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 Estados Unidos

 

 

Casa Branca:

Irã tem a oportunidade de se tornar sócio dos EUA*

Estados Unidos, Israel e os países ocidentais suspeitam que Teerã tente

desenvolver uma arma nuclear, mas o regime iraniano insiste que seu programa tem fins civis.

 

O novo presidente do Irã terá a oportunidade de encontrar nos Estados Unidos um sócio, se admitir os erros do controverso programa nuclear de seu país, afirmou neste domingo um alto funcionário da Casa Branca.

 

Washington se disse neste domingo preparado para uma negociação direta com o Irã depois do anúncio da vitória do clérigo moderado Hassan Rohani, que marcou o fim de oito anos de um governo conservador caracterizado por tensões com os países ocidentais por seu programa nuclear iraniano.

 

"Se (Rohani) estiver interessado em normalizar as relações do Irã com o restante do mundo, existe uma oportunidade para fazê-lo", disse o chefe de gabinete da Casa Branca, Denis McDonough, à rede CBS News.

 

"Se cumprir suas obrigações estabelecidas na resolução do Conselho de Segurança da ONU de admitir os erros deste programa nuclear ilícito, terá em nós um sócio", disse.

 

Estados Unidos, Israel e os países ocidentais suspeitam que Teerã tente desenvolver uma arma nuclear, mas o regime iraniano insiste que seu programa tem fins civis.

 

McDonough disse que se Rohani respeitar as obrigações de seu governo, "abre-se uma grande oportunidade para o Irã, e para o povo desse país, de ter o tipo de futuro que eles desejam".

 

Ex-negociador nuclear, Rohani prometeu uma postura mais construtiva nas negociações com o Ocidente.

 

O novo presidente, que assumirá o posto de Mahmud Ahmadinejad, disse neste domingo que o seu triunfo é uma vitória sobre o extremismo, mas também pediu que os países ocidentais "reconheçam os direitos" do Irã nas negociações sobre a questão nuclear.

 

* Informações de AFP.

  16/06/2013

 

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Infidelidade conjugal:

Obama aceita demissão do diretor da CIA*

General David Petraeus renunciou após admitir caso extraconjugal.

Presidente reeleito manifestou confiança no trabalho da agência.

 

O presidente reeleito dos EUA, Barack Obama, aceitou nesta sexta-feira (9) a demissão do diretor da CIA, o general David Petraeus.

 

Obama elogiou Petraeus, a quem chamou "um dos mais destacados generais de sua geração" e expressou confiança em que a agência de inteligência vai continuar com seu bom trabalho, com Michael Morell interinamente no cargo.

 

Obama disse que está em pensamentos e orações com Petraeus e sua mulher. "Desejo para eles o melhor nessa hora difícil", disse.

 

Petraeus, em carta à equipe da principal agência de inteligência dos EUA, afirmou que sai após ter se envolvido em um caso extraconjugal.

 

"Após 37 anos de casamento, eu tive um erro grave de julgamento e entrei em um caso extraconjugal. Tal envolvimento é inaceitável, tanto como marido e como líder de uma organização como a nossa", diz o texto.

 

* Informações de G1, com agências internacionais.

   09/11/2012

 

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Eleições presidenciais:

Posição de Romney beneficia Obama

Visão de Romney sobre ajuda federal a vítimas de desastres pode beneficiar Obama.*

 

Mitt Romney

 

A passagem da supertempestade Sandy pela costa leste dos Estados Unidos fez emergir uma importante diferença política na maneira como Barack Obama e Mitt Romney enxergam a ajuda federal em casos de desastres naturais. Em debate nas primárias republicanas no ano passado, Romney defendeu o fechamento da FEMA (Federal Emergency Management Agency), agência nacional responsável por prevenir e remediar estragos como o provocado por Sandy.

 

Naquela ocasião, Romney afirmou: “Toda vez que você tem a chance de tirar algo (alguma responsabilidade) do governo federal e enviar para o estado, essa é a coisa certa a se fazer. E se você vai mais adiante e envia isso ao setor privado, é ainda melhor”.

 

Na terça-feira (30/10), enquanto participava de um evento para levantar fundos para vítimas da supertempestade, Romney ignorou  mais de uma dezena de vezes as perguntas de repórteres que o questionavam sobre como ele agiria num caso como o de Sandy, se deixaria para o governo federal ou estadual a solução do problema. “Governador, o senhor foi questionado 14 vezes, por que se recusa a responder à pergunta?”, indagou um dos repórteres. Romney, porém, seguiu ignorando a questão.

 

No mesmo dia, Chris Christie, governador de New Jersey, um dos estados mais afetados pela supertempestade, elogiava a emissoras de TV a resposta “marcante e útil” oferecida pelo presidente Barack Obama às vítimas do desastre naquele lugar. Resposta dada por meio da FEMA. Christie é republicano e, segundo a CNN, crítico de Obama e forte apoiador de Mitt Romney.

 

Elemento decisivo para indecisos

 

A diferença entre a postura de Obama e a do candidato republicano pode ser fundamental na decisão dos eleitores indecisos. “O foco singular de Romney no corte de impostos para os ricos, até o momento, soou como uma proposição abstrata durante essa campanha. Mas enquanto as pessoas na costa leste lutam para reconstruir suas vidas depois de Sandy – com ajuda federal -, os eleitores terão uma lembrança ruim das feias realidades que tais cortes de impostos podem representar”, dizia um editorial do jornal USA Today de quarta-feira (31/10).

 

Para a advogada Anh-thu Nguyen, que vive em Nova York, outra cidade também bastante atingida pela supertempestade, essa é uma oportunidade para Obama mostrar seu poder de liderança durante crises, além de enfatizar a importância da ajuda federal, em contraste com a opinião de Mitt Romney. “Acho que o elogio que o presidente recebeu do governador de New Jersey terá um efeito real em eleitores independentes e indecisos. Acredito que isso possivelmente irá aumentar a participação de eleitores, que agora percebem que suas escolhas fazem a diferença na vida diária – especialmente em tempos como esse”, finaliza Anh-thu.

 

* Informações de Sabrina Duran/Opera Mundi-Uol

   04/11/2012

 

- Foto: AP.

 

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Washington:

Sobe número de mortos em surto de meningite*

O surto ocorreu com medicamentos despachados pela companhia NECC, de Massachussetts,

que está enfrentando investigações e processos por causa das drogas contaminadas.

 

O número de mortos em um surto de meningite provocada por um fundo ligado a injeções de esteroides potencialmente contaminadas subiu para 23 após o registro de mais dois casos, informaram autoridades de saúde do país, neste sábado.

 

As vítimas fatais no Estado do Tennessee subiram para oito, maior contagem entre os Estados dos EUA, informou o Centro para Controle de Doenças (CDC) em seu site. Além disso, a Carolina do Norte registrou a primeira morte pela doença.

 

Outros Estados reportaram 13 novos casos de meningite por fungo, elevando o total de registros para 281.

 

O surto ocorreu com medicamentos despachados pela companhia NECC, de Massachussetts, que está enfrentando investigações e processos por causa das drogas contaminadas.

 

Autoridades de saúde dos EUA confirmaram na quinta-feira a presença do fungo mortal Exserohilum em frascos de esteroides da NECC usados para aplicações de injeções contra dor. Elas estimaram que pelo menos 14 mil pessoas podem ter sido expostas ao medicamento contaminado.

 

* Informações da Reuters.

   19/10/2012

 

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Nova York:

Paulo Maluf e filho continuam na lista da Interpol*

Juíza Marcy Friedman, da Suprema Corte de Justiça do Estado de Nova York, recusa o arquivamento da ação.

 

Um tribunal de Nova York rejeitou na última quarta-feira (25) um pedido do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) para arquivar um processo aberto em 2007 pelo qual ele responde pelo suposto desvio de 11,6 milhões de dólares na época em que foi prefeito de São Paulo.

 

Maluf e seu filho Flávio, empresário e também réu no processo, solicitavam o cancelamento da denúncia pela suposta participação em um esquema de propinas no qual o dinheiro era enviado para uma conta bancária em Nova York, e então transferido para paraísos fiscais.

 

Os dois acusados também solicitavam que a Justiça suspendesse os “"alertas vermelhos" da Interpol, os quais podem levar à prisão deles se deixarem o Brasil.

 

O promotor do caso lembrou que o Brasil jamais extradita seus cidadãos, e que Paulo e Flávio Maluf nunca foram a Nova York responder às acusações.

  

Autoridades de Nova York dizem que a verba desviada está entre os 140 milhões de dólares que passaram por uma conta bancária de Manhattan ligada ao deputado.

 

Na decisão protocolada na quarta-feira, a juíza Marcy Friedman, da Suprema Corte de Justiça do Estado de Nova York, recusa o arquivamento da ação. Segundo ela, os réus não foram capazes de provar seu direito ao “"alívio extraordinário" no processo.

 

As acusações envolvem um suposto superfaturamento de obras viárias no período de 1993 a 96, quando Maluf foi prefeito de São Paulo. De acordo com os documentos judiciais, o dinheiro era enviado por intermédio do Safra National Bank, em Nova York, para contas controladas por Maluf em Bailiwick, na ilha de Jersey, no Canal da Mancha.

 

Parte desse dinheiro teria então sido repatriado ao Brasil para gastos pessoais e financiamentos de campanhas eleitorais, e uma quantia teria sido empregada na compra de relógios em Nova York, de acordo com a promotoria.

 

O advogado Bryan Skarlatos, que representa o ex-prefeito e seu filho, disse que há um processo tramitando no Brasil sobre as mesmas acusações. “"Tenho certeza de que ele pretende recorrer (da decisão de Nova York)", disse Skarlatos.

 

Maluf, seu filho e três outros réus são acusados de mais de uma dúzia de crimes no processo de Nova York. As acusações mais graves acarretam pena de até 25 anos de prisão.

 

O político foi preso durante um curto período em 2005 em São Paulo pela acusação de lavagem de dinheiro. O processo na Suprema Corte de Nova York transcorre sob o número 100807/2010.

 

* Informações da Redação Yahoo! Brasil.

   27/04/2012

 

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Harvard:

Legalização da maconha seria benéfica aos EUA

Legalizar a maconha faria os EUA economizarem US$ 8 bilhões ao ano*

 

Depois da cidade espanhola que resolveu plantar maconha para pagar dívidas, outra notícia polêmica sobre a cannabis. Segundo o professor Jeffrey Miron, da Faculdade de Economia da Universidade de Harvard (EUA), a descriminalização da maconha faria os Estados Unidos economizar US$ 8 bilhões a cada ano. Confira o estudo completo aqui (em inglês).

 

Segundo o estudo, cerca de US$ 7,7 bilhões seriam economizados apenas com a descriminalização da droga. Os 50 estados americanos deixariam de gastar US$ 5,3 bilhões com fiscalização, processos judiciais e prisões. Já o governo federal deixaria de gastar outros US$ 2,4 bilhões, de acordo com o estudo.

 

Mas o dado mais impressionante é o dinheiro que os EUA iriam ganhar caso o consumo fosse legalizado e taxado. Caso a maconha tivesse impostos como produtos comuns, o governo americano arrecadaria cerca de US$ 2,4 bilhões/ano. Se a maconha fosse taxada como o cigarro e a bebida, a arrecadação com esses impostos seria de US$ 6,2 bilhões ao ano. (dica do @iavelar)

 

* Informações de Charles Nisz | Vi na Internet/Yahoo! Brasil.

   18/04/2012

 

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EUA:

Reversos e inversos nas presidenciais

Ezra Taft, antes de se tornar o profeta mórmon, disse que

 sua congregação dificilmente votaria num democrata liberal.

 

Por Isaac Bigio*

ESPECIAL, de Londres

Para Via Fanzine

Tradução: Pepe Chaves

08/02/2012

 

As eleições  presidenciais de 2012 coincidem com a celebração dos 150 anos da guerra civil de 1861-65. O interessante é ver como os atores desse conflito que definiu a geografia desse país, agora se encontram em cenários contrapostos.

 

Faz um século e meio, o Democratas era o partido mais socialmente conservador e reacionário aos negros, enquanto o Republicano liderou a revolução que aboliu à escravatura. Hoje, ao contrário, os 90% dos afroamericanos votaram nos Democratas de Obama, o primeiro presidente negro dessa potência, enquanto os republicanos se tornaram o covil dos conservadores e ícone hostil às minorias étnicas.

 

Faz um século e meio, muitos partidários democratas mantinham seus escravos e estavam na contramão da abolição, quando vários deles, que sustentavam os 11 Estados escravistas do Sul, decidiram criar uma confederação independente.

 

A fração democrata que se opôs, apoiou o grupo unionista, que tentou depor o presidente Lincoln eleitoralmente, acusando-o de fomentar a mistura racial e não estar disposto a retroceder para conciliar-se com o Sul.

 

Em 1860, Lincoln se converteu no primeiro dos 17 republicanos que assumiram a Casa Branca. Ele se opôs à anexação ao México e liderou o primeiro governo branco do mundo que fez uma verdadeira guerra interna para emancipar os escravos, os quais foram armados. Marx fundou a I Internacional alentando-o.

 

No entanto, o partido que criou Lincoln (que continua tendo o vermelho como sua cor) é hoje um dos principais inimigos da esquerda mundial e também alienou os afroamericanos que se  voltararam em massa para o Democratas, que soube se fundir com o movimento pró-direitos civis de Martin Luther King.

 

Contudo, enquanto Lincoln se opôs à anexação sobre o México, o Republicano é hoje o partido que mais intervenções liderou.

 

Quando os republicanos criaram o partido, eles conclamavam à erradicação de duas plagas: a escravatura e a poligamia. Isto os levou a chocar com os mórmones que tinham fundado em Utah o único território americano em que se permitia a poligamia.

 

Hoje, no entanto, a congregação religiosa que mais vota pelos republicanos são os mórmones.

 

Em Utah, onde eles chegam a 60% da sua população, os republicanos obtêm ali seus melhores percentagens a nível nacional em sete das últimas nove eleições  presidenciais (1976, 1980, 1984, 1988, 1996, 200 e 2004).

 

Em 1992 Utah foi o único Estado que se pôs ao democrata Bill Clinton, que lá ficou em terceiro lugar. Em 2004, Bush teve ali a sua melhor votação e conseguiu quase triplicar a de seu rival.

 

Ezra Taft, antes de se tornar o profeta mórmon, disse que sua congregação dificilmente votaria num democrata liberal.

 

* Isaac Bigio é professor e analista internacional em Londres.

- Leia outros artigos de Isaac Bigio em português: www.viafanzine.jor.br/bigio.htm.

 

Produção: Pepe Chaves
© Copyright 2004-2012, Pepe Arte Viva Ltda.

 

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Washington:

Grande manifestação no Congresso dos EUA

Movimento 'Ocupe' reúne centenas em frente ao Congresso dos EUA.*

 

Centenas de manifestantes protestaram nos EUA.

 

Centenas de manifestantes do movimento "Ocupe" fizeram uma manifestação nesta terça-feira em frente ao Congresso dos Estados Unidos para denunciar o que eles dizem ser a influência do dinheiro sobre os políticos.

  

"É importante que as pessoas saibam que não vamos mais aceitar isso. As pessoas estão realmente furiosas com a forma como as coisas estão indo e queremos que o Congresso entenda isso", disse o manifestante James Cullen, um assistente social desempregado, de 30 anos, morador de Greenbelt, Maryland.

 

Os manifestantes são parte de um movimento que começou no ano passado com o Ocupe Wall Street, em Nova York, e se espalhou para outras cidades do país.

 

Cerca de mil manifestantes se reuniram diante do Congresso americano.

 

Os manifestantes se reuniram no gramado em frente ao Capitólio para recepcionar parlamentares que voltavam do recesso. Eles disseram que o protesto incluiria uma tentativa de ocupar gabinetes.

 

"Encarem isso, liberais, os democratas nos venderam", afirmava um cartaz levado pelo grupo. "Congresso à venda" e "Roubanqueiros da América", diziam outros.

 

A manifestação matinal foi em geral pacífica. A polícia disse que um manifestante foi detido por supostamente tentar agredir um policial.

 

"Corporações e governo estão tão inextrincavelmente ligados que não é mais uma verdadeira democracia, e as pessoas precisam perceber isso", afirmou o estudante David, de 16 anos, oriundo de Connecticut.

 

* Informações de Por Ian Simpson/Reuters.

   17/01/2011

 

- Imagem: Reuters.

 

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DO ARQUIVO:

Steve Jobs deixa o comando da Apple*

Numa comunicação aos empregados da Apple, o cofundador abandona

o cargo de CEO, recomenda Tim Cook como seu sucessor à presidência.

 

 

Foto de agosto/2007 mostra Steve Jobs (à direita) ao lado

de Tim Cook, seu indicado sucessor no comando da Apple.

 

Steve Jobs numa declaração aos diretores e "à comunidade" da empresa que cofundou, comunicou que irá abandonar o cargo de CEO, recomendando-o a Tim Cook, até agora chefe operacional (COO) e considerado o número 2, e propondo o seu nome como presidente.

 

Jobs declarou na comunicação que "infelizmente chegou o dia" em que já "não se sente capaz de cumprir com as funções e expectativas como CEO".

 

As condições de saúde podem ter levado Steve Jobs a recuar para uma posição menos desgastante. O cofundador da Apple, e um dos ícones da inovação norte-americana dos séculos XX e XXI, recebeu um transplante de fígado em 2009.

 

Ações da Apple em queda

 

Já depois do fechamento das bolsas nos Estados Unidos, as ações da Apple baixaram 7,39% no trading.

 

A Apple recentemente, no meio das derrocadas bolsistas de agosto, tornou-se, por uns dias, a empresa com maior capitalização bolsista na América. A luta pelo primeiro lugar com a Exxon é agora diária.

 

No fechamento de hoje (24 de agosto), a Apple apresentou uma capitalização de 347 mil milhões de dólares e a Exxon de 362,22 mil milhões, o que deu a liderança à empresa dos petróleos.

 

Há 10 anos, a Apple estava na 257ª posição no índice S&P 500.

 

* Informações de Jorge Nascimento Rodrigues/Expresso (www.expresso.pt).

   24/08/2011

 

- Foto: Monica M. Davey/EPA.

 

 

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Washington:

Detido homem que planejava atacar Pentágono e Capitólio

FBI prende homem por planejar atacar Pentágono e Capitólio com avião de controle remoto.*

 

O aeromodelo apreendido, um F-86 Sabre e o suspeito Rezwan Ferdaus.



Um homem foi preso nesta quarta-feira, em Massachusetts, acusado de preparar um atentado contra o Pentágono e o Capitólio usando aviões de controle remoto equipados com armas e explosivos.

 

A prisão de Rezwan Ferdaus, de 26 anos, foi realizada por agentes do FBI (a polícia federal americana) na cidade de Framingham. Eles se disfarçaram para entregar o material comprado pelo jovem: granadas, seis metralhadoras e explosivos C-4, além dos aeromodelos.

 

Rezwan Ferdaus

 

Nascido nos Estados Unidos, Ferdaus disse ao FBI que a intenção era causar um impacto psicológico nos americanos, "inimigos de Alá", ao atingir o Pentágono, que segundo ele é "a cabeça e o coração da cobra".

 

O FBI garante que os explosivos foram controlados durante a investigação e que não houve risco de que Ferdaus levasse o plano adiante.

 

* AP/PT-Euronews

   29/09/2011

 

- Fotos: AP/Reprodução.

 

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