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A ‘Mãe do Ouro’ em Minas
Gerais
As
instigantes luzes que vagam pela noite são registradas comumente
nos
arredores de uma majestosa serra na cidade mineira de Itaúna.
Por
Pepe CHAVES*
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LUZ
INEXPLICÁVEL - Durante
quatro anos (dois em campo) pudemos pesquisar – e presenciar - alguns
dos inúmeros casos de avistamentos luminosos em Itaúna/MG. São várias
testemunhas de ocorrências diversas onde figuram “bolas de luz” ou “de
fogo” e “luzes”.
A estes
avistamentos de pequenos objetos luminosos os ruralistas mineiros
denominam de “Mãe do Ouro”. Trata-se de uma esfera luminosa de diâmetro
pequeno, mormente vista em regiões ermas e rurais. Na maioria dos casos
o objeto flutua a poucos metros do solo, mas pode também tomar alturas
incríveis.
Geralmente são da cor amarelo-dourada, daí a sua associação com o ouro.
No Brasil este fenômeno já foi registrado por pesquisadores, em diversos
estados, sendo mais comum no sudeste, norte e nordeste do país.
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Bola de Cristal -
complexo modelo de sonda
esférica transparente, detalhadamente narrado por uma testemunha
a esse
autor. (este
objeto teria cerca de 30cm de diâmetro). |
Pudemos
observar que o avistamento da Mãe do Ouro é mais comum nas zonas rurais ou
ermas; raros são os casos de aparecimento destes “objetos luminosos” no meio
urbano. Porém, a regra cai por terra ao constatarmos fato acontecido em São
Paulo e filmado nitidamente à época, por um garoto de 11 anos, em Capão
Redondo, no ano de 1998.
Muitos pesquisadores da ufologia acreditam que a Mãe do Ouro seja uma
espécie de “sonda” enviada por civilizações desconhecidas que poderiam ser
extraterrestres ou intraterrestres. Existe também a hipótese de que estes
objetos sejam engenhos tecnológicos e secretos inseridos em certas regiões
por nações mais avançadas, com o intuito de espionar terrenos ricos em
mananciais, minerais e outros. Sendo assim, tais sondas funcionariam como
uma espécie de câmera ambulante, como se fosse um “olho eletrônico”,
teleguiado, que buscaria registros e informações sobre o homem e a natureza,
além de amostras de territórios, vegetação, água, ar, insetos e minerais
terrestres.
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EXPERIÊNCIA PESSOAL -
Este escriba mesmo, em 1996, já presenciou a evolução de um objeto
desses, que o seguiu por cerca de 200 metros, a uns 150 metros em
paralelo comigo. A “Mãe do Ouro” que vi e me seguiu se apresentou como
uma esfera de luz com cerca de 15 cm. Eu a avistei entre os bairros
Morada Nova e Cidade Nova, em Itaúna, quando havia apenas uma trilha no
meio do mato e que ligava esses dois bairros.
Eram por volta de 23 h, possivelmente
em dia de julho. Ao ver aquela luz meio dourada e fraca, julguei ser a
lanterna de alguém pescando no pequeno lago, poucos metros adiante, bem
no meu caminho. Segui minha rota, temendo ser alguém que estivesse ali
com alguma arma. Porém, ao me “ver”, a luz diminuía e aumentava sua
intensidade, ficando mais fraca quando se distanciou de mim. |
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Sonda do
tipo "lanterna",
presenciada por este autor. Chamada de
Mãe do Ouro,
por sua luz
dourada.
(15cm). |
Não pude
ver seu movimento de distanciamento, mas sem dúvida, deve ter sido
incrivelmente rápido, pois, quando cheguei no local em que ela se
encontrava, a avistei brilhando a uns 150-200 metros, num pasto ao lado, com
uma intensidade baixíssima, quase invisível aos meus olhos. Ela se alinhou
paralelamente a mim, e me seguiu até que eu entrasse nas ao abrigo das luzes
da cidade. Senti uma vontade enorme de atravessar aquele pasto e ir ao seu
encontro, no entanto, armava uma forte chuva e já caíam as primeiras gotas,
o que me desestimulou. Nesta noite caiu uma tempestade em Itaúna como
ninguém nunca vira antes! Trovões fortíssimos foram ouvidos durante toda a
madrugada, com uma incrível sensação de que aconteciam explosões bem acima
de nossas cabeças... Após este ocorrido, me interessei pelo assunto e me
enveredei na pesquisa sobre estes pequenos objetos.
DENTRO
DE CASA -
Através de muita pesquisa, lendo materiais especializados no assunto e
colhendo relatos posteriores, vi que estes objetos variam de forma, tamanho,
cor e função. Houve um caso notório na década de 40 na cidade de São Roque,
onde uma esfera de luz entrou pela janela de uma casa e matou um cidadão,
João Prestes. Este caso foi devidamente pesquisado pelo ufólogo Cláudio
Tsuyoshi Suenaga [UFO, 56???], que décadas depois, esteve em São Roque e
remontou a história com familiares do falecido Prestes. Naquele caso, ficou
patente a “queimadura” que vitimou Prestes, de forma anormal, o que se faz
crer que tais “queimaduras” tenham sido causadas por liberação de algum
elemento radioativo.
Na
região da zona rural da cidade de Itatiaiuçu, próxima Itaúna, uma família
passou por terríveis experiências com uma dessas bolas iluminadas que,
costumeiramente, adentrava a sua residência. Segundo nos foi relatado por um
parente das vítimas, o estranho objeto, por vezes, adentrou a casa e
percorreu todos os cômodos, deixando os moradores em polvorosa,
restando-lhes como única alternativa, se esconderem debaixo das camas.
'Eles
ficaram impressionados com aquilo, sobretudo o vigia
da
prefeitura, que naquela noite se trancou de medo num
dos
cômodos da granja e não saiu mais para fora.'
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MATA
DA ONÇA - No município de Itaúna, no
centro-oeste mineiro, contam-se diversos causos e casos, envolvendo tais
esferas luminosas, geralmente à noite e em localidades rurais. |

Detalhe da Mata da Onça em aquarela de Gláucio Bustamante |
O
local com maior índice de avistamento de “luzes não identificadas” se dá na
conhecida Serra Mata da Onça, que se localiza atrás da Granja
Escola “São José”,
uma fazenda-escola de propriedade da Prefeitura de Itaúna e local de
estudo para menores carentes.
A
serra dista cerca de 3 km do centro de Itaúna e suas “luzes” já foram
avistadas também por pessoas de bairros distantes que, algumas vezes,
puderam observar os estranhos fenômenos que ocorrem naquele local.
Desde os
anos 40 (e, certamente, anteriormente a isso) são avistadas luzes naquelas
cercanias, que vagueiam pela noite, impressionando sempre pessoas que as
avistam, sobretudo por se tratarem de algo peculiar e inexplicável
cientificamente. Pude conversar com várias testemunhas de avistamentos
naquela região, as quais, em épocas distintas, puderam observar de alguma
forma as evoluções destes prováveis pequenos ufos. Também distintas são tais
testemunhas, pois variam de sexo, idade, crença religiosa e grau de
instrução. Algo nos faz crer que aquela imponente serra rochosa guarda
segredos invulneráveis e ainda incompreensíveis àqueles que a cercam.
Um caso que
merece destaque, sobretudo por envolver testemunhas idôneas, aconteceu com
Maria do Carmo, esposa de Antônio, atual caseiro da Granja Escola da
prefeitura. Ela nos conta que em agosto de 2000, juntamente com o vigia da
prefeitura, Ronaldo, pôde observar a evolução de uma esfera de luz, do
tamanho de uma bola de basquete, que segundo ela mudava de cor e se
movimentava nas dependências da fazenda municipal. Ela brilhava e voava,
porém, quando se encontrava em um lugar, desaparecia, reaparecendo
instantaneamente em outro local distante daquele. Eles ficaram
impressionados com aquilo, sobretudo o vigia da prefeitura, que naquela
noite se trancou de medo num dos cômodos da granja e não saiu mais para
fora. Ligamos para ele em serviço e prontamente o funcionário municipal
corroborou todo o extenso depoimento que Dona Maria do Carmo havia nos
concedido pouco antes, afirmando-nos o seu temor daquela visão.
FAJARDO:
'Este
lugar não é muito bento não'.
Ele presenciou diversos casos
de avistamento
da Mãe do Ouro na Mata da Onça, quando era interno da Granja
Escola nos
anos 50 e posteriormente. Segundo ele, ocorrem ali casos de assombração
também, como o
do estranho e notório 'pássaro' que 'canta' no pé das pessoas e
em menos de um
segundo 'canta' há centenas de metros de distância.
Ex-funcionário da granja-escola (hoje
porteiro da Prefeitura de Itaúna) e antigo interno daquele local quando
criança e adolescente, nas décadas de 40 e 50, o Sr. Fajardo – hoje
porteiro
da prefeitura - nos prestou depoimento em 2000, dizendo ser comum a
passagem da Mãe do Ouro por ali, quase que em todas as tardes.
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Fajardo |
Ele nos
contou que no final dos anos 40, quando residia naquele local juntamente
com seus colegas e o senhor Luís, responsável pelos internos, pôde
presenciar por inúmeras vezes a passagem da estranha luz a que todos
chamavam de Mãe do Ouro.
Fajardo
nos contou também alguns interessantes casos acontecidos naquelas
épocas, com ele e com terceiros naquela região.
Alguns deles se
assemelham bastante a casos de assombrações, porém, dentro de uma visão
mais objetiva, podemos supor que tais manifestações possam se tratar de
alguma espécie de contato das testemunhas com uma tecnologia altamente
evoluída e incompreensível para eles. |
Um desses casos inclui a incrível
transmutação de um animal, presenciada por uma colega de Fajardo, fato que,
segundo o narrador, impressionou tanto a vítima a ponto de causar-lhe
perpétuas seqüelas de perturbações mentais posteriormente. Segundo Fajardo,
ali ocorre casos de assombração também, como um presenciado por ele, por
vezes: o estranho pássaro que 'pia' no pé das pessoas e, em menos de um
segundo, 'pia' há centenas de metros de distancia. "Este lugar não é
muito bento não", nos afirmou, referindo-se à Mata da Onça.
OBJETO INSTIGANTE - O
mistério destas luzes errantes ainda está longe de ser desvendado pela
ciência ortodoxa, que prefere ignorar tais fatos - mesmo havendo imagens
autênticas comprovando a existência desses objetos - do que procurar dar
a eles uma explicação sensata. Para nós, que estudamos já há alguns anos
tais ocorrências, acreditamos que a possibilidade mais provável é a de que
se tratem mesmo de objetos oriundos de alguma(s) civilização(ões) mais
evoluída(s) que, por alguma razão, estaria a sondar o nosso mundo. Em nossas
pesquisas de campo, pudemos constatar que os locais de avistamento destas
“luzes” são geralmente as áreas rurais ligadas à natureza latente, tais
como, serras, pastos, riachos, rios e pedreiras (principalmente).
Constatamos também que alguns destes aparatos provavelmente dispõem de
recursos quânticos - ou o que o valha -, os quais, permitem que desapareçam
em certos locais, para se materializarem instantaneamente em outros, a longa
distância.
O certo é que as bolas de luz avistadas pelos sertanistas e
comumente chamadas de Mãe do Ouro são partes integrantes de um mistério que
carece de mínimas explicações racionais por parte das nossas ciências
ortodoxas.
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J.A.
Fonseca fala de sondas e "luzes"
Entrevista
concedida a
Pepe Chaves*
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TEÚRGICO
OPINA - Para o
pesquisador de fatos insólitos, o teúrgico itaunense José Augusto da
Fonseca, deve existir naquela região alguma espécie de fonte
energética, ainda desconhecida para nós, a qual atrairia até ali (ou
projetaria em nosso mundo) por algum motivo, tais “objetos”.
Afastado
da Ufologia,
Fonseca ainda detém um vasto acervo ufológico e um profundo
interesse por assuntos de natureza desconhecida. Ele nos concedeu
entrevista abordando, à sua ótica, esta questão da “Mãe do Ouro” e
demais manifestações luminosas. |
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J. A. Fonseca_
Ufovia: O senhor já teve a
oportunidade de observar a “Mãe do Ouro” ou “luz misteriosa”?
JAF:
O fenômeno da “luz misteriosa” como contado por várias testemunhas, não
presenciei ainda. Porém, já avistei outros tipos de luzes diferentes e
“objetos estranhos” de formas não convencionais.
Ufovia:
Para
o senhor, estes objetos são sondas de outras civilizações, ou fenômenos
ainda não estudados da natureza terrestre?
JAF:
Não podemos afirmar,
definitivamente, o que são essas luzes, se se tratam de sondas de outras
civilizações. Existem muitos relatos a respeito, que durante a Segunda
Guerra Mundial, foram avistados pelos pilotos, tanto os aliados quanto
os alemães, luzes estranhas no céu. Algumas delas entravam pela
fuselagem do avião e se retiravam sem causar quaisquer estragos. Quanto
a estas avistadas em terra, especialmente em áreas mais desertas,
acreditamos tratar-se de reflexos do mudo paralelo, originando então de
plantas e minerais, especialmente os nobres. Minha avó e minhas tias
relataram ter visto a “mãe do ouro”, uma bola de fogo amarelo brilhante
que circulava pelas montanhas, próximo a sua residência, na região hoje
conhecida como bairro Belvedere, aqui em Itaúna.
Ufovia:
De
onde elas poderiam vir e quais seriam as suas funções?
JAF:
Considerando que se tratem de sondas originadas de centros ou
civilizações mais desenvolvidas, elas poderiam ter a função de fazer
levantamentos e “espionagem” sobre algum tipo de mineral, vegetal, ou
elemento da natureza que lhes fossem de interesse. Se se tratassem de
reflexos dos mundos paralelos, não seriam nada mais do que aspectos
vitais, perfeitamente evidentes e perceptíveis destes “seres” ou “Devas”
que habitam os diversos reinos da natureza. Quando o ser humano destrói
o seu meio ambiente com queimadas, por exemplo, logo a seguir u’a mão
invisível começa a distribuir uma pequena flor ali, ora uma pequena
vegetação acolá e em pouco tempo, tudo está verdejando novamente. Quem
seria o responsável por esta restauração?
Ufovia:
Considerando que sejam equipamentos de alta tecnologia, estas sondas
poderiam atacar as pessoas?
JAF:
Acreditamos que determinadas
tecnologias podem produzir conseqüências danosas para os seres humanos
ou animais, e até mesmo para todo o meio ambiente. Entretanto, não
conheço casos em que elas tenham causado algum mal a não ser, muito medo
e surpresa para quem as presencia.
Ufovia:
Numa
pesquisa que fizemos na região rural, duas testemunhas narraram sobre
uma certa luz verde que se aproxima das pessoas. O poderia ser tal luz?
JAF:
Não tinha o conhecimento de qualquer relato sobre o aparecimento desta
luz verde. Posso afirmar, entretanto, que existem determinados seres
elementais do reino vegetal que refletem luzes esverdeadas brilhantes e
podem aproximar-se das pessoas. É importante que reflitamos sobre o
momento especialmente crítico que a humanidade está atravessando.
Estamos vivendo um tempo em que diversas ocorrências, a nível psíquico
no ser humano e no plano etérico planetário estão se tornando mais
intensos, podendo ocasionar tais aparições, além de muitos outros
acontecimentos de caráter independente.
Ufovia:
Considerando que sejam ‘aparatos eletrônicos’, como eles seriam
colocados em ação?
JAF:
Não podemos avaliar uma
tecnologia que no momento ultrapassa nosso poder de compreensão. No
entanto, o que não devemos fazer em relação a tais fatos, é simplesmente
ignorá-los ou ‘fingir’ que não existem. Artur C. Clarke disse num de
seus livros: “Toda tecnologia superior pode nos parecer magia”.
Acrescentamos que tudo aquilo que é misterioso, passa a ser considerado
inverídico pelas pessoas, ou torna-se envolvido por uma aura de
excessivo tom místico.
Ufovia:
As
“luzes” observadas há décadas passadas poderiam ser as mesmas observadas
mais recentemente?
JAF:
Acreditamos que o tempo possui conotações
bem variadas em relação aos estágios de evolução que existem no
Universo. Séculos para nós, nada representam em outras esferas de
desenvolvimento, enquanto que algumas horas para determinados seres
vivos significam um tempo relativamente extenso. Portanto, as “luzes”,
sejam de que natureza for podem muito bem ser de uma mesma origem e
representam, através de sua cor, aspectos novos de sua atividade.
Sabe-se que através de uma luz pode se conseguir muitos aprimoramentos,
sendo cada tonalidade um de seus aspectos, mais ou menos avançados. Em
suma, a luz em si, ainda é um dos fenômenos muito pouco compreendidos
pela nossa ciência.
Ufovia:
O
fenômeno pode ocorrer também no meio urbano?
JAF:
Sua incidência também se dá no meio
urbano, mas é muito raro. Acreditamos que nas cidades não existam os
elementos que eles procuram ou a harmonia que pode ser encontrada nas
matas e lugares mais ermos. As cidades encontram-se muito
sobrecarregadas de ‘formas-pensamentos’ de caráter demasiadamente
densos.
Ufovia:
Há
incidências destas luzes durante o dia?
JAF:
Sim. Conheço casos de
aparecimentos das chamadas “Mães do Ouro” durante o dia. Elas não têm
hora para se manifestarem.
Ufovia:
Existe condição de se capturar um objeto luminoso destes?
JAF:
Não conheço nenhum caso a respeito. Focalizaremos que, seja lá o que
for, trata-se de “luzes” e não conhecemos nenhum meio que nos permitiria
aprisionar uma luz em movimento.
Ufovia:
Para
o senhor, por que a serra da Mata da Onça em Itaúna, se mostra um ponto
latente de avistamentos da Mãe do Ouro?
JAF:
É bem provável que ali se
encontre algum manancial importante para estas luzes, ou que haja alguma
fonte desconhecida de energia naquela região. Alguns locais sobre a
Terra são especialmente interessantes e apesar de nossa tecnologia, suas
potencialidades não podem ser ainda conhecidas por inteiro. Encontram-se
preservadas para o futuro. Apesar do egocentrismo vaidoso que envolve a
raça humana em relação à sua técnica e seu conhecimento, ainda existem
muitas coisas a serem conhecidas.
Ufovia:
Se
existe uma sonda terráquea andando em Marte, estas “luzes” não poderiam
ser equipamentos criados pelo próprio homem?
JAF:
Não acreditamos nesta
possibilidade, uma vez que elas aparecem na Terra desde que o homem
elevou-se e passou a andar com os dois pés, na sua posição vertical,
iniciando sua evolução como ser pensante.
Ufovia:
Nos
deixe suas considerações finais acerca do assunto:
JAF:
O que mais gostaríamos de
acrescentar, é que não devemos deixar-nos impressionar por estas coisas,
excessivamente. Encontramo-nos ainda engatinhando em nossas
possibilidades de alcançar outros planetas e mal conhecemos a nossa
própria vida na Terra e o próprio meio, no qual vivemos. Existem mundos
paralelos à nossa volta que um dia serão conhecidos. Hoje, apesar do
grande conhecimento alcançado pelo ser humano, muitos ainda insistem em
sorrir e zombar destas coisas, talvez querendo ocultar sua própria
capacidade de compreendê-las. Podemos afirmar que a história está
repleta de grandes nomes, teimosos, pertinazes, que foram
ridicularizados em sua época por suas idéias avançadas e hoje são
consagrados pela humanidade. Quando Colombo pretendeu sair em alto mar
para encontrar a América, ele foi considerado um visionário pelos
intelectuais e religiosos de sua época, afirmavam ser a Terra plana e
que o mar se despencava numa grande cachoeira. Muitos cientistas foram
considerados loucos e muitos descobridores e inventores foram
abandonados às suas “fantasias”. Temos ainda um longo caminho a seguir.
A humanidade contemporânea não aprendeu ainda a viver a paz e a dividir
suas conquistas irmanamente com todos os povos... Ainda se arma e se
mata com a mesma selvageria dos tempos primitivos... A humanidade, não
pode, portanto, considerar-se detentora de nenhum saber verdadeiro em
relação à VIDA, se ela faz derramar o sangue inocente e se uma grande
parte dela encontra-se em estado lastimável de miséria material e moral
plenas. Entendemos que a superioridade de uma raça não se encontra em
sua tecnologia e em seu poder de matar e destruir, mas na sua condição
humanística de conciliar a ciência com o saber místico que se perdeu na
noite dos tempos.
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*Pepe Chaves
é editor de Via Fanzine e UFOVIA.
Fontes:
Pesquisa do
autor na fonte. Relatos verbais colhidos de testemunhas de avistamentos
luminosos na região da Mata da Onça, Itaúna-MG.
Fotografias:
Sr. Fajardo, funcionário da
Prefeitura de Itaúna e testemunha de diversos avistamentos da mãe do ouro na
região da serra Mata da Onça (Credito da foto: Prefeitura de Itaúna).
J.A. Fonseca, ex-ufólogo e teúrgico,
entrevistado na matéria. (Credito da foto: Arquivo Via Fanzine):
Vista ampla da Serra Mata da Onça
(Crédito da foto: Aquarela de Gláucio Bustamante):
Ilustração,
por Fábio Vieira:
Alien & sonda – Ícone, na página
anterior.
Ilustração, por Gláucio Bustamante:
Mata da Onça
- Aquarela
mostrando detalhe da serra Mata da Onça.
Ilustrações, por Pepe Chaves:
Bola de Cristal - complexo modelo de
sonda esférica transparente, detalhadamente narrado por uma testemunha a
esse autor.
Sonda do tipo "lanterna" -
presenciada in loco por este autor. Também chamada de Mãe do Ouro,
por sua luz dourada.
Produção:
Pepe Chaves.
Itaúna-MG, Brasil, 2004.
Leia
mais
sobre J.A. Fonseca:

www.viafanzine.jor.br/fonseca
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