixa uma empresa que só ele poderia ter criado. Seu espírito será sempre a base da Apple”.
A empresa também disponibilizou um e-mail para quem desejar compartilhar os seus pensamentos, um pouco da sua história e emitir condolências pela passagem de Steve Jobs: rememberingsteve@apple.com.
* Pepe Chaves é editor do diário digital Via Fanzine e da Rede VF (BH/Brasil). - Com informações de Apple e Wikipedia.
- Foto: Apple.
- Tópicos relacionados: Steve Jobs deixa o comando da Apple
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