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Darlan Brameld Evangelista

 

 

 

 

 

Darlan Brameld Evangelista é mineiro de nascimento, criado no mundão de Deus. Amante da natureza e da diversidade que a natureza nos apresenta. Por sua enorme variedade de cultura e natureza às vezes sente-se como um estrangeiro nas terras mineiras. Estudou Mídias Sociais e marketing digital no SENAC - SP e neste espaço escreverá sobre o meio ambiente.

 

 

 

 

Meio ambiente:

Amazônia em perigo

A Amazônia aproxima-se perigosamente de um ponto de "sem retorno" se o desmatamento continuar. Diz a ONU*.

 

Recentemente, fatores como as mudanças climáticas, o desmatamento e o uso generalizado do fogo, afetaram o ciclo natural da água nesta região, dizem os biólogos.

 

A floresta da Amazônia aproxima-se perigosamente de um ponto de "sem retorno" se o desmatamento ultrapassar os 20% da sua área original, segundo biólogos da Fundação das Nações Unidas. Num editorial publicado na revista Science Advances, os investigadores o norte-americano Thomas Lovejoy e o brasileiro Carlos Nobre asseguram que o desmatamento da Amazônia alcançou cerca de 17% da sua vegetação original nos últimos 50 anos e advertem que, chegar ao limite de 20%, seria chegar ao abismo climático.

 

A área amazônica produz aproximadamente metade da sua própria precipitação pluvial ao reciclar a umidade à medida que o ar se move desde o Oceano Atlântico, através da América do Sul, até ao oeste. Esta umidade é importante para alimentar o ciclo de água da Terra de forma mais ampla, e afeta o bem-estar humano, a agricultura, as estações secas e o comportamento da chuva em muitos países da América do Sul, advertem os especialistas.

 

Recentemente, fatores como as mudanças climáticas, o desmatamento e o uso generalizado do fogo, afetaram o ciclo natural da água nesta região, dizem os biólogos. Os estudos feitos até agora, apontam para o fato de que interações negativas entre estes fatores significam que o sistema amazônico se alterará.

 

- Fonte ONU.

 

- Foto: Divulgação.

 

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Biodiversidade:

Diretora da ONU faz alerta

Perda da biodiversidade pode levar à extinção da espécie humana*.

 

De acordo com um relatório produzido pela World Wildlife Fund (WWF), conduzido por 59 países, a humanidade perdeu 60% dos mamíferos, aves, peixes e répteis desde 1970.

 

Se a perda de biodiversidade não for travada, a humanidade pode enfrentar a sua própria extinção. Quem faz o alerta é Cristiana Pasca Palmer, diretora executiva da Convenção das Nações Unidas sobre biodiversidade.

 

"A perda de biodiversidade é um assassino silencioso", disse ao The Guardian, realçando que "é diferente das alterações climáticas, cujo impacto é sentido pelas pessoas no dia-a-dia". Com a biodiversidade, explicou, o mesmo não acontece, pelo que, quando as pessoas começam a sentir o que está a acontecer, já poderá ser muito tarde. A responsável pela área da biodiversidade da ONU alertou para a necessidade de o mundo traçar um novo acordo sobre a natureza nos próximos dois anos, ou poderá vir a assistir à sua própria extinção.

 

Na opinião da responsável, a população tem de pressionar os seus governos para traçarem metas ambiciosas para proteger insetos, pássaros, plantas e mamíferos, o que culminará num acordo global celebrado na Conferência de Pequim, em 2020. O objetivo é chegar a um acordo de biodiversidade que tenha o mesmo peso do acordo de Paris para as alterações climáticas, já que os dois últimos nesta área - em 2002 e 2010 - não tiveram o resultado pretendido.

 

No entanto, no geral, o cenário é preocupante. Existem elevadas perdas de biodiversidade causadas pela destruição de habitats, poluição química e problemas com espécies invasoras, que deverão aumentar devido às alterações climáticas. Na África, é esperado que se percam metade das aves e mamíferos até 2050. Com a perda de plantas e vida marinha, a capacidade de a Terra absorver carbono será reduzida, o que criará um ciclo.

 

De acordo com um relatório produzido pela World Wildlife Fund (WWF), conduzido por 59 países, a humanidade perdeu 60% dos mamíferos, aves, peixes e répteis desde 1970. Entre os motivos de esperança, Pasca Palmer destaca a colaboração entre especialistas em alterações climáticas e em biodiversidade, que realizaram a primeira reunião juntos.

 

* Traduzido do artigo publicado no The Guardian UK, em 30/04/2019.

 

- Imagem: Divulgação.

 

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Plástico:

10 dicas para reduzir o uso do plástico na sua casa*

Conheça algumas dicas para o uso racional do plástico que passa pelas nossas casas. Saiba como lidar com os descartes e o que pode ser feito para a reutilização destes materiais.

 

A reutilização do plástico que utilizamos é de grande importância para evitar a poluição em áreas naturais.

 

1. Comece em casa. Faça uma auditoria no plástico que existe em sua casa: embalagens de sabonete líquido, desodorizantes, detergentes, frascos de shampoo. Dispense o sabonete líquido e troque-o por sabão ou sabonete; use cotonetes com hastes de bambu ou papel, por exemplo; procure embalagens de detergente líquido em garrafas plásticas recicladas e encontre um refil para as encher de novo. Também há papel higiénico em embalagens recicladas.

 

2. Nos EUA, todos os anos são descartadas milhões de escovas de dentes de plástico - trata-se de cerca de 50 milhões de quilos de resíduos. Tente usar escovas de dentes de bambu: biodegradam-se em cerca de seis meses.

 

3. Quando for às compras, leve sacolas de tecido reutilizáveis.

 

4. Tente comprar por atacado e colocar produtos secos, como arroz, macarrão ou lentilhas, em frascos de vidro, para evitar a compra de produtos embrulhados em plástico.

 

5. Recicle os brinquedos de plástico que as crianças já não usam. Procure entregar em associações na sua região, doando a crianças desfavorecidas. E opte por lojas de segunda mão (brechó) ao procurar presentes.

 

6. na rua leve o seu café em copos reutilizáveis.

 

7. Diga não aos talheres de plástico. Na sua marmita inclua um garfo de metal ou use uma alternativa compostável.

 

8. Não use película plástica aderente (plástico-filme) para a sua comida. Em alternativa, use folhas de alumínio ou caixas de plástico reutilizáveis (tupperwares).

 

9. Use uma máquina de barbear elétrica em vez de lâminas descartáveis de plástico.

 

10. Escreva para empresas cujas embalagens não sejam recicláveis, pedindo-lhes que considerem o uso de materiais menos destrutivos.

* Fonte
: The Guardian UK.

 

- Imagem: Divulgação.

 

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Contaminação:

A presença de microplásticos na água

Água da torneira de todo o mundo contaminada por microplásticos.

 

Por Darlan Brameld Evangelista*

De São Tomé das Letras-MG

Para Via Fanzine &

Jornal São Tomé Online

21/03/2019

 

Na investigação da Orb, foram encontradas partículas de plástico na água com 2,5 micrômetros, ou seja, 2500 vezes maior do que uma nanopartícula.

 

Cientistas encontraram microplásticos na água da torneira de vários países do mundo, num estudo sobre a contaminação de plásticos no ambiente. Os microplásticos foram encontrados em 83% das amostras de água potável recolhidas em mais de dez países, dos EUA à Índia, passando pela França, fazendo temer que o problema possa ser generalizado.

 

Segundo a investigação da organização de jornalistas Orb Media, os Estados Unidos foram o país que demonstraram uma maior taxa de contaminação: 94% das amostras recolhidas, incluindo na sede da Agência de Proteção Ambiental, na Trump Tower de Nova Iorque e no congresso norte-americano, apresentavam vestígios de plástico.

 

No Líbano foi encontrada a mesma taxa de contaminação. O Reino Unido, Alemanha e França apresentavam as menores taxas de contaminação por microplásticos, mas ainda assim superiores a 72%. Na Índia e no Uganda a taxa é superior a 80%, segundo o The Guardian.

 

Perante este cenário, a água engarrafada pode não ser a solução, já que os mesmos microplásticos foram encontrados em garrafas de água vendidas nos Estados Unidos.

 

"Ao observar a vida selvagem e os impactos que o plástico tem tido na vida selvagem, temos dados suficientes para ficarmos preocupados", disse Sherri Mason, especialista em microplásticos da Universidade Pública de Nova Iorque em Fredonia. "Se tem efeitos na vida selvagem como podemos pensar que não vai de alguma forma nos afetar?", continuou Mason.

 

Anne Marie Mahon, do Instituto de Tecnologia Galway-Mayo, que conduziu na Irlanda um estudo sobre o mesmo tema, disse que há dois grandes motivos para preocupações. O primeiro é o tamanho das fibras de plástico e os agentes patogénicos, capazes de produzir doenças, que os microplásticos trazem.

 

Investigação

 

Fungo marítimo é solução para erradicar microplásticos dos oceanos Mahon alertou que, se há fibras de plástico na água da torneira da Irlanda, podem existir também nanopartículas de plástico "que não conseguimos medir". "Assim que estão na escala nanométrica podem infiltrar-se nas células, o que quer dizer que podem infiltrar-se nos órgãos e isso é preocupante", explicou.

 

Na investigação da Orb, foram encontradas partículas de plástico na água com 2,5 micrômetros, ou seja, 2500 vezes maior do que uma nanopartícula. Os microplásticos contêm e absorvem químicos tóxicos que depois libertam no interior do organismo, como foi revelado em estudos com animais selvagens. Além disso, "as condições no intestino facilitam a rápida libertação" dos químicos, explicou Richard Thompson, da Universidade de Plymouth, à Orb.

 

Frank Kelly, do King's College de Londres, explicou em 2016 que os microplásticos, quando inalados, "poderiam libertar químicos para a parte inferior dos pulmões e até talvez entrar na circulação sanguínea". O professor Kelly pede que sejam feitas mais investigações sobre os riscos para a saúde da ingestão de plásticos. Neste momento, os cientistas investigam como os microplásticos chegaram à água potável, havendo várias hipóteses em cima da mesa. A roupa, por exemplo, liberta plásticos para a atmosfera, principalmente quando são usadas máquinas de secar roupa, que podem eventualmente poluir lagos e outros corpos de água, segundo Johnny Gasperi, da Universdade de Paris-Est Creteil, na França.

 

Investigadores da Universidade de Plymouth, no Reino Unido, descobriram ainda noutro estudo que os plásticos podem entrar no sistema de água com o uso de máquinas de lavar. Cada lavagem liberta até 700 mil fibras de plástico para o ambiente, concluiu a investigação. A chuva também poderá ajudar a arrastar o plástico para os corpos de água.

  

Ciência

 

Sal usado na comida tem microplásticos. Um estudo publicado em julho de 2018 na revista científica Science Advances afirma que forma produzidos 8300 milhões de toneladas métricas de plástico desde 1950. Estima-se que sejam produzidas 300 mil toneladas de plástico todos os anos e, destes, apenas 20% são reciclados ou incinerados. Grande parte acaba por poluir o ar, o solo e o mar.

 

"Estamos continuamente a encher os ecossistemas com plástico e temo que possam haver todo o tipo de consequências adversas e não intencionais que só perceberemos quando for tarde demais", disse o professor Roland Geyer, da Universidade da Califórnia e Santa Bárbara, que liderou o estudo.

* Publicação original
: Diário de Notícias.

 

- Foto: Divulgação.

 

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Ação popular:

Mutirão para cuidar da Biquinha

O movimento Todos Pela Água diz que vai continuar a monitorar e promover novos mutirões, além de dialogar e buscar ajuda com as autoridades locais.

 

Por Darlan Brameld Evangelista*

De São Tomé das Letras-MG

Para Via Fanzine &

Jornal São Tomé Online

22/02/2019

 

Água limpa desce numa queda pela Biquinha, ao lado da água barrenta que desce da estrada.

 

No sábado chuvoso do dia 16/02 aconteceu o mutirão para cuidar da Lagoinha ou Biquinha (os dois nomes se referem ao mesmo local). A partir de um lamento de um dos membros do coletivo Todos Pela Água, surgiu então a ideia de promover este mutirão junto a comunidade para promover melhorias neste córrego de águas limpas e tão próximo a cidade que vem sofrendo com lixo que é descartado na estrada e sendo assoreado pela água da chuva que escorre trazendo pedras e areia  da mesma estrada que passa próximo ao local.

 

Foram registrados vídeos [assista abaixo], onde é possível ver a água limpa da nascente antes da estrada (mostrando a necessidade de cercar a área das nascentes) e depois a água suja e barrenta que escorre nos dias de chuva até chegar ao córrego. Podemos ver como isso acarreta no assoreamento do córrego da Lagoinha. Esse mutirão foi apenas um passo no sentido de chamar a atenção para o problema e um primeiro passo dentre outras ações que são necessárias se o objetivo for a recuperação desta área.

 

Nesta ação o mutirão recolheu o lixo jogado no local e ou trazido pela água da chuva, fez micro barragem para evitar o assoreamento do córrego, mas ainda há mais a ser feito. O movimento Todos Pela Água diz que vai continuar a monitorar e promover novos mutirões, além de dialogar e buscar ajuda com as autoridades locais.

 

Membros do Todos pela Água participaram da ação de limpeza na região da Biquinha.

 

Relato de Aninha sobre o mutirão: “Estamos muito felizes, pois a partir deste mutirão podemos observar como o movimento Todos Pela Água é orgânico e fluídico, foi através de um lamento de um dos membros do movimento a respeito do descaso com a Lagoinha, o professor Lico que já havia analisado aquele local em uma outra ação para proteção de nascentes, viu se então a necessidade de alguma ação, este foi um primeiro passo rumo a recuperar a área da Lagoinha, com esta ação também conseguimos observar que na área de recarga do córrego existem várias nascentes, também pudemos ver na prática como que a falta de bacias para contenção da água barrenta colabora para o assoreamento do córrego da lagoinha...”.

 

Participaram deste mutirão: Aninha, professor Lico, Leticia, Lucas e Di.

 

- Fotos: Todos Pela Água/Divulgação.

 

- Extras: Assista aos vídeos no local: Video 1  Vídeo 2  Vídeo 3  Vídeo 4

 
- Produção: Pepe Chaves.
© Copyright, Pepe Arte Viva Ltda.

 

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Dieta Vegana:

Ser vegano realmente pode salvar o planeta?

A primeira sociedade vegana registrada no planeta foi na Inglaterra em 1847 e até Gand fez parte dessa sociedade vegana em 1891.

 

Por Darlan Brameld Evangelista*

De São Tomé das Letras-MG

Para Via Fanzine &

Jornal São Tomé Online

25/01/2019

 

Hoje em dia milhares de pessoas se declaram veganas, para alguns ser vegano é pelos animais, para outros ser vegano pelo meio ambiente.

 

A dieta vegana tem se tornado popular nos últimos anos, veganos não se alimentam de produtos de origem animal, como carne, laticínios, mel, ovo e nem usam produtos de origem animal como couro e lã por exemplo. Algumas pessoas escolhem ser veganas por causa do sofrimento dos animais, mas cada vez mais as pessoas estão escolhendo serem veganas por causa do aquecimento global, a carne e os laticínios que são produzidos hoje em dia são completamente insustentáveis. então se comer carne e beber leite é insustentável, tornar-se vegano pode realmente salvar o mundo?

 

Pessoas tem evitado comer carne fazem muitos e muitos anos, os primeiros relatos datam de 500 anos antes de Cristo, Pitágoras o cara do triangulo promoveu uma dieta sem carne e baniu os seus seguidores que usavam couro, a primeira sociedade vegana registrada no planeta foi na Inglaterra em 1847 e até Gand fez parte dessa sociedade vegana em 1891.

 

Hoje em dia milhares de pessoas se declaram veganas, para alguns ser vegano é pelos animais, para outros ser vegano pelo meio ambiente, de fato um estudo da faculdade de Oxford na Inglaterra descobriu que não comer carne tem um impacto enorme para o meio ambiente, sabemos que o gases de efeito estufa tem afetado o clima na terra. Então como que a sua carne e o seu bacon de cada dia têm a ver com aquecimento global? Bem porque as pessoas adoram comer carne e isso significa que precisamos criar muito gado pra dar conta do apetite global, estima-se que atualmente temos 4.5 bilhões de cabeças de gado, ovelhas e porcos, 23 bilhões de frangos. De fato a agricultura é responsável por 15% dos gases de efeito estufa (carbônico) isto é mais que a poluição de aviões, trens e carros juntos, o problema dos animais para abate e consumo humano é que você precisa alimentá-los, então você precisara de fertilizantes, água e terra, e tudo isso produz gases de efeito estufa (carbônico), mas não para por aí, animais também produzem gás metano, que tem o efeito de aquecer o planeta aproximadamente 28 vezes mais que o gás carbônico, Hoje em dia aproximadamente 80% da terra usada pela agricultura é destinada para a produção de carne, mas ela só produz 20% das calorias que nós humanos comemos, o gado de corte precisa de mais terra para produção de carne do que porcos, ovelhas e galinhas por exemplo, também precisam de mais comida cerca de 25kg de comida para cada quilo de carne e de água cerca de 15.000 litros de água por cada quilo de carne produzida.

 

Não estou dizendo aqui que seria fácil para todo mundo adotar a dieta sem carne, nós precisaremos de mais pesquisas para dizer se o mundo precisa, e se todos deveriam se tornar vegano. Mas vegan ou não, a carne é um problema para o mundo, nós precisamos olhar para todo o quadro para então decidir quais mudanças nós precisamos e quais mudanças a sociedade acha que é aceitável para fazer de nós e de nosso planeta um lugar sustentável. Por cinco décadas o consumo de carne vem aumentando e em 2010 chegamos a marca de 300 milhões de toneladas de carne consumida por ano em todo o planeta e a expectativa e de crescer mais 75% até 2050 a medida em que países em desenvolvimento atingir os níveis de consumo dos países desenvolvidos.

 

Talvez você não esteja convencido dos argumentos para se tornar vegano, mas se você reduzir o consumo de carne, comprar sua comida de produção local e sustentável, irá reduzir sua pegada de carbono. Se nós não começarmos a reduzir nossa pegada de carbono agora, então parar as catástrofes do aquecimento global se tornará algo cada vez mais difícil.

 

- Traduzido do artigo original feito pelo Channel 4 UK.

 

- Foto: Divulgação.

 
- Produção: Pepe Chaves.
© Copyright, Pepe Arte Viva Ltda.

 

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Preservação:

Você sabe a diferença entre APA e APP?

Em São Thomé das Letras existe uma APA área de 3.115,08 há, subdividindo o uso do solo em capoeira, mata, campo rupestre, pastagem e agricultura. Zoneada em preservação da vida silvestre, conservação da vida silvestre e uso agropecuário.

 

Por Darlan Brameld Evangelista*

De São Tomé das Letras-MG

Para Via Fanzine &

Jornal São Tomé Online

14/01/2019

 

É provável que dentro das APAs, dependendo das condições geográficas do terreno, existem várias APP - Áreas de Preservação Permanente. É importante estar atento a todas essas definições.

 

Em São Thomé das Letras existe uma APA área de 3.115,08 há, subdividindo o uso do solo em capoeira, mata, campo rupestre, pastagem e agricultura. Zoneada em preservação da vida silvestre, conservação da vida silvestre e uso agropecuário.

 

Engloba importantes atrativos naturais de relevância turística, tais como: Cachoeiras da Eubiose, do Flávio, Véu de Noiva, Paraíso, Cachoeira da Lua, Gruta do Feijão, Cruzeiro e Pedra da Bruxa no Parque Municipal Antônio Rosa e o Cruzeiro do Canta Galo. Mas você sabe a diferença entre uma APA e uma APP?

 

APA é a sigla que designa o nome de uma categoria de Unidade de Conservação federal – a Área de Proteção Ambiental. Essas áreas pertencem ao grupo de UCs de uso sustentável, em geral extensa, com certo grau de ocupação humana, com atributos bióticos, abióticos, estéticos ou culturais importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populações humanas.

 

As APAs têm como objetivo proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais. Elas podem ser federais, estaduais ou municipais.

 

E é provável que dentro das APAs, dependendo das condições geográficas do terreno, existem várias APP - Áreas de Preservação Permanente. É importante estar atento a todas essas definições. A obrigação de preservar as APPs é do proprietário do terreno, que inclusive deve recompor a vegetação original delas, caso tenham ocorrido alterações.

 

Existem vários tipos de APP que são definidas pelas condições geográficas do terreno tais como faixa marginal dos rios, topo dos morros, proximidade das nascentes, terrenos acima de 1.800m. É importante ficar atento porque para a APP existir basta que a condição geográfica seja atendida, independente do domínio da área ou da vegetação existente, ou seja, existem APP em terrenos privados e públicos, na zona rural e na zona urbana.

 

- Foto: Minasgerais.com.br.

 
- Produção: Pepe Chaves.
© Copyright, Pepe Arte Viva Ltda.

 

 

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