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Contagem:
Juri condena Bola a 22
anos
Bola é condenado a 22 anos por morte e
ocultação do corpo de Eliza Samudio*

Marcos Aparecido dos Santos, o Bola,
negou participação no sumiço de Eliza Samudio.
O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi
condenado a 22 anos (19 anos em regime fechado e mais 3 em regime
aberto) e 360 dias/multa pela morte e ocultação do cadáver de Eliza
Samudio em 2010.
A juíza Marixa Fabiane teve mais de uma hora para redigir a
sentença, mas o promotor Henry Wagner afirmou após deixar a sala dos
jurados: 'Ele (Bola) foi condenado em tudo'. Os advogados do condenado
confirmaram a decisão desfavorável e fizeram um agradecimento antes da
leitura da sentença.
Durante a leitura da sentença, a juíza Marixa Fabiane
classificou Bola como uma 'pessoa agressiva e impiedosa' e afirmou que o
ex-policial cometeu o 'crime perfeito' com a ocultação do cadáver de
Eliza.
Fabiane garantiu mais de uma vez na leitura que Samudio foi
assassinada por asfixia nas mãos do condenado a mando de Bruno. Henry
Wagner, promotor do caso, falou após a sentença: "A pena, na minha
visão, está perfeita".
Fernando Magalhães, advogado de Bola, deixou o fórum sem
acompanhar a leitura da sentença pela juíza Marixa Fabiane. Os filhos e
esposa do ex-policial estão na sala do tribunal e choraram bastante ao
saber da condenação.
O julgamento começou na última segunda-feira (22) e quando
questionado se teria matado Eliza Samudio, Bola negou qualquer
envolvimento no crime.
*
Informações e imagem de Yahoo! Notícias.
28/04/2013
* * *
ALMG:
Servidora de deputado é condenada a
devolver salário
Justiça manda servidora da Assembleia
Legislativa de Minas devolver salários*
Uma antiga funcionária da Assembleia Legislativa de Minas
Gerais foi condenada em primeira instância por receber salário sem
frequentar o local de trabalho. Segundo decisão da 2ª Vara de Fazenda
Pública Estadual publicada nesta semana, ela terá de devolver R$
13.029,49 aos cofres públicos (ainda incidirão juros e correção
monetária) pelos nove meses em que esteve lotada no gabinete do deputado
estadual Adelmo Carneiro Leão (PT) morando em Formiga, Região
Centro-Oeste do Estado, e, portanto, sem bater ponto no Legislativo,
cuja sede é em Belo Horizonte – 200 quilômetros distante. Cabe recurso.
Segundo denúncia do Ministério Público de Minas Gerais, a
funcionária trabalhou entre 25 de janeiro e 3 de outubro de 2006 no
cargo de auxiliar de serviços de gabinete – para o qual não prestou
concurso público –, ganhando um salário de R$ 1.401. De acordo com a
acusação, a funcionária morava em Formiga e não cumpria jornada de
trabalho obrigatória de oito horas. Em depoimento ao MP, a acusada
confirmou que trabalhava na organização de um fórum de segurança
alimentar e disse que, por isso, não lhe era exigido cumprir carga
horária fixa. Citando resolução da ALMG, o MP alegou que ausentar-se do
local de trabalho é ilegal e caracteriza enriquecimento ilícito.
A juíza Lílian Maciel Santos condenou a antiga comissionada
por improbidade administrativa alegando que a jornada de oito horas
diárias deveria ser cumprida e que o cargo exigia total dedicação e
disponibilidade. “Estava ela, portanto, submetida a uma jornada de oito
horas, embora não tivesse que assinar o ponto de frequência. No entanto,
como confessou que não se fazia presente no gabinete, efetivamente
descumpriu seus deveres enquanto servidora”. A juíza alega ainda que o
fórum alimentar para o qual a ex-comissionada disse trabalhar só ocorreu
nos dias 6 e 7 de julho de 2006 e, portanto, não havia razão para se
ausentar por mais tempo.
A antiga funcionária se defendeu na ação alegando que
desempenhava regularmente as atribuições do cargo e que o Legislativo
não exige presença física do ocupante do cargo no gabinete. O deputado
estadual Adelmo Leão também saiu em defesa da ex-funcionária e disse que
é prática comum na Assembleia os contratados não frequentarem os
gabinetes. “Sempre tivemos isso na história da Assembleia: funcionários
que atendem demandas em nossas bases em várias regiões do estado.
Naquela época tinha uma relação estreita com Formiga e a contratei. Em
nenhum momento houve controle de ponto, como não temos dessas pessoas”,
afirmou.
Segundo o petista, o Legislativo nunca exigiu que os
funcionários do interior batessem ponto. “Cobramos é a resposta. O que
interessa ao parlamentar é a relação de parceria com aquela cidade e,
por isso, precisamos de alguém em contato com a comunidade para debater
as questões”, disse. Adelmo disse ter atualmente um funcionário que mora
em Uberaba, no Triângulo. “Tenho a impressão de que todos os deputados
têm funcionários que não frequentam a Assembleia e nunca foi vedado esse
processo. Preciso de quem me dê resposta e não de quem bate ponto”,
afirmou.
*
Informações de Juliana Cipriani/Uai-EM (BH).
13/12/2012
* * *
‘Babá na chuva’:
Márcio Lacerda culpou a população
Prefeito admite falhas e diz que deveria
ter sido babá da população.*

Márcio Lacerda ressaltou que a população
deve evitar os comportamentos de risco.
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No sábado, 17/11, o prefeito de Belo Horizonte, Márcio
Lacerda, reuniu a imprensa na região da Pampulha onde, durante a
tempestade da última quinta-feira (15/11), morreu um motorista ao cair
no córrego às margens da avenida Heráclito Mourão de Miranda, na altura
do bairro Castelo.
Lacerda chegou a aceitar uma sugestão da reportagem da
Rádio Itatiaia, de colocar grades de proteção ao longo de todo o Córrego
Ressaca, exatamente como acontece apenas na ponta da avenida.
De forma geral, o prefeito admitiu falhas, dizendo que
deveria ter sido mais babá da população e prometeu intensificar o
policiamento em locais de risco. Ainda de acordo com ele, um novo plano
será colocado em prática nas próximas duas semanas.
"Nós temos que ter plano de contingência para a hipótese de
inundação ocorrer muito rápido como aconteceu ontem, apenas isso. Nós já
temos R$ 15 milhões para investir naquela região, o projeto já está
sendo feito para alargar esse canal. Não sabemos se será ainda
suficiente. Todo tempo nós convivemos com um passivo que foi criado ao
longo de dezenas e dezenas de anos", afirmou.
O prefeito disse ainda que a população deve ficar atenta e
não ter comportamentos de risco durante as chuvas.
"Nós tivemos, num passado recente, poucos casos de pessoas
que entraram na correnteza indevidamente ou foram supreendidas na
correnteza porque nós colocamos centenas de placas de aviso. O que nós
temos que fazer é ter mais presença física nesses momentos, na véspera
de chuva para avisar as pessoas que não corram risco", comentou.
Ao ser questionado que os riscos já eram previstos, Lacerda
comentou que aconteceram falhas e o poder público não pode avisar a cada
cidadão para que não corra riscos. "Nós falhamos e devíamos ter sido um
pouco mais babás dos cidadãos para que eles não corressem riscos",
disse.
*
Informações de Ana Carolina Dias/Rádio Itatiaia (BH).
17/11/2012
-
Imagem: Rádio Itatiaia.
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* * *
Câmara de BH:
Belo Horizonte tem 36 vereadores na mira
da Justiça
Dos 41 parlamentares da Câmara Municipal,
apenas cinco não são processados pelo Ministério Público.

Uso indevido de verbas públicas, enriquecimento ilícito,
recebimento de propina, extorsão, improbidade administrativa e homicídio
no trânsito. Este é o rol de acusações que maioria absoluta dos
vereadores de Belo Horizonte está enfrentando na Justiça atualmente.
De acordo com levantamento realizado pelo Hoje em Dia, no
Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), na última semana, 36 dos 41
parlamentares da capital vão entrar na disputa eleitoral de 2012 na
condição de réus em ações propostas pelo Ministério Público Estadual (MPE).
Só Heleno (PHS), Joel Moreira Filho (PTC), Márcio Almeida (PRP), Sílvia
Helena (PPS) e Toninho Pinheiro da Vila Pinho (PTdoB) não estão na lista
de processados pelo MPE. Apesar de estarem na mira da Justiça, que
acolheu os processos, todos os acusados já manifestaram publicamente que
irão concorrer à reeleição no ano que vem.
Eleitos para fiscalizar a aplicação do dinheiro do
contribuinte, a maioria virou réu por desvio de recursos da chamada
verba indenizatória. Criada originalmente para custear gastos exclusivos
com o mandato parlamentar, a verba se transformou em reforço de
contracheque e passou a ser destinada para custear despesas exorbitantes
com combustível, serviços gráficos, aluguel de carros e alimentação.
Segundo uma norma aprovada por eles mesmos, cada um pode
gastar até R$ 15 mil mensais dentro da cota da verba indenizatória e, em
seguida, receber o dinheiro de volta mediante a apresentação de um cupom
fiscal. Mas por conta do uso indevido da verba, o MPE entrou com uma
série de ações de improbidade pedindo o sequestro de bens e
ressarcimento ao erário dos valores gastos e embolsados indevidamente.
Em dois anos, os promotores da capital calculam que eles embolsaram R$
8.018.112,20 pelo sistema de indenização da Câmara.
O vereador Paulinho Motorista (PSL) é réu por ter gastado
R$ 302.329,90 da verba indenizatória de forma irregular. Em julho deste
ano, ele virou réu em outro processo, desta vez, acusado de homicídio
culposo no trânsito. Segundo denúncia da promotora Ana Luiza de Abreu
Moreira, Paulinho provocou por imprudência um acidente na Avenida
Cristiano Machado em 21 de outubro de 2009, causando a morte do
comerciante José Cláudio Oliveira, de 32 anos. Procurado, ele não
atendeu aos pedidos de entrevista.
Já Leonardo Mattos (PV) recebeu um reembolso de R$
257.423,19 justificando gastos com alimentação, combustível, locação de
veículos, viagens e web site particular. Sou contra a verba do jeito que
está, mas não temos outro recurso, alegou Mattos.
Acusados de envolvimento com o esquema de propina para
aprovação do projeto de lei que autorizou a construção do Boulevard
Shopping, os vereadores Hugo Thomé (PMN), Maria Lúcia Scarpelli (PCdoB),
Alberto Rodrigues (PV) e Geraldo Félix (PMDB) também são réus acusados
de enriquecimento ilícito. Ao todo, os quatro vereadores são processados
por terem recebido um reembolso de R$ 925.043,46 da verba indenizatória.
Thomé ganhou R$ 41.102,69 apresentando notas fiscais de despesas com
alimentação, R$ 62.078,30 com combustível e R$ 60.711,631 para bancar o
reparo de seus próprios carros. Em janeiro deste ano, o vereador comprou
de uma só vez 147 lanches, 19 quilos de pão francês e 70 refeições
dentro da rubrica copa internada da verba.
Na mesma cota, os novatos Gunda (PSL) e Pablito (PSDB) e o
veterano Ronaldo Gontijo (PPS) engrossam a lista dos que apresentaram
gastos abusivos com alimentação. Entre outras irregularidades, Gunda é
processado por ter pagado 137 rodízios de carne na churrascaria Raja
Grill num período de apenas três meses, o que dá uma média de um rodízio
e meio a cada 24 horas, contado todos os dias da semana. Em todas as
vezes ele estava acompanhado de cinco pessoas no mínimo. Chegou a pagar
uma conta para 12 ao custo de R$ 641,60. O preço da fatura no
restaurante foi de R$ 7.369,20, já o rombo total apontado pelo MPE é de
R$ 231.800,37.
Pablito, segundo o MPE, realizou um périplo gastronômico às
custas do contribuinte. Pelo preço de R$ 1.788,43, o tucano se alimentou
no Yo! Sushi Café (R$ 126,17), Rokkon Cozinha Japonesa (R$ 136,84 e R$
121,38), Gomide (R$ 130), Santa Fé (R$ 180,89), Splendido Restaurante
(R$ 312) e Ambrosius Grill (R$ 211,42 e R$ 224). R$ 289.512,29 é o valor
total que Pablito poderá ser obrigado a devolver ao erário.
A conta de Ronaldo Gontijo é de R$299.083,51, sendo que R$
1.912 foi destinado para em setembro de 2010 a comprar 1.312 joelhos de
moça, mil coxinhas de galinha, mil quibes de carne e 500 cigarretes de
presunto.
*
Informações do Arquivo Hoje em Dia (2011) / JusBrasil.
Pub. VF: 24/08/2012
- Imagem: CMBH.
* * *
Capital:
Marcha da Maconha tem baixa adesão e três
prisões
Três pessoas foram presas por uso de
droga durante a manifestação.
Da Redação*
Via
Fanzine
BH-13/05/2012
A Marcha da Maconha realizada no último sábado (12/05) em
Belo Horizonte teve uma fraca adesão e contou com cerca de 400 pessoas.
O número foi bem menor que o esperado pelos organizadores, que era de
2.000 pessoas.
A Polícia Militar esperava cerca de 500 ativistas. Três
pessoas foram presas por uso de droga. Duas fumavam a erva dentro da
aglomeração da marcha e a outra no Parque Municipal.
Apesar das prisões, a marcha ocorreu sem maiores problemas
e não causou transtornos no trânsito.
Adolescente e
mulher são detidos
Entre os detidos estão um adolescente de 17 anos e uma
mulher de idade não divulgada. De acordo com a Polícia Militar, ambos
portavam pequenas porções da droga. Os dois foram encaminhados para
delegacias.
Apesar destas detenções, segundo a polícia, o evento seguiu
sem mais incidentes. Cerca de 400 pessoas participaram da manifestação,
que começou às 14h, na praça da Estação, e terminou por volta das 18h,
na praça da Liberdade.
*
Com informações da Band News e Portal terra.
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* * *
Capital:
Menina tem pé amputado após acidente no
metrô de BH*
Segundo o Corpo de Bombeiros, a
adolescente teria passado mal e perdeu o equilíbrio.
Uma garota de 12 anos teve que amputar um pé após ser
atropelada por uma composição do metrô de Belo Horizonte na tarde deste
sábado (5). Ela caiu nos trilhos na Estação Lagoinha, na região noroeste
da capital, e o trem não conseguiu parar. A menina permanece internada
no Hospital de Pronto Socorro João XXIII (HPS) em estado grave, mas sem
risco de morte.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a adolescente teria passado
mal e perdeu o equilíbrio. Além de perder o pé direito, a adolescente
teve três dedos do pé esquerdo amputados. Ela havia saído de uma clínica
onde colocou um piercing.
A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que
o acidente causou paralisação da linha Vilarinho/Eldorado por alguns
minutos, mas o sistema foi normalizado pouco depois.
*
Informações de Marcelo Portela | Agência Estado.
05/05/2012
* * *
Capital:
Léo Burguês retira marchinha do ar
Alegando danos morais ao seu cliente, o
advogado do presidente da Câmara de
Belo Horizonte solicitou a retirada da
marchinha ‘Na coxinha da madrasta”, do músico Flávio Henrique.

Léo
Burguês
Após ameaça do vereador e presidente da Câmara Municipal de
Belo Horizonte, Léo Burguês (PSDB), um compositor mineiro retirou do ar
sua marchinha que se tornava sucesso na internet.
A música menciona sobre gastos do vereador com a lanchonete
de sua madrasta. De acordo com o jornal belorizontino O Tempo, apesar de
estar de férias nos Estados Unidos, Burguês tomou conhecimento da
marchinha e acionou o seu advogado.
O jornal informa que, “era para ser uma brincadeira de
Carnaval virou uma polêmica com direito a ameaças de processo na
Justiça. A marchinha ‘Na coxinha da madrasta’, composta pelo músico
belo-horizontino Flávio Henrique, incomodou o ‘homenageado’ Léo Burguês
(PSDB), presidente da Câmara Municipal”.
Mesmo de férias nos Estados Unidos, o vereador tucano
acionou o advogado, que entrou em contato com o autor. Por volta das 19h
da última sexta-feira, o músico recebeu a notícia de que Burguês não
estava nada satisfeito com a sátira.
De acordo com o jornal o Tempo, Flávio afirmou que "O
advogado me disse que a marchinha estava causando dano moral ao
vereador", contou. Flávio também procurou seu advogado, que o aconselhou
a retirar a música da internet até que a letra fosse cuidadosamente
analisada.
Ainda de acordo com a fonte, a composição foi inspirada em
matéria do jornal O Tempo, publicada em 16 de janeiro. A reportagem
revelou gastos de Léo Burguês com lanches comprados na minimercearia de
sua madrasta com a verba indenizatória da Câmara. De acordo com o
jornal, o presidente da Casa gastou, em média, R$ 1.500 por mês em
salgadinhos desde agosto de 2009.
Segundo informações repercutidas na
imprensa da capital, Léo Burguês nega a acusação e trabalha para provar
sua inocência.
O jornal o Tempo também informou que o áudio da marchinha
foi divulgado ontem nas mídias sociais e já está sendo compartilhado por
milhares de pessoas no Facebook e no Twitter. Segundo Flávio Henrique, a
composição foi feita para ser inscrita no concurso de marchinhas da
Banda Mole para o Carnaval de Belo Horizonte.
"Como eles deixam divulgar a marchinha antes da hora, eu
coloquei na internet, mas não imaginei que ia causar essa confusão
toda", afirmou, deixando claro que não tem nenhum interesse político no
tema.
"Eu disse para o advogado que tudo era só uma brincadeira,
que tem que ter bom humor. Quem levantou o fato foi a imprensa. Eu só
fiz uma brincadeira", defendeu-se, indignado.
Flávio Henrique, que é músico profissional e já lançou seis
discos durante a carreira, estava em São Paulo quando foi surpreendido
pela ligação do advogado do vereador. "Quem vai julgar o Léo Burguês é a
população, não sou eu. Eu estava repercutindo uma matéria. Não estou a
serviço de ninguém, não ganhei um tostão para fazer isso. É para ser
algo jocoso, só isso", afirmou o músico ao jornal O Tempo.
No entanto, mesmo tendo o músico retirado
a marchinha do ar, cópias da gravação foram reproduzidas e agora se
alastram por outros portais da internet.
Clique aqui
e ouça a marchinha "Na coxinha da madrasta"
* * *
Capital:
Ex-sócio de Pimentel era da prefeitura de
BH e continua*
Segundo fontes da prefeitura, a
recondução foi um pedido de Pimentel, que
queria manter os postos e a influência de
seu grupo na administração municipal.
Apesar de o ministro da Indústria, Desenvolvimento e
Comércio Exterior, Fernando Pimentel, alegar que já estava fora da
prefeitura de Belo Horizonte quando prestou serviços de consultoria, o
mesmo não pode ser dito em relação ao seu sócio na P-21 Consultoria e
Projetos Ltda e assessor de longa data: Otílio Prado. Exonerado por
Pimentel do cargo de consultor técnico em 31 de dezembro de 2008, último
dia do mandato de Pimentel como prefeito, Otílio voltou dois dias
depois, pela caneta do sucessor, Márcio Lacerda (PSB), afilhado político
do petista. Desde então, é assessor especial lotado no gabinete do
prefeito, com salário de R$ 8.840.
Como O GLOBO mostrou domingo, a empresa de Pimentel e
Otílio faturou R$ 2 milhões entre 2009 e 2010 em serviços de
consultoria. Do total, R$ 514 mil teriam sido pagos pela Convap, empresa
de engenharia que venceria meses depois duas licitações da prefeitura de
Belo Horizonte, que somam R$ 95,3 milhões.
Otílio é pai de sócio da QA Consulting
Segundo fontes da prefeitura, a recondução foi um pedido de
Pimentel, que queria manter os postos e a influência de seu grupo na
administração municipal. Corretor de imóveis, Otílio foi levado para
funções comissionadas na administração municipal pelo ex-prefeito Célio
de Castro (PSB), que antecedeu a Pimentel, do qual era amigo e
colaborador de campanha. Não saiu mais do gabinete e de postos-chave na
prefeitura.
Com o afastamento de Castro por motivo de doença, em 2001,
Otílio manteve-se na antessala de Pimentel. Além de consultor, foi
assessor especial e secretário-particular do petista, além de secretário
de Relações Institucionais, tendo ocupado vaga em conselhos da cidade,
como o de Habitação. Dava entrevistas sobre temas importantes da
administração, acompanhava o prefeito em inaugurações e negociações
políticas.
Na gestão Lacerda, Otílio tem oficialmente o papel de
assessor especial para movimentos sociais, recebendo e encaminhando
pleitos ao prefeito, como informou a prefeitura nesta terça-feira. Mais
que ex-sócio, segundo aliados, é um interlocutor de Pimentel na
prefeitura, cuja administração é rachada entre PSB, PT e PSDB.
Otílio é pai de Gustavo Prado, sócio da QA Consulting,
empresa que pagou R$ 400 mil pela consultoria da empresa do próprio pai
e de Pimentel, em 2009 e 2010. Há pelo menos três anos, sua sede é uma
casa de dois andares em Carlos Prates, bairro de classe média de Belo
Horizonte. A casa tem cinco salas e não há placa de identificação na
fachada. Para chegar à recepção, é preciso subir uma escada até uma
pequena sala, onde uma secretária atende telefones e cuida da agenda dos
donos da empresa.
Lacerda: Convap ganhou licitações em disputa acirrada
A QA Consulting está registrada na Junta Comercial como
microempresa (com faturamento anual de até R$ 360 mil, de acordo com a
legislação). No entanto, Gustavo alega que o enquadramento é um erro da
empresa de contabilidade que presta serviços para ele, e que o seu
faturamento seria suficiente para justificar o pagamento ao pai e a
Pimentel. Dois dias antes de pagar R$ 200 mil à P-21, a QA Consulting
recebeu R$ 230 mil para prestar serviços à HAP Engenharia, uma das
principais detentoras de contratos com a prefeitura na gestão Pimentel.
Durante evento oficial na tarde desta terça-feira, Lacerda
disse não haver irregularidades nos contratos assinados entre a
prefeitura de Belo Horizonte sob sua gestão e a Convap. Ele negou
tráfico de influência de Pimentel.
- Meias verdades às vezes são mais perigosas que meias
mentiras. Não conheço contratos da empresa dele (Pimentel), isso é da
vida privada dele. Mas a Convap ganhou duas licitações em disputa
acirrada. Essas licitações relacionadas à Copa têm fiscalização do TCU,
TCE, são transparentes, acima de qualquer suspeita - afirmou o prefeito.
Procurado na noite desta terça-feira para dizer se via
conflito de interesses no fato de um assessor lotado em seu gabinete ter
contratos com uma empresa que venceu licitações milionárias na
prefeitura, Lacerda não foi localizado por sua assessoria. Otílio também
não foi localizado.
*
Informações de Thiago Herdy/Agência O Globo.
07/12/2011
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Jornal faz grave denúncia contra ministro Pimentel
* * *
Capital:
Vereador recebe
medalha da ALMG
O vereador e
presidente da Câmara Municipal de Itaúna, Édio Gonçalves Pinto,
recebeu a
Medalha da Ordem do Mérito Legislativo de Minas.*

Édio
Gonçalves Pinto recebe a medalha.
O vereador Édio Gonçalves Pinto (Edinho de Santanense),
atual Presidente da Câmara Municipal de Itaúna, recebeu nessa
quinta-feira, 10, a Medalha da Ordem do Mérito Legislativo, concedida
pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
O evento ocorreu no Expominas em Belo Horizonte e contou
com a presença de diversas autoridades, homenageados e convidados
especiais.
Édio Gonçalves foi um dos 228 agraciados com a condecoração
destinada a pessoas físicas ou jurídicas, que tenham se destacado por
serviços prestados ou méritos excepcionais.
A Ordem do Mérito Legislativo foi criada em 1982. O
Presidente do Legislativo Itaunense foi agraciado com o Mérito. Além da
medalha, os agraciados receberam diplomas assinados pelo deputado Dinis
Pinheiro e pelo 1º secretário da ALMG, deputado Dilzon Melo.
Entre os homenageados do dia estiveram o ministro dos
Transportes, Paulo Sérgio Oliveira Passos; o cardeal arcebispo de
Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil,
Raymundo Damasceno Assis; o presidente da Fiemg, Olavo Machado Júnior,
além de deputados, Presidentes de Assembleias, outros políticos,
empresários e membros de outros seguimentos.
Segundo o vereador Édio Gonçalves é uma grande satisfação
poder receber essa homenagem. Ele dedica a condecoração a todos que
contribuem diariamente para o seu trabalho como representante do povo.
Ressalta ainda, que esse mérito aumenta ainda mais a sua
responsabilidade em lutar pela comunidade.
*
Informações e imagem da Assessoria de Gabinete da Presidência/Câmara
Municipal de Itaúna.
10/11/2011
* * *
Nova Lima:
Tremor de terra assustou
população
Abalos ocorrem com frequência na região, mas nunca
passaram de 4 pontos.
Da Redação*
Via
Fanzine
BH-23/10/2011

Parte de Nova Lima (à direita) e a
região centro-sul de BH (à esquerda).
De
acordo com informações do jornal Estado de Minas, a população do Morro
do Chapéu, em Nova Lima, na região Metropolitana de Belo Horizonte,
sentiu um tremor de terra na tarde do sábado, 22/10.
O
sargento da Polícia Militar Fernando Carlos, disse que moradores de um
condomínio na rua Azaléias registraram ocorrência do abalo que não
deixou nenhum ferido, nem provocou danos. Ainda não foi possível saber
proporções, mas professor do Observatório Sismológico diz que abalo foi
de pequena magnitude.
O
sargento explicou que o fenômeno é comum na região e que pode ser,
inclusive, resultado da detonação de pedras de uma mineradora da cidade.
Uma viatura da Polícia Militar foi deslocada até o bairro para dar
suporte à população.
O
professor do Observatório Sismológico George Sand França informou que já
tomou conhecimento do ocorrido, mas que ainda não foi possível verificar
as proporções. "Sabemos que o tremor assustou um pouco a população, mas
é provável que ele tenha sido de pequena magnitude: 2 ou 2,5 pontos da
Escala Richter”, afirmou.
Segundo o sismólogo, esses abalos ocorrem com frequência na região, mas
nunca passaram de 4 pontos. A análise exata do tremor será feita na
segunda-feira.
Tremor foi sentido em BH
Um
leitor do EM Online de Belo Horizonte comentou que sua família sentiu o
tremor e que este não seria de tão pequeno porte, “Tanto meu filho
quanto minha esposa saíram de seus quartos assustados com as camas
balançando. Não foi tão pequeno assim. Moramos no Bairro Palmares, em
BH. A defesa civil nos disse que estava recebendo vários telefonemas a
respeito. Não entendo como pude ter sentido aqui em casa, tão distante”,
disse o leitor.
Subsolo de Nova Lima
Na
última semana,
TV
Fanzine disponibilizou a videoreportagem "Belo
Horror na Serra do Curral", produzida por Pepe Chaves, mostrando a
imensa cava feita por uma mineradora em Nova Lima, da qual passou a
fluir milhares de metros cúbicos de água. A ausência da água do subsolo
cria bolsões de ar que, com o tempo podem ser preenchidos com outros
materiais sólidos que estejam próximos e assim, causar tremores ou
afundamentos na superfície.
Já
no
distante município mineiro de São Lourenço, tem sido denunciado que a
retirada indiscriminada de água do seu subsolo por uma empresa
multinacional tem provocado afundamento em terrenos e rachaduras em
construções.
* Com Estado de Minas-Uai (BH).
* * *
Capital:
Temporal abre
temporada em BH
A falta de energia
causou intensos transtornos, como o
desligamento de
sinais de trânsito, metro e elevadores.
Da Redação
Via
Fanzine
BH-11/10/2011

Mais uma vez ocorre o mesmo filme, que parece abrir a
temporada de chuvas desse ano. Um rápido e forte temporal varreu a
cidade de Belo Horizonte na tarde dessa terça-feira, 11/10. Foram
registradas quedas de árvores e até postes em diversas regiões. Na
região central, árvores caíram sobre carros e interditaram vias.
Tão logo se iniciou o temporal, houve falha no fornecimento
de energia, atingindo quase 100 mil usuários na Grande BH. Aqui na
região Noroeste de BH faltou energia por cerca de duas horas.
O apagão
causou intensos transtornos em toda a capital, como o
desligamento de sinais de trânsito, metrô e elevadores. Em alguns locais
foram registrados ventos superiores a 50 km/h.
Regiões situadas próximas a córregos e ribeirões sofreram
com transbordamentos. Também algumas cidades das regiões, metropolitana,
centro-oeste e leste sofreram com o mesmo temporal. Até o momento, não
foram registradas vítimas fatais no estado.
Temporais em outros estados
De ontem para hoje a entrada de uma frente fria nas regiões
central e sudeste do Brasil trouxe fortes temporais. A umidade da
Amazônia em contato com vapor quente dessas regiões cria tais
intempéries.
Regiões dos Estados do Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de
Janeiro e Espírito Santo também sofreram com fortes chuvas nas últimas
48 horas. Em algumas regiões desses estados, ventos de até 70 km/h
derrubaram árvores e até casas. Várias pessoas ficaram feridas, mas não
há registros de vítimas fatais.
* * *
Capital:
Governo convoca
grevistas
e professores
fecham avenida
A SEE emitiu um
documento de apelo aos servidores que não são de carreira.
São cerca de 8 mil
trabalhadores convocados a voltar imediatamente às salas de aula.*
A greve dos professores estaduais de Minas Gerais já dura
85 dias e nesta quarta-feira os olhares estão voltados para a reunião
entre o governo de Minas e o Sindicato Único dos Trabalhadores em
Educação (Sind-UTE). O encontro, marcado para às 11h, será intermediado
pelo procurador-geral de Justiça, Alceu Torres Marques. Em meio a
protestos e negociações, a Secretaria de Estado de Educação (SEE)
emitiu, na terça-feira, uma convocação aos professores designados,
aqueles que não são de carreira. O documento, enviado às escolas, é um
chamado para esses servidores voltarem às salas de aula.
Os designados são professores contratados para trabalhar
até dia 31 de dezembro de 2011. Segundo a SEE, como o calendário letivo
já foi prejudicado pela greve, esses profissionais não participariam da
reposição de aulas, que possivelmente avançará para 2012. De acordo com
a SEE, o ideal é que esses trabalhadores, estimados em 8 mil, voltem
imediatamente às atividades. A secretaria esclarece que não cabe punição
para quem não voltar e afirma que a convocação tem caráter de apelo.
Reivindicações
Os professores reivindicam o imediato cumprimento do Piso
Salarial Profissional Nacional (PSPN), de acordo com a Lei Federal
11.738, que regulamenta o salário. Segundo o sindicato, Minas paga piso
de R$ 369,00. Desde de 8 de junho, a categoria está em greve e tenta
mobilizar governo e sociedade em defesa da reivindicação. Os grevistas
se reúnem nesta quarta-feira às 14h para decidir os rumos da
paralisação.
Segundo a SEE, das 3.779 escolas estaduais de Minas, a
rotina em mais de três mil não mudou e as aulas não foram interrompidas.
São 61 escolas totalmente paralisadas, o que corresponde a 1,6% do total
de 3.779. No início da greve, em junho, esse número chegou a 145, mas já
caiu em mais da metade. Já as instituições de ensino que estão
parcialmente paralisadas somam 758.
Professores fecham
trânsito na Álvares Cabral
Centenas de professores ocuparam a Avenida Álvares Cabral,
em frente à sede do Ministério Publico de Minas Gerais (MPMG). O
trânsito precisou ser desviado no Bairro Santo Agostinho, na Região
Centro-Sul de Belo Horizonte. Os servidores aguardam o resultado da
reunião entre o governo de Minas e o Sindicato Único dos Trabalhadores
em Educação (Sind-UTE). O encontro, que começou às 11h, é intermediado
pelo procurador-geral de Justiça, Alceu Torres Marques.
Esta é a quarta reunião do sindicato no MPE e a terceira
com participação de representantes do governo. Somente essa semana dois
encontros tiveram o objetivo de acabar com impasses da greve. Os
professores reivindicam o imediato cumprimento do Piso Salarial
Profissional Nacional (PSPN), de acordo com a Lei Federal 11.738, que
regulamenta o salário. Depois do encontro no MPE, os grevistas fazem
assembleia.
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Informações de TV Alterosa/Uai-EM (BH).
31/08/2011
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Belo Horizonte:
‘Marchas’ têm atritos com policiais civis
e militares
Marchas das Vagagundas e da Liberdade têm
tumulto entre manifestantes e polícia em BH.*

Em Belo Horizonte, o evento partiu de
estudantes e foi apoiado por
organizações de proteção às mulheres e
movimentos feministas.
Um tumulto foi registrado durante o trajeto da Marcha da
Liberdade e da Marcha das Vagabundas, neste sábado, 18/06, em Belo
Horizonte. Alguns participantes entraram em confronto com integrantes da
Guarda Civil e policiais militares que estavam em frente à prefeitura da
capital mineira. Os guardas usaram cassetetes e spray de pimenta para
dispersar os manifestantes mais exaltados. Não houve registro de feridos
ou prisões.
"Alguns manifestantes ameaçaram invadir, mas foi um caso
isolado", afirmou Victor do Carmo, um dos organizadores do evento.
Integrante do movimento pela descriminalização da maconha, Victor disse
que ele e outros representantes da chamada "marcha da maconha" se
retiraram quando alguns manifestantes fecharam uma via de acesso à Praça
da Liberdade - ponto final da passeata. O trânsito na região ficou
bastante complicado.
Segundo a PM, cerca de 800 pessoas participaram do ato na
capital mineira. Os organizadores falaram em 1,3 mil manifestantes.
Combate à
violência
As centenas de mulheres participantes da Marcha das
Vagabunda seguiram o exemplo de outras cidades do Brasil e do exterior.
Com saias curtas, shorts, vestidos e batons vermelhos, elas chamaram
atenção para o fato de que, muitas vezes, as mulheres são estupradas e
violentadas e, embora sejam vítimas, são acusadas de terem provocado a
agressão sexual. “A marcha é para mostrar que meu decote e vestido curto
não são motivos para me estuprarem. O corpo é meu. Encosta nele quem eu
quero”, disse a estudante de ciências sociais Nathalia Ferreira, de 18
anos.
A jovem sentiu-se desrepeitada quando, em uma festa, um
garoto tocou seu corpo sem sua permissão. “Falei para as pessoas, mas
ninguém me deu atenção. Acharam que estava exagerando por reclamar.” A
Marcha das Vagabundas, também chamada de Marcha das Vadias, começou em
Toronto, no Canadá, e internacionalizou-se. As canadenses voltaram-se
contra a fala de um policial que disse que as mulheres deveriam evitar
roupas de vagabundas para não serem estupradas. No Brasil, o evento já
ocorreu em São Paulo, Brasília e Recife. Em Belo Horizonte, cerca de 1
mil manifestantes, entre homens e mulheres, participaram do protesto
auto-declarado como “manifesto festivo.” A Polícia Militar informou que,
como não acompanhou o evento, não tinha números oficiais sobre a
quantidade de manifestanes.
Com batucada, cartazes coloridos, os manifestantes se
concentraram na praça da Estação, seguiram pelo Centro em direção à
Praça da Liberdade, onde se juntou à Marcha da Liberdade, que defende a
discriminalização do uso da maconha. Na quarta-feira, os oito ministros
do Supremo Tribunal Federal (STF) foram unânimes em liberar as
manifestações pela legalização das drogas.
Marcha de
Liberdade
Participantes da chamada Marcha da Liberdade, em Belo
Horizonte, aplaudiram neste sábado a decisão do Supremo Tribunal Federal
(STF), que liberou as manifestações públicas em favor da maconha. "A
marcha da liberdade surgiu da repressão à marcha da maconha e da
violência em São Paulo. É uma forma de estarmos comemorando a vitória na
quarta-feira (quando ocorreu a decisão do STF). Estamos comemorando em
grande estilo o nosso direito de expressar", afirmou o gerente
administrativo, Victor do Carmo, 30 anos, um dos organizadores da
manifestação.
"O direito de liberdade da manifestação do pensamento é
muito claro na Constituição e que o STF fez foi ter uma interpretação
até muito literal do texto constitucional. O que espanta é que os juízes
tenham proibido em algum momento essa marcha da maconha. Não existe
censura prévia no nosso ordenamento jurídico", destacou Túlio Vianna,
professor de Direito Penal da Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG).
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Informações de Márcia Maria Cruz/ Estado de Minas/Agência Estado.
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Foto: EM.
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Incendiários:
Ataques a ônibus
continuam, e polícia não tem respostas
Últimos casos foram
registrados entre a noite de domingo e a madrugada de ontem.
A onda de vandalismo contra ônibus coletivos na região
metropolitana de Belo Horizonte chegou à marca de dez veículos
incendiados em duas semanas. Os últimos cinco casos aconteceram entre a
noite de anteontem e a madrugada de ontem. A situação assusta usuários e
trabalhadores do transporte público, mas a Polícia Civil ainda não tem
respostas para os ataques.
Durante o período, apenas uma suspeita foi presa, acusada
de envolvimento no primeiro ataque, em Contagem, no dia 26 de abril -
ela é mulher de um detento apontado como membro da facção criminosa
paulista Primeiro Comando da Capital (PCC).
Uma das hipóteses levantadas é que a ordem dos ataques
tenha partido de dentro da Penitenciária de Segurança Máxima Nelson
Hungria, em Contagem. Em abril, o presídio foi alvo de uma operação em
busca de armas e drogas, o que teria desagradado aos detentos.
Mistério. Peritos da Polícia Civil ainda investigam a
origem das chamas que destruíram três ônibus suplementares da linha 21
(Dom Cabral/BH Shopping) e um escolar, anteontem, em uma garagem no
bairro Dom Cabral, região Noroeste da capital.
Como não havia ninguém no local e não houve sinais de
arrombamento, a polícia apura a possibilidade de que uma falha elétrica
tenha causado o incêndio.
Já no outro caso, registrado na madrugada de ontem, no
bairro da Graça, região Nordeste da cidade, testemunhas afirmaram ter
presenciado a ação de dois suspeitos. Segundo relatos, o ônibus da linha
suplementar 82 (Minas Shopping/Santa Inês) estava parado na avenida
Cristiano Machado, em um posto de combustível, quando dois homens se
aproximaram, jogaram um líquido inflamável e atearam fogo ao veículo. Em
ambos os casos, não houve feridos nem suspeitos detidos.
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Informações de Jaqueline Araújo/Jornal O Tempo (BH).
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Contagem:
Juíza e delegado
acreditam que Bola pretende matá-los
Além de Marixa
Rodrigues, o chefe do Departamento de Investigações, delegado Edson
Moreira,
constaria na
suposta lista de alvos de Bola, acusado de ter assassinado e ocultado o
cadáver de Eliza Samudio.

O detento Bola.
A juíza do Tribunal do Júri de Contagem, Marixa Rodrigues,
acredita que o plano para matá-la é verdadeiro. Nessa segunda-feira, a
magistrada remeteu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG)
denúncia protocolada pelo assistente de acusação José Arteiro
Cavalcante, que será avaliada pelo Centro de Segurança Institucional (Cesi)
do órgão. Em 20 de abril, um dia depois de o documento ter sido entregue
ao Fórum de Contagem por Cavalcante, o detento Jailson Alves de
Oliveira, autor das revelações, e o companheiro de cela Marcos Aparecido
dos Santos, o Bola, apontado como arquiteto do plano, foram transferidos
de presídio. Ambos foram levados para a Penitenciária Professor Jason
Soares Albergaria, em São Joaquim de Bicas, na Grande BH, e colocados em
espaços diferentes.
Segundo uma assessora da juíza Marixa Rodrigues, a
magistrada acredita no conteúdo da denúncia feita por Jailson Oliveira.
Porém, a assessora comunicou que a juíza não comentaria pessoalmente o
ocorrido. O TJMG informou que o Cesi providenciará o levantamento
preliminar do conteúdo da petição para então providenciar as medidas
cabíveis. Um dos procedimentos pode ser a escolta policial à magistrada.
Ao mesmo tempo, o centro de segurança acionará a Polícia Civil para que
investigue a veracidade da denúncia. Segundo o tribunal, apesar de não
haver um prazo estabelecido para a conclusão do trabalho, ele será feito
o mais rápido possível.
Além de Marixa Rodrigues, o chefe do Departamento de
Investigações, delegado Edson Moreira, constaria na suposta lista de
alvos de Bola, acusado de ter assassinado e ocultado o cadáver de Eliza
Samudio, a ex-amante do goleiro Bruno Fernandes. "Acredito em tudo",
declara o policial. Moreira acrescenta que as informações corroboram o
que está presente nos autos do processo.
De acordo com Jaílson Oliveira, Bola também teria
confessado que queimou o corpo da mulher e jogou as cinzas na Lagoa do
Nado, no Bairro Itapuã, na Região da Pampulha. A polícia fez buscas no
local depois de ter identificado chamadas telefônicas feitas do celular
do acusado a partir do local, mas, à época, nada encontrou.
Outro que estaria na mira de Bola é o próprio José Arteiro
Cavalcante. O assistente de acusação diz não estar intimidado. "Eu estou
esperando virem me pegar", desafia. O presidiário contou que Bola
planejaria a morte de outras pessoas que estariam atrapalhando sua vida,
mas que só revelaria os demais nomes na presença de um juiz. O suposto
plano de Bola seria executado por traficantes cariocas, liderados por um
homem chamado Nem.
O advogado do réu, Zanone de Oliveira, considerou as
denúncias "levianas". Para o defensor, tudo não passa de uma tática da
acusação para manter o caso em evidência. "É tudo invenção para que a
causa não caia no anonimato. Quem falou foi um latrocida, é um absurdo,
não tenho palavras para rechaçar", comenta Oliveira. O criminalista
garante que, desde que atua no caso, nunca presenciou qualquer tipo de
rancor por parte de Bola, "principalmente contra a magistrada",
ressalta.
Sobre a transferência de Bola e Jaílson Oliveira, a
Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) disse se tratar de um
procedimento normal, ligado ao remanejamento de vagas, e que não tem
relação com a denúncia. As revelações foram feitas em 18 de abril,
quando José Arteiro, depois de procurado pela mulher de Jaílson, foi à
penitenciária para conversar com o detento.
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Informações de Thobias Almeida/Estado de Minas (BH).
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Foto: Arquivo VF.
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Belo Horizonte:
Gustavo Mitre assume cargo no Governo
Anastasia*
Ele já tomou posse,
exercendo sua função no Centro Administrativo Tancredo Neves.

Governador
Anastasia e Gustavo Mitre.
O governador de Minas Gerais Antônio Anastasia nomeou o
político de Itaúna Gustavo Mitre para assumir a Diretoria de
Regularização Fundiária Urbana do ITER – Instituto da Terra do Estado de
Minas Gerais, onde já tomou posse, exercendo sua função no Centro
Administrativo Tancredo Neves.
Segundo o Secretário de Governo, Danilo de Castro, a
Diretoria ocupada por Gustavo Mitre foi criada em janeiro e faz parte de
um dos importantes projetos do Governador Anastasia, que é o de
regularização das terras devolutas do Estado.
A titulação tem o objetivo de legitimar terras devolutas,
garantindo a posse definitiva aos pequenos posseiros. Mais de 200
Municípios já firmaram convênio com o ITER, possibilitando aos posseiros
de suas comarcas o acesso rápido às informações necessárias e ao
requerimento solicitando a regularização das terras. Esse programa visa
à regularização de áreas devolutas urbanas e rurais, através de convênio
firmado entre os Municípios e o ITER.
O ITER é um braço importante da SEERF – Secretaria de
Estado da Regularização Fundiária, que tem como secretário de Estado
Manoel da Silva Costa Júnior. O convite partiu do Governador Anastasia
em sintonia com o Senador Aécio Neves e o Secretário de Governo Danilo
de Castro com o intuito de abrir espaço para que o itaunense tenha
oportunidade de desenvolver um trabalho a nível estadual, ajudando os
prefeitos, vereadores e demais cidadãos a regularizar as terras onde se
tem posse e não tem propriedade.
Segundo Gustavo Mitre este é um dos programas mais sociais
que existem no Brasil, pois existem pessoas e famílias que têm a posse
de determinada propriedade há várias décadas e não têm o título de
propriedade registrado nos cartórios de registro de imóveis. E quando
regularizadas, as terras começam a gerar segurança aos posseiros e
riquezas nas regiões, pois a partir da titulação podem ser dadas em
garantia para algum projeto ou negócio. Este fator desencadeia um
processo natural de geração de empregos, renda e desenvolvimento nas
regiões e o que se vê claramente é o aumento do IDH (Índice de
desenvolvimento humano). Mitre diz ainda que o espaço que ocupa é dos
itaunenses, pois dentro de seus limites gostaria muito de contribuir com
a comunidade que lhe deu uma expressiva votação em sua primeira
candidatura no ano que passou.
Ex-candidato
Gustavo Mitre foi candidato a deputado federal, pelo PSL,
tendo ficado como segundo suplente em sua coligação. Recebeu 25.019
votos – sendo mais de 15 mil em Itaúna. Já trabalhou na subprefeitura da
Regional da Pampulha – que tem o tucano Osmando Pereira (ex-prefeito de
Itaúna por 3 mandatos) como sub-prefeito. Para se candidatar a deputado
federal, Mitre deixou a subprefeitura, foi apoiado por Osmando na cidade
quando da campanha de 2010 a federal. Agora, reafirmando seu prestígio
com Anastasia e Aécio, Mitre passa a ocupar este cargo no governo
tucano. É tido como um dos prováveis pré-candidatos a prefeito de Itaúna
em 2012.
* Informações da
Assessoria de Gustavo Mitre e
Jornal Brexó
(Itaúna)
- Imagem:
Reprodução/Brexó.
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