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Atlântico: UFOs no Arquipélago da Madeira O Arquipélago da Madeira está situado a cerca de 1000 km da costa portuguesa, a sudoeste do Algarve. É constituído pelas ilhas da Madeira e Porto Santo, além de diversas ilhas desertas e selvagens.
Por Eugénio Santos* De Funchal/Ilha da Madeira Para Via Fanzine
Reconstituição de um grupamento de UFOs avistado no ano de 1968 em Funchal, Ilha da Madeira.
Décadas passadas
O capitão Gonçalves Zarco aportou pela primeira vez neste arquipélago em 1418. E assim, passaram-se mais de cinco séculos repletos de histórias, muitas delas, relacionadas com fenômenos fora do comum que ocorrem nessas ilhas.
Desde meados da década de 1950 que há relatos sobre a observações de fenômenos estranhos. E porquê só desde essa data? A resposta correta remonta épocas mais antigas. Para o nosso estudo mais recente, recuamos apenas 50 anos, por ser um período passível de conter relatos dos nossos pais e avós. Menciono pais e avós, num sentido lato. Pais e avós de qualquer um de nós, pois, os seres humanos, queiramos ou não, somos uma gigantesca família que povoa o planeta Terra.
Recuando até 1955, vamos encontrar uma ilha com um ambiente essencialmente rural, em que existe uma grande dicotomia entre as gentes do campo e as gentes da cidade. Para além das grandes diferenças culturais – que se denotam nos relatos dos avistamentos – o ambiente urbano e rural, estavam separados como a luz da escuridão. O contexto meio-físico e social, é importante para a análise dos fenômenos, pois o ser humano é claramente influenciado pelo ambiente envolvente.
A luz elétrica só chegou às zonas rurais durante os anos de 1960 e 1970, existindo sítios mais recônditos que tiveram que esperar por mais 20 anos.
Esferas de Luz
Um dos relatos mais divulgados nas zonas rurais, são os de misteriosas luzes que aparecem, ora por entre as árvores, ora saltitando sobre a copa das mesmas. São esferas de luz branca brilhante, que pululam aleatoriamente. As pessoas mais antigas costumavam associar estas luzes a atos de bruxaria e almas de outro mundo ou coisas demoníacas.
De momento, referentes a este tipo de fenômenos, existem relatos conhecidos de pessoas na Camacha, em Santana, Garachico e Parque Ecológico do Funchal. Se fosse efectuado um inquérito detalhado junto à população, decerto que os resultados obtidos, indicariam uma generalização de tal fenômeno por todo o arquipélago.
O que poderão ser estas esferas de luz? Analisando as descrições, estas esferas de luz com cerca de 50 cm de diâmetro, possuem uma animação comparável a uma abelha que esvoaça de flor em flor para recolher o pólen. Num movimento aparentemente aleatório, as esferas esvoaçam por entre os troncos das árvores ou então, como que saltitam por sobre as suas ramagens.
Já houve quem tivesse sugerido tratar-se de um fenômeno elétrico, do gênero dos “fogos fátuos” ou “Fogos de Santelmo”, descritos muitas vezes pelos marinheiros, pois ocorrem no cordame dos navios, devido à acumulação de eletricidade estática.
Os autores mais sensacionalistas dentro do contexto ufológico, como Rodrigo Romo, por meio de canalizações de mensagens vindas de entidades supostamente alienígenas, afirmam que estas esferas de luz, são sondas enviadas a partir de naves em órbita, com o intuito de estudarem a evolução das características da nossa atmosfera. A informação recolhida seria processada numa imensa base de dados que resguarda informações provenientes dos mais diversos locais do planeta.
Esta explicação de que tais esferas luminosas se tratam de sondas, poderá não ser a mais correta, mas até ao momento é a que apresenta mais lógica.
Localização da Ilha da Madeira.
Discos voadoresO primeiro registro de avistamento de um disco voador na ilha, remonta ao dia 11 de novembro de 1954. Nesse dia um grupo de pessoas afirmou ter visto, ao sul de Funchal, um objeto estranho, que lhes pareceu um disco voador com as mesmas características descritas pela imprensa mundial. O objeto manteve-se visível por cerca de 10 minutos e depois seguiu na direção sul.
O segundo relato, referente a discos voadores, surge em fevereiro de 1968, com o seguinte conteúdo: “Inúmeras pessoas voltaram a observar, numa das últimas noites, sobre o Funchal, uma formação de objetos voadores luminosos, não identificados e de forma oblonga.” A expressão “voltaram a observar”, faz-nos claramente pensar que não fora a primeira vez que se dera este fenômeno. A referência a uma forma oblonga, pode perfeitamente indicar um disco voador visto de perfil.
Um outro relato do mesmo ano, mas referente ao dia 14 de fevereiro, propõe duas explicações para um avistamento de “estranhos corpos luminosos pelo céu, movimentando-se a elevada altura e em vertiginosa velocidade”. Houve quem sugerisse tratar-se de uma esquadrilha de discos voadores em formação paralela, mas houve também quem fosse da opinião de que se tratavam de satélites em desintegração.
Cerca de 11 anos depois, no dia 19 de janeiro de 1979, por volta de 1h foi visto sobrevoando a cidade um objeto com forma de disco mudando de dimensões, de estreito a largo, bastante luminoso, de cor fixa amarelo-alaranjada e com uma auréola clara à sua volta.
Dia 19 de setembro de 1980, o tipógrafo madeirense Manuel Nicolau avistou na zona do Caniçal, entre às 3 e 5h30, um objeto de forma oval. Segundo ele, nos primeiros instantes da observação, o mesmo emanava junto à linha do horizonte uma luz vermelho vivo que, posteriormente, se transformou em cor de fogo, iluminando parte da baia do Caniçal. Na parte final da observação, o dito objeto voador retomou a sua cor inicial.
O tipógrafo adiantou ainda que o UFO foi visto por diversas pessoas, tendo sido, inclusive, observado de Funchal. Em relação às fotografias, que obteve com uma câmera de 800 mm, o observador manifestou a intenção de colocá-las à disposição de centros de estudos especializados, entre os quais a NASA e ANOP.
Apesar de os relatos oficiais de avistamentos estarem distanciados no tempo por alguns anos de intervalo, é quase certo que a sua freqüência seja muito maior. Acontece que muitos cidadãos ao avistarem estes veículos voadores estranhos, devem julgar tratar-se de algum avião esquisito ou algo do gênero, nunca chegando a passar a informação para as fontes noticiosas oficiais.
'A luminosidade alaranjada debaixo da luz branca era janelas. Tinha cerca de seis janelas lado a lado. Uma claridade laranja forte, quase vermelho provinha de dentro do aparelho'
Avistamento coletivo
Muitas vezes, durante as chamadas “conversas da hora do café”, surgem referências a estes avistamentos, mas quase sempre muito vagos e sem datas de registro. Em tempos recentes, mais precisamente em 13 de agosto de 2001, no Paul da Serra, Fátima Rocha fez o seguinte relato: “Por volta das 4h45 da madrugada do dia 13 de agosto, fui com um grupo de amigos para o Paul da Serra, um planalto situado a 1600 metros de altitude para observarmos a chuva de estrelas que acontecia nessa noite. O local é completamente deserto e sem nenhum tipo de iluminação, o céu estava perfeitamente limpo e nem uma leve aragem soprava. Durante a noite vimos as luzes de vários aviões que passavam muito alto numa rota no sentido leste-oeste. Por volta das 4h45 um dos meus amigos chamou-nos a tenção para o que ele inicialmente pensava ser um avião, mas que estranhava o fato dele vir muito baixo e noutra rota. Uma luz muito branca, tipo ‘flash’, aproximava-se de sul para norte. Primeiro achamos que era um avião, depois notamos que só existia a luz branca, que parecia rodar como as luzes das ambulâncias e por baixo dessa luz branca havia uma vaga luminosidade alaranjada. Não conseguíamos distinguir os contornos do aparelho. Ele aproximava-se a uma velocidade semelhante à de um avião e se formos avaliar por essa velocidade e supondo igualmente que a luz branca era do mesmo tamanho que a dum avião, o aparelho não estava a mais de 500 m de altitude. De repente ele descreveu uma curva para leste e aí lembrei-me de o observar pelo binóculo. Não havia mais nenhuma luz exterior para além do flash branco, e não conseguia igualmente ver os contornos do objeto. O que consegui observar foi que a luminosidade alaranjada debaixo da luz branca era janelas. Tinha cerca de seis janelas (infelizmente não me lembrei de contá-las) lado a lado. Uma claridade laranja forte, quase vermelho provinha de dentro do aparelho. As janelas pareciam-me quadradas e com um pequeno espaço entre elas, inferior à largura de cada uma. O objeto desapareceu por detrás de umas árvores sem ter emitido o mais pequeno ruído. Uma das pessoas que estava comigo chegou a entrar em pânico e logo depois voltamos para o Funchal. Até hoje não sei o que aquilo era, mas acho que não era nenhuma parelho que eu conheça. Soube depois que uma amiga minha nessa mesma noite, por volta das 3h da madrugada, na zona do Caniço, viu uma luz branca fortíssima que se deslocava baixo e que desapareceu por detrás das montanhas.”
É certo que os avistamentos de fenômenos estranhos, nomeadamente de discos voadores, não se fica por aqui. A partir de agora e com o advento das novas tecnologias de informação, o registro e a divulgação de dados ovniológicos fica mais facilitada.
* Eugénio Santos é designer gráfico em Funchal, capital do Arquipélago de Madeira.
- Colaborou: Marina Pereira (Portugal).
- Fotomontagem: Eugénio Santos/Google Maps/Arquivo UFOVIA.
- Produção: Pepe Chaves. © Copyright 2004-2008, Pepe Arte Viva Ltda.
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Máquinas desconhecidas: Os drones invadem o espaço aéreo UFO fotografado nos EUA pode ser nova arma militar dos EUA. Por Fábio Bettinassi* De Araxá-MG Para UFOVIA
Objeto fotografado na Califórnia - imagem: Earthfiles.
FORMATO ESTRANHO - Um estranho UFO (acima) foi fotografado na região central da Califórnia (EUA) no dia 05/05/2007, sobrevoando a baixa altitude as proximidades do lago Tahoe. As fotos (juntamente com o relato) foram enviadas para o site Earthfiles para análise, onde se encontram disponíveis.
O observador, de codinome Chad, disse que o objeto movimentava-se lento e irregularmente como um inseto, enquanto produzia um som parecido com estática, podendo se tratar de um aparato baseado em bobinas de Tesla, capaz de ionizar a atmosfera ao seu redor e assim produzir um efeito de levitação que, na verdade, nada tem a ver com anti-gravidade, porque os ions produzidos pela alta voltagem repelem violentamente a atmosfera ao seu redor - como o ar soprado de em um motor a jato.
Mapa do interior dos EUA mostra região do avistamento.
Apesar de simples e fácil de construir, o levitador de Tesla consome enorme volume de eletricidade, o que gera uma segunda suspeita: a possibilidade de se utilizar baterias nucleares compactas semelhantes às usadas secretamente pela USAF nos anos 70, chamadas de SNAP.
Chad afirma ter sentido enxaqueca durante a noite, logo após o avistamento, fato comum entre as testemunhas de UFOs. Sabemos que as pessoas que sofrem de enxaqueca quando submetidas a campos eletromagnéticos ou arcos-voltáicos intensos, sofrem um insuportável processo de dor, porque tais aparatos atuam sobre determinadas áreas cerebrais responsáveis pela produção de distintos hormônios, além de provocar uma excitação nas moléculas de água que compõem a massa cerebral.
Inscrições na asa do objeto californiano denunciam possível origem terrestre.
DRONE - Pelo formato, atuação e os caracteres fotografados abaixo das "asas", tudo leva a crer que se trate de um DRONE (veículo voador robótico de finalidade militar) ou UAV (unmanned aerial vehicle). Um especialista em drones da Califórnia afirmou nunca ter visto um veículo voador semelhante a este, porém, afirma que os projetos de Black Aircrafts estão produzindo objetos com características cada vez mais estranhas.
Por "coincidência", o lago Tahoe localiza-se a 250 milhas da bizarra Área 51, situada no estado vizinho de Nevada e a 350 milhas da Base de Edward, sul da Califórnia. Ambos os locais são reconhecidos como quartéis generais do mundo dos drones e Black Aircrafts e se situam em regiões repletas de avistamentos ufológicos.
Alguns consideram a distância longa para testes de Black Aircrafts (veja mapa acima), porém, a maioria dos drones são construídos para operar por tempo ilimitado, tendo alguns a capacidade de voar até 4 meses ininterruptamente sem necessidade de reabastecer. Outro fato curioso na tecnologia dos drones, é que são intencionalmente criados com formatos estranhos, justamente para confundir o observador que, certamente, vai considerá-lo como um objeto de origem extraterrestre. Este motivo deixa patente que as nações mais potentes do globo utilizam-se do fenômeno UFO para acobertar inventos que desejam manter em segredo.
Drone auto-sustentável, equipado com painéis solares.
Observando este possível drone fotografado nos EUA, lembramos de diversos UFOs com formatos exóticos registrados em outras imagens, como por exemplo, o de Cambuquira-MG, divulgado no meio ufológico pelo pesquisador Mário Rangel; os UFOs da pirâmide de Gizé (Egito), fotografados pelo site Pyramidcam.com e alguns outros recentemente divulgados portal UFOVIA (Brasil), podem não ter nada a ver com aeronaves extraterrestres, mas sim, vêm nos despertar para o fato de que, provavelmente, estamos sendo observados por drones militares de finalidade desconhecida.
Se os drones possuem capacidades stealth (invisível) para radar, é possível que vários deles possuam também recursos de invisibilidade visual. Muitos cientistas negam tal fato, porém existem diversas suspeitas de que os militares dos EUA já dominam essa tecnologia desde os anos 50, conforme suscitou o projeto Filadélfia, executado pela marinha norte-americana, utilizando estudos de Nicola Tesla.
Recentemente, alguns físicos do laboratório Lawrence Livermore afirmaram que os longos anos de pesquisas sobre invisibilidade, executadas pelas forças armadas, foram, na realidade, responsáveis pela criação do ramo acadêmico da física denominado Ótica Quântica.
Os drones são teleguiados por experientes pilotos.
MISSÕES MONITORADAS – A foto acima mostra o oficial piloto Joel Clark da base secreta de Huachuca no Arizona (EUA). Clark pilota drones que circulam o mundo, porém ele não sai de sua confortável poltrona no subsolo da base. Clark apenas usa de controles remotos via satélite para controlar seus robôs voadores.
Sua atividade principal é a espionagem e sua equipe é composta por 225 pilotos de veículos robóticos, cada um comandando um drone com missões específicas das mais variadas. "É muito parecido com jogar videogame" - diz Clark, explicando que alguns drones são pilotados à distância e outros executam missões pré-programadas sem a necessidade dos controles de um piloto. Neste segundo caso, a máquina voadora executa apenas decolagem e pouso controlados, o restante da missão fica por conta dos computadores.
O já popular X47 Pegasus - uma das mais requintadas aeronaves não tripuladas dos EUA.
Joel Clark afirma que existem pequenos, médios e grandes drones cujas dimensões vão de um inseto até ao de um Boeing 737. Durante seu treinamento na Nasa (que criou essa tecnologia), ele viu drones minúsculos em formato de insetos como abelhas, mosquitos e se surpreendeu ao ver um gavião robô (que voava com suas asas mecatrônicas) criado para aplicações civis, como espantar pássaros em pistas de aeroportos.
Mini drone voador, usado pela agência de segurança NSA.
OS BIO-DRONES NA MEDICINA - No ramo militar os drones vieram para ficar, mas agora invadem a vida civil. Cumprindo missões médicas, diversos mecanismos robóticos assumem formas exóticas e se infiltram no corpo humano para travar uma guerra do bem. Este combate invisível feito a nível quase atômico, abre portas para a cura de graves doenças como o câncer.
Está em testes nos EUA um micro drone em formato capsular, cuja missão é de se intrujar no interior de tumores cancerosos, lá dentro, o objeto faz um levantamento do panorama bioquímico das células doentes, transmitindo os dados relativos para o computador do médico que, após alguns cliques no mouse, ordena ao micro drone o início do processo de implosão do tumor.
Dessa forma, o micro drone que carrega uma pequena carga de cobalto, começa a irradiar energia nuclear em pontos estratégicos e em doses controladas, para assim, eliminar o tumor de dentro para fora e não ao contrário, como faz a atual Radioterapia. É como uma missão espacial, porém, em escala microscópica.
IMAV-C1 / Drone-bug. Drone voador do exército dos EUA – em formato de inseto
Com o progresso do tempo, vemos que a tecnologia assume papéis dignos da ficção científica, insinuando por analogia de observação, que os micro-drones podem explicar grande parte dos implantes comumente encontrados entre pessoas abduzidas, sejam de origens extra-planetária ou mesmo terrestres, cujas finalidades são diversas e muitas delas ainda desconhecidas.
O corpo humano é uma complexa máquina elétrica, do movimento dos membros, até as sensações de dor, fome e prazer. Tudo não passa de neuro estimulações elétricas, ocorridas em nosso sistema nervoso. Está provado que as células-tronco são capazes de produzir diversos tipos de tecidos, incluindo a regeneração e criação de órgãos completos. Agora, imaginemos a técnica da engenharia de células tronco associada à nanotecnologia e aos drones: estaria criada uma nova era, composta por bio-drones capazes de executar “milagres” medicinais.
Um drone em atividade militar no Iraque.
MÁQUINAS BIOLÓGICAS - É bem possível que num futuro próximo, ou até nos dias de hoje, ocorra, em segredo, o casamento físico de micro mecanismos digitais e/ou eletromecânicos com estruturas biológicas criadas em laboratório, através de células-tronco, por exemplo. Se todo organismo biológico opera através de estímulos elétricos seria possível crer que uma bioestrutura composta por tecidos, nervos, ossos e músculos, possa ser modelada para receber instruções de um micro processador e um conjunto de memórias e chips-sets. Tal estrutura fora prevista já faz tempos, na forma dos andróides de Isaac Asimov, porém não se encontrava na época embasamentos científico e tecnológico capazes de oferecer viabilidade em construí-la.
Talvez, estas novas concatenações venham acender uma luz sobre determinados fenômenos ufológicos, mormente, envolvendo naves em formato de arraias e outros que lembram animais, pois, decerto alguma civilização domina esse casamento entre a eletromecânica e a bio-tecnologia, qual é capaz de criar naves com uma mescla de componentes metálicos ou cerâmicos, associados a estruturas biológicas capazes de se regenerar automaticamente e até extrair energia através de sistemas que na Terra são exclusivos dos seres vivos.
Em termos de tecnologia aeroespacial, isso seria a solução para intrincados problemas como fadiga de material, corrosão, espaço físico, peso, resistência, manutenção e conversão de energia.
Apêndice: Adeus, disco voador Objetos de formatos inusitados estão sendo avistados diariamente pelo mundo. Por Pepe Chaves** De Itaúna-MG Para UFOVIA
Drone fabricado pelo Instituto de Pesquisa Tecnológica da Geórgia.
É fato que a maioria dos avistamentos ufológicos reportados ou registrados por testemunhas de várias partes do mundo nos últimos tempos, mostra novos designers e performances de maquinas voadoras desconhecidas. Sabemos que diversos recursos são empregados na atualidade, inclusive, com ajuda de satélites para transmissão de sinais, fazendo com que tais aparatos voadores fora do convencional e não tripulados se dirijam livremente a distantes rincões de onde foram emanados, controlados remotamente por verdadeiros pilotos “online”. Neste caso, é claro que o tráfego clandestino e a interferência de objetos desconhecidos sobre determinadas nações do globo, causariam um acirrado caos na monitoração e no controle aéreo de qualquer país.
Uso militar: drone de vigilância em ajuste técnico e outro de auxílio à infantaria.
Muitos casos que já pesquisamos dão conta de objetos luminosos voadores, de pequeno porte, a seguir pessoas ou se materializar (e desmaterializar) de forma inexplicável diante de humildes mortais. Cogitar a tecnologia e a utilidade dessas máquinas pode nos levar a reflexões diversas, pois muitos devem ser seus intuitos, sobretudo, ao se fabricar equipamentos tão aperfeiçoados e mantê-los em “segredo de Estado”. Sabemos, no entanto, que diversos objetos tidos por alguns pesquisadores ufológicos como “sondas extraterrestres”, os quais “xeretam” os sertões do Brasil, podem se tratar na verdade, de potentes máquinas “farejadoras” de minerais raros, alguns dos quais, existentes apenas em determinado território nacional.
Drone fabricado pela Boeing para segurança do Pentágono.
Fica patente o investimento do governo norte-americano em maquinas não tripuladas e guiadas à distância, conhecidas por drones, cujas funções e missões são bastante especificas a cada modelo inusitado que é lançado. Seja para efeito de segurança, espionagem ou sondagem, fato é que elas vêm à luz dotadas cada vez mais de "poder".
Enquanto uma gama de simpatizantes e pesquisadores da ufologia teima em afirmar que “qualquer coisa diferente avistada no céu” seja uma nave alienígena, a realidade nos mostra o outro lado da moeda. Ao pesquisarmos o assunto, verificamos que desde a década de 40 são criados e testados os mais diversificados equipamentos e instrumentos com tecnologia de ponta, os quais, nem mesmo os governantes das nações que os criam estão completamente a par.
Mini drone de finalidade desconhecida.
São objetos projetados do topo de pesquisas que despenderam milhões de dólares. São “aparelhos”, cujas composições reúnem o que há de mais moderno em termos de materiais e recursos que carregam em si. Existem centenas, senão milhares desses objetos teleguiados em atividade na Terra. Suas proporções vão de milímetros, passando pelo tamanho de um inseto, até às dimensões de uma aeronave de grande porte. Muitos destes aparatos cruzam fronteiras internacionais e carregam consigo, potentes “olhos”, na forma de mini-câmeras de última geração, que, certamente, vasculham em 360º graus, todo o panorama ao seu redor, safando-se sempre dos olhos humanos – exceto, em casos onde demonstram claras ações exibicionistas às testemunhas.
Tais objetos ainda que circulem cada vez mais por regiões distintas da Terra, ainda são raros de serem avistados. Seus formatos inusitados realmente são projetados para enganar as testemunhas que logo vão pensar que aquilo se trate de “coisa de outro mundo”, devido à sua esquisitice. Mas, por outro lado, diversos sites e publicações norte-americanas (até mesmo parte da grande mídia daquele país) têm aberto espaço ao assunto e mostrado ao público interessado que os drones existem e estão ativos, bem como, possivelmente outros recursos, até então, não detectados e ainda insondáveis pelos mais ousados pesquisadores da área.
Um drone lançando bomba de energia cinética RNEP.
É claro que estes modernos equipamentos não justificam avistamentos ufológicos claramente narrados em alguns livros sagrados e também em épocas anteriores à “corrida tecnológica pós-40”. Foram narradas bolas de fogo voadoras até mesmo na época do descobrimento do Brasil, também em séculos passados e em condições de fato, sobre-humanas para aqueles tempos.
Contudo, o que afirmamos com toda certeza, é o fato de que, na atualidade, a maioria dos avistamentos ufológicos certamente está associada à criação de máquinas voadoras desconhecidas, cujas finalidades são acertadamente programadas e seus designers se encontram a anos-luz dos tradicionais discos voadores de outrora.
* Fábio Bettinassi é co-editor do portal UFOVIA e pesquisador de UFOs terrestres.
** Pepe Chaves é editor do jornal Via Fanzine e do portal UFOVIA.
- Clique aqui para ver mais fotos do possível drone fotografado nos EUA em 05/05/2007.
- Fotos de UFO no lago Tahoe: Earthfiles - Demais fotos: NASA & arquivo de Fábio Bettinassi.
- Produção: Pepe Chaves. © Copyright 2004-2007, Pepe Arte Viva Ltda. |
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