UFOVIA - ANO 5 

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 relatos

 

 

Bertioga-SP:

Avistamento de 'bumerangue voador'

Testemunha afirma que avistou um gigantesco e silencioso objeto sobrevoar a baixa altitude durante a madrugada.

 

Por Pepe Chaves*

de Contagem-MG

para UFOVIA

 

Duas imagens encontradas pela testemunha na internet são muito semelhantes ao que viu, com algumas

pequenas  diferenças: as luzes eram laranjas (nesta imagem aparecem em azul) e o objeto era totalmente

em forma de bumerangue sem as saliências internas mostradas no outro desenho.

 

Algo parece ocorrer, nas entrelinhas da Segurança Nacional, ou um verdadeiro delírio coletivo está se fazendo no Brasil. Estou me referindo aos mais recentes casos de avistamentos relacionados a objetos voadores não identificados OVNI que, de alguma forma, corromperam o espaço aéreo brasileiro.

 

De estados distintos desse nosso imenso país, e sem nenhuma relação entre si, pessoas de cultura e formações também distintas nos escrevem diariamente, narrando suas experiências e avistamentos de objetos voadores, sobretudo, bastante luminosos.

 

Os casos mais recentes que noticiamos em UFOVIA, ocorreram em Itatira-CE e Cláudio-MG nestes três últimos meses, onde não somente uma testemunha, mas várias, presenciaram objetos não identificados em evolução nos céus brasileiros.

 

Na terça-feira, 03/02/2009, me chegou o seguinte relato, “Olá Pepe, boa noite. Preciso relatar-lhe um avistamento que ocorreu na Riviera de São Lourenço, Bertioga no sábado dia 31 de Janeiro 2009, exatamente às 3h35. Dado ao calor que fazia e o quarto em que estava não havia ar condicionado, levante-me, tomei um banho com água fria, em seguida fui a cozinha peguei um suco de tomate coloquei gelo e fui toma-lo na varanda do prédio em que estava hospedado pois tiramos, eu e minha família, aquela semana de descanso”.

 

Muitos desses casos de avistamentos são constatados na calada da noite e no silêncio velado das madrugadas. O rapaz continua narrando seu avistamento peculiar, “Sentei-me tranquilamente em uma poltrona na varanda e quando olho ao acaso para o céu, pois havia chovido muito na sexta, o céu estava completamente limpo e com muitas estrelas, o cruzeiro do sul estava cintilante. Qual não foi minha surpresa observar, vindo do oeste, várias luzes piscando, mas eram em forma de ‘V’ e vinham em direção ao prédio em frente que é de frente para o mar. Conforme as luzes se aproximavam percebi que faziam parte de um único objeto”.

 

Ele continua descrevendo o objeto e a sensação que teve ao ver aquilo, “Pepe, o objeto era realmente imenso, mas grande mesmo talvez do tamanho de um prédio de uns seis andares... E tinha forma de bumerangue, voava baixo, pois passou por cima do prédio de 10 andares em frente ao que eu estava a não mais de uns 100 metros, relativamente baixo e perto, assustadoramente perto”.

 

Segundo ele, o OVNI não emitia nenhum som, era absolutamente silencioso. “Abaixo existiam várias luzes de cor laranja que começavam com dimensões menores e esféricas nas extremidades do bumerangue e iam aumentando de circunferência até uma esfera bem maior na ponta do bumerangue”, afirmou.

 

Em sua observação, a testemunha reparou que o “casco” do objeto não era brilhante, ao contrário, parecia ser de cor escura ou mesmo negro, “Precisei focar a atenção para perceber sua cor, como disse um bumerangue gigantesco”, afirmou.

 

Ele calcula que o objeto voador passou talvez cerca de 800 a 1000 metros de distância do local em que se encontrava, “e ele parecia planar, não era veloz, ao menos não era tão rápido, não sei, talvez uns 80 ou 100 km por hora o que a essa distância não parecia ser veloz”, acrescentou.

 

A testemunha informou que o avistamento todo durou entre 20 a 30 segundos. “Pensei em pegar a filmadora, mas estava em estado de choque e também julgando a velocidade [do objeto] e até que eu a achasse e a ligasse perderia a passagem”, disse.

 

Pepe, eu realmente fiquei estarrecido. Eu pesquisei na internet e parece que eu não sou ou fui o único a avista-lo. Se for algum objetivo oculto pelos governos porque tantas luzes? E como um objeto tão grande planava tão lentamente?Será que só eu o vi aqui no Brasil no litoral norte de São Paulo aquela noite? Você sabe se existem outros relatos naquele dia? Como alguém não poderia ter visto um objeto dessa dimensão?”, pergunta ele, com muita curiosidade.

 

De fato, são mistérios que mexem com a crença e a busca por respostas por parte das testemunhas, geralmente, para o resto de suas vidas. Se quando avistamos algo assim, estarrecedor, já somos levados, muitas das vezes, a refletir e pesquisar sobre determinado assunto, é de se pensar o que ocorreria se houvesse uma aparição aberta e pública de tais objetos a nível global.

 

Objetos voadores em formato triangular ou de bumerangue existem e já foram avistados em diversas partes do mundo, sem, contudo, obtermos quaisquer informações concretas sobre suas origens e suas funções em nosso meio.

 

* Pepe Chaves é editor do portais Via Fanzine e UFOVIA.

- Fotografia: Arquivo da testemunha

 

- Produção: Pepe Chaves

© Copyright 2004-2009, Pepe Arte Viva Ltda.  

 

 

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Fortaleza-CE:

Avistamentos de um sub-tenente

Aos 15 anos este sub-tenente da Reserva do EB teve o seu primeiro avistamento ufológico. Mais tarde ele veria outros objetos voadores inexplicáveis, que serviriam somente para aguçar ainda mais a sua curiosidade pelo assunto.

 

Por Pepe Chaves*

de Contagem-MG

para UFOVIA

Marleno Moura

 

O cearense Marleno de Paula Moura nasceu no ano de 1935 em Fortaleza-CE, onde reside. É sub-tenente reformado do Exército e entrou para a Reserva Remunerada em 1983. Perto de completar 73 anos, Moura jamais esquecerá seus avistamentos ufológicos, iniciados em sua adolescência. A curiosidade o levou a simpatizar pelo assunto, fazendo que ele mantivesse contato com a ufologia ao longo de sua vida, como por exemplo, lendo diversas reportagens da revista O Cruzeiro, dentre outras, além de livros em bibliotecas do Exército brasileiro. Seu interesse maior era pelas pesquisas do legendário militar brasileiro general Uchoa na região de Brasília, onde realizou algumas tentativas de contato. Mas, os avistamentos de Moura, se restringiram à visualização a olho nu de objetos voadores não identificados e, num deles, chegou a pegar seu carro na garagem e tentar, em vão, seguir um UFO que voava relativamente baixo, por sobre uma rodovia.

 

Relembrando como se iniciou seu interesse pela Ufologia, Marleno Moura nos conta que, “Meu primeiro avistamento foi em 1950, aos 15 anos de idade. Eu morava na praia do Náutico e mais ou menos às 17h30, eu estava sentado na areia, na parte mais alta da praia, juntamente com meu primo Antônio, mais novo que eu. Estávamos conversando tolices, olhando para a o fim o horizonte marítimo, quando vimos uma bola luminosa sair de trás da “risca” do mar, como dizem os pescadores. A esfera subir na vertical e eu disse emocionado para meu primo: ‘Olhe, estão soltando fogos de algum navio’. Mas não vimos o navio. Depois, outra bola seguiu a primeira, na vertical, como se fosse a linha da tangente à Terra. Foi um total de cinco bolas que subiram vagarosamente até desaparecerem no céu, por causa do tamanho reduzido. Intuitivamente, eu sabia que havia diferença entre fogos de artifício e aquelas esferas. Finalmente terminou a série de bolas luminosas, ou que apenas refletiam o Sol. Eu e meu primo nos conservamos calados e voltamos para casa sem nunca comentar isso. Poderíamos ser chamados de mentirosos”.

 

'Rapidamente, tirei o Chevette da garagem e segui o objeto para a direção Sul.

Entrei na BR-116 e por minha ‘sorte’ o objeto seguia quase por cima dessa rodovia'

 

Aos 40 anos de idade, ele voltaria a ver algo inusitado nos céus de Fortaleza. Nessa ocasião, movido por grande curiosidade, chegou a seguir o objeto com seu automóvel, conforme nos conta, “Foi num dia de 1975, em Fortaleza, depois que vim do Arquivo do Exército (onde eu lia reportagens sobre o general Moacyr Uchoa). Mais ou menos às 19h, vi da frente de minha residência, a uns 45 graus de altura, um objeto esférico, não muito grande (não consegui avaliar o tamanho), não muito alto (medida subjetiva), luminoso, muito vermelho e deslocando-se de Norte para o Sul. Num lampejo de memória vi que eu poderia segui-lo pela BR-116, que ficava próximo uns três ou quatro quilômetros, quase no mesmo sentido da rua em que moro. Rapidamente, tirei o Chevette da garagem e segui o objeto para a direção Sul. Entrei na BR-116 e por minha ‘sorte’ o objeto seguia quase por cima dessa rodovia. Meu Chevette só conseguiu chegar a 120 km/h e por isso, o objeto, que aparentemente voava vagarosamente foi voando bem à frente, até que perto de Messejana eu o perdi de vista no céu escuro. Voltei quase frustrado, mas me conformei, pois seria impossível eu seguir um objeto voador, estando eu no chão, cheio de estradas que não nos levam ao azimute que desejamos”.

 

Passados 21 anos, ele voltaria a ver uma estranha luz que sobrevoou o alto de sua cabeça. Explica ele que, “Continuo morando na mesma residência do avistamento de 1975. Mais ou menos em l996, todos os dias eu ia deixar e levar meu filho mais velho (engenheiro) ao local de trabalho dele (SUMOV- órgão da Prefeitura). Parece-me que no mês de fevereiro de 1996, ao fechar as portas e janelas de minha residência, na última janela a ser fechada, mas ou menos à Leste, vi uma esfera idêntica ao planeta Vênus, geralmente fixado a Noroeste, mas lá estava Vênus em sua posição costumeira. A luz veio voando em direção ao alto de minha cabeça, ou seja na direção Sudeste. Deixei de vê-la por causa do telhado. No dia seguinte, vi no jornal DN uma foto e o depoimento de um ‘ufólogo’ cearense, dizendo tratar-se da estrela Vênus. Acontece que o rapaz que havia, por coincidência, filmado a trajetória do objeto esférico luminoso não forneceu o azimute do trajeto. Parece que o UFO que surgiu ao lado do avião que conduzia D. Aloísio Loscheider, também foi considerado como sendo a estrela Vênus, ‘seguindo’ a aeronave”.

 

Seu último avistamento também foi uma luz similar ao planeta Vênus, porém, o céu estava nublado naquela noite. “Em fevereiro de 94, época chuvosa em Fortaleza, lá pela 7h30 h fui buscar meu filho na SUMOV e vinha dirigindo um Bugue e ao chegar próximo à nossa casa, vindo em uma rua paralela à que nós morávamos, com uma diferença de umas cinco ruas paralelas para o lado direito, para onde eu iria dobrar, vi muito alto, a uns 60 graus de altura do horizonte, uma esfera luminosa, branco-azulada, idêntica ao planeta Vênus. Só que o tempo estava completamente nublado e o céu muito escuro. Não haveria nunca a possibilidade de ser o tal planeta, pois ele estando à minha frente, ocupava a posição Sul da cidade. Estava em posição completamente diferente do Noroeste, onde normalmente Vênus é visto por aqui. Fui para casa mais apressado para ver o objeto esférico luminoso, mas quando cheguei em casa não o vi mais. Foi uma pena. Foi isso que eu vi e não sei o que era. Há muita coisa na natureza que não se pode provar sua existência, mas que existe”, afirma, convicto naquilo em que viu, mas ainda não pode ser explicado.

 

Moura continua lendo sobre o assunto, sobretudo na internet, onde retira diversos textos que separa para ler com calma. Em nossas conversas por e-mail, ele se mostra frustrada com as fraudes, montagens e trucagens que circula pela rede, mostrando UFOs. Falando sobre isso, ele pergunta para nós, “Nos dias de hoje, o que pode ser verdade em Ufologia?”.

 

* Pepe Chaves é editor do portais Via Fanzine e UFOVIA.

- Fotografia: Arquivo UFOVIA.

 

- Produção: Pepe Chaves

© Copyright 2004-2008, Pepe Arte Viva Ltda.  

 

 

         

 

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