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Turismo

 

Luminárias–MG:

Iluminada com sua história e natureza

Iluminado com sua geografia e clima privilegiados que desenharam sua natureza exuberante, este pacato município mineiro demonstra sua diversidade cultural na forma de suas histórias, causos e lendas singulares.

 

Reportagem de Maurício Kairuz*

De Luminárias-MG

Para Via Fanzine &

Jornal São Tomé Online

Dezembro/2021

 

Luminárias possui cerca de 5500 habitantes, estando situada a 300km da capital Belo Horizonte e a 380km de São Paulo.

 

Relativamente nova enquanto destino turístico no estado de Minas Gerais, a bucólica cidade de Luminárias, no Sul do estado, mantém muitas de suas belezas naturais, culturais e históricas. Encontra-se ali, uma riqueza ainda pouco explorada, mas bem preservada, e ainda sem um grande volume de turistas, como acontece em suas vizinhas famosas, São Tomé das Letras e Carrancas.

 

O MUNICÍPIO

 

Integrando a região Encanto de Minas, Luminárias possui cerca de 5500 habitantes, estando situada a 300km da capital Belo Horizonte e a 380km de São Paulo. Se situa entre os municípios de São Thomé das Letras (45km) e Carrancas (40km). A sede fica a 950m de altitude e sua economia se baseia na agricultura, na extração da pedra de quartzito, e recentemente, vem despontando como excelente local para o Ecoturismo e Turismo de Aventura.

 

Bastante acolhedores e receptivos com os turistas, os luminarenses são donos de um riquíssimo patrimônio imaterial e preservam muito bem sua história e tradições locais.

 

A cidade conta com um Receptivo Turístico localizado em frente à praça central, onde os interessados podem melhor se informar sobre os atrativos, as empresas e guias turísticos, bem como os locais para alimentação e venda de artesanatos.

 

 

ORIGEM DO NOME

 

Os índios Cataguases que habitavam a região antes mesmo da chegada dos colonizadores, indicavam uma Serra onde frequentemente apareciam misteriosas luzes que se movimentavam durante a noite. Desde então, despertando a curiosidade dos colonizadores, tropeiros, fazendeiros e moradores locais montaram inúmeras expedições em busca de respostas para tal mistério. Sem sucesso nas incursões e sem uma melhor definição para o fenômeno, tal fenômeno foi considerado sobrenatural e até demoníaco. 

 

 

HISTÓRIA

 

Por volta de 1750 instalaram-se seus primeiros habitantes em um dos pontos de travessia do rio Ingaí, ligando São João Del Rei ao Sul de Minas, na então Comarca do Rio das Mortes. No século 17, o Bandeirante Fernão Dias passou na localidade quando mapeava o caminho velho do ouro e a região ficou conhecida pelos Bandeirantes como “Deserto Dourado”.

 

Com a construção da Capela do Carmo na então Fazenda das Luminárias, a Vila Nossa Senhora do Carmo das Luminárias foi assim nomeada, passando a distrito em 1840, numa clara referência às luzes da Serra que à distância se assemelhavam a luminárias. Posteriormente, em 1926, foi nomeada apenas “Luminárias”. Já em 1948, o então distrito emancipou-se da vizinha Itumirim (atual Lavras) e passou a se chamar apenas município de Luminárias.

 

 

BANDEIRA LUMINARENSE

 

Simples, mas bem desenhada, a bandeira do município apresenta duas estrelas, estando uma no céu em branco e outra abaixo da linha do horizonte, em amarelo numa clara referência às luzes que deram origem ao nome da cidade.

 

 

A PEDRA QUARTZITO DE LUMINÁRIAS

 

Como no município vizinho de São Thomé das Letras, também em Luminárias localizam-se diversas áreas de extração, bem como empresas que trabalham com a extração e beneficiamento da pedra de quartzito. É muito utilizada no acabamento de paredes e pisos em construções no mundo todo, pois além de oferecer alta resistência e rusticidade, apresenta beleza estética e excelentes propriedades térmicas.

 

Curiosamente o material retirado das serras de Luminárias apresenta uma diferença de coloração em relação às de São Thomé, sendo a de Luminárias de coloração amarelada ou Rio Verde (esverdeada), além da interessante pedra ramada que apresenta desenhos únicos, formados por infiltrações ocorridas através de milhares de anos.

 

 

 

PEDRA RAMADA

Poema de Luiz Felipe Resende

 

Ramificada

Ramo mumificado

No arenito dendrítico

Muito, muito antes de Cristo e Maomé

Simples flor ou ramo que um dia balançou

Ao vento do período Mesolítico

Muito, muito antes dos índios cataguases

E dos mineiros subirem a serra

Um dia foi pó...

Pedra ramada

Arte natural no mural das casas das avós!

 

 

FAUNA E FLORA

 

No município existem serras relativamente preservadas onde habitam alguns animais representantes da fauna mineira, como o veado, lobo-guará, jaguatirica, a suçuarana, também macacos e o tamanduá bandeira, além de capivaras, catetos, pacas e lebres. Entre os répteis estão os calangos e teiús, cascavéis e jararacuçu.

 

 

Entre as aves de destaque, a jandaia da testa vermelha, maracanã verdadeira, campainha azul, tico-tico máscara negra.

 

Devido à transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado, se encontram espécies como orquídeas, candeias, copaíbas, ipê-amarelo, corticeiras, até Jequitibás.

 

 

CLIMA

 

O clima é classificado como tropical de altitude, com verões relativamente quentes e chuvosos (época ideal para desfrutar dos revigorantes banhos de cachoeira). Suas águas geladas estão mais volumosas e reservadas aos corajosos no inverno - que se apresenta seco e com baixas médias de temperatura, tendo este autor já experimentado 0ºC no alto da Serra Grande.

 

IMPORTÂNCIA BIOLÓGICA

 

As serras de Luminárias se encontram em uma área de formação quartzítica, com potencial bioespeleológico ainda não estudado em sua totalidade. Foi classificada como área de importância biológica para invertebrados, devido à sua posição geográfica de transição entre os biomas Mata Atlântica e Cerrado, apresenta em algumas serras os chamados Campos Rupestres.

 

 

AUSTRÍACOS EM LUMINÁRIAS

 

Fato de importância Histórica foi a passagem pela região do zoólogo austríaco; Johann Baptist Von Spix e o Botânico Carl Friedrich Martius. Em sua expedição por mais de 10.000km pelo Brasil, eles estiveram coletando e catalogando milhares de espécies de animais e plantas. Passaram por Luminárias e puderam conhecer características locais sobre fauna e flora. Resultado disto foram seus relatos de viagem no livro “Viagem ao Brasil”, e a mais completa obra sobre botânica brasileira a “Flora Brasiliense”.

 

 

PINTURAS RUPESTRES

 

Situada dentro de área particular e de difícil acesso, se encontram as pinturas rupestres de Luminárias. Há um painel com 50m de extensão na base de um paredão vertical próximo a uma linda queda d’água. Este apresenta desenhos e figuras bem variadas e de difícil interpretação, devido ao seu avançado desgaste pelas intempéries e descamação da rocha. Segundo historiadores, provavelmente, estas inscrições teriam sido feitas pelos índios Cataguases, e são datadas de 2000 a 5000 anos. Fato curioso é que uma das figuras se apresenta na cor amarela, enquanto todas as outras aparecem no tradicional vermelho.

 

 

CULINÁRIA

 

O sempre presente fogão à lenha, como em toda Minas Gerais, é o aglutinador de deliciosas receitas locais, como o interessante Macadame, (o qual ainda não tive a satisfação de experimentar) numa receita que leva diversas carnes, arroz, feijão e macarrão. Os moradores até organizaram uma competição do melhor preparo este ano.

 

O município ainda não dispõe de muitas opções de alimentação, principalmente à noite, mas com o crescimento do turismo, isto tende a aumentar. De qualquer maneira oferece excelentes opções mesmo em seus meios de hospedagem com fartos cafés da manhã e jantares, bem como nos restaurantes na cidade e/ou próximos às atrações naturais. Sempre com a tradicional comida mineira regional e a recente presença de conceituados chefes de cozinha. Os queijos produzidos e os doces são de ótima qualidade assim como as cachaças e, recentemente, até a produção de cerveja artesanal.

 

 

LUMINARENSES NA SEGUNDA GUERRA

 

A bem cuidada Praça dos Expedicionários abriga uma Linda escultura feita em homenagem aos seis militares luminarenses que lutaram na Segunda Guerra, em solo Europeu, contra a Alemanha. Vista de cima, a Praça possui as cores e as formas da bandeira do Brasil.

 

 

A CASA DE CULTURA

 

Abriga uma coleção de artefatos e artigos que de alguma forma fizeram parte da história e do passado da cidade, também uma biblioteca com importantes obras de escritores locais.

 

TRADIÇÕES CULTURAIS EM LUMINÁRIAS

 

A cidade preserva ainda importantes manifestações culturais como a Dança da Fita e Dança do Vilão. Se destacando também as Folias de Reis, inclusive, uma formada por crianças em 2002.

 

 

Tendo a fé católica como grande inspiração, no final do século 18, alguns músicos tocavam seus instrumentos e as melodias ecoavam entre as montanhas levando alegria e inspiração aos ouvintes, até que eles se juntaram numa banda que levava inspiração a outros jovens, formando assim a Banda Carmelitana Luminarense, com 127 anos de história.

 

 

IGREJA VELHA

 

Também conhecida como Capela Nossa Senhora do Carmo, foi construída em 1798 e possui fundamental importância na vida luminarense, pois nela acontecem as celebrações católicas.

 

 

ÁGUA SANTA

 

Trata-se de uma mina d’água borbulhante, de importância geográfica, a qual, séculos atrás, situava-se na rota de passagem para a antiga Vila Rica. Tal mina apresenta propriedades alegadamente medicinais. Um Senhor conta que certa vez um caminhante de muleta com uma enfermidade na perna, chegou à fonte e montou um abrigo ao lado e lá ficou por uma semana banhando-se e bebendo, saindo de lá curado.

 

 

USINA DA FUMAÇA

 

Construída na década de 1950, a Usina Hidrelétrica fornecia energia para Luminárias e Ingaí, estando desativada atualmente.

 

 

MORRO DO CRISTO

 

O Morro do Cruzeirinho (que antigamente tinha um cruzeiro) era destino de celebrações religiosas e hoje em dia abriga a estátua de cristo redentor com 12 metros de altura, podendo ser acessado por veículos e com uma vista privilegiada para a cidade.

 

 

CACHOEIRAS

 

Suas águas geladas originárias do alto das serras proporcionam um refrescante e revigorante banho principalmente no verão, como a cachoeira da Serra Grande.

 

 

Já a Cachoeira da Pedra Furada, é mais conhecida, também a Cachoeira do Mamono, Cachoeira da Esmeralda, Cachoeira do Lobo, entre outras dezenas.

 

 

GRUTAS e CAVERNAS

 

As cavernas devem ser vistas como um mundo a parte e sua visitação turística deve ser orientada pela ótica ambiental, através da qual se possibilita conhecer sua geologia, seus mistérios e riquezas interiores, também do entorno, entendendo assim, seu valor enquanto patrimônio natural. Grutas e cavernas são bens da União e devido a seu patrimônio paleontológico, cultural, físico e abiótico, são protegidas por lei de modo a possibilitar pesquisas e estudos científicos futuros. Portanto, as atividades realizadas nestes locais devem ser implantadas mediante um plano de manejo espeleológico.

 

Luminárias possui cerca de uma dezena de cavernas cadastradas, mas nem todas podem ser exploradas turisticamente devido a fatores ligados à segurança. Entre eles, a facilidade de acesso; a presença de blocos abatidos tornando o solo irregular; risco de descolamento das camadas superiores, entre outros. Vale o destacar também que, por se tratarem de locais de difícil localização e situados em propriedades particulares, a presença de um guia e/ou agência local torna-se indispensável.

 

  

Esculpidas ao longo de milhões de anos na pedra quartizítica, a maioria se encontra distante da cidade na Serra Grande, não apresenta muito desenvolvimento horizontal (cerca de 200-300m cada) devido à geologia, de qualquer forma são de grande beleza. Como a da Serra Grande, onde se avistam, inclusive, estalactites o que é raríssimo para grutas de quartzito. Também com potencial turístico destaca-se a gruta do Mandembe ou Cálice e a Gruta do Lobo. A gruta da Bruxa é a mais distante de todas, de rara beleza, apresenta uma pequena cascata interna e seu acesso é feito pelo distrito de Sobradinho, pertencente a São Thomé das Letras.

 

 

Consolidada como o principal atrativo para o espeleoturismo no município, a gruta da serra grande apresenta interessante estética devido às suas dimensões de entrada e saída, tendo inclusive uma nascente interna. Em seus 300m de extensão podem ser observados estalagmites, o que é bem raro para cavidades em quartzito.

 

 

 

ESTREITAMENTO DO INFERNO

 

Trata-se de um trecho do rio Ingaí que, ao longo de milhares de anos escavou seu caminho através de uma Serra. Logo no início do cânion, apresenta uma interessante formação geológica, com duas pequenas cavernas, as quais ficam uma em cada margem do rio. Esse local é propício a prática de canoagem e boiacross.

 

 

DEMAIS BELEZAS NATURAIS

 

Com inúmeras serras e chapadas, se destacam a Serra Grande, o Estreitamento do Inferno, a Serra de São José, a Serra Negra, a Serra de Luminárias, e o Pico do Cruzeiro. Já o Pico do Gavião é o ponto culminante que, apesar de pertencer ao município, seu acesso é feito por São Thomé das Letras. O local em algumas épocas do ano é restrito por se tratar de uma área militar, onde, em determinadas épocas, são realizados exercícios táticos.

 

 

TURISMO DE AVENTURA E ECOTURISMO

 

Inserida no circuito turístico Vale Verdes Quedas D’água, Luminárias é um dos destinos mineiros mais buscados atualmente. Sua geografia privilegiada e a disposição das Serras pelo município propiciam excelentes experiências com atividades esportivas, algumas radicais, todas praticadas ao ar livre, tais como:

 

HIKING - Caminhada ao ar livre de curta duração (Trilhas). 

TREKKING - Caminhada ao ar livre com pernoite (Travessias). 

AQUATREKKING - Caminhada pelo leito dos rios (Trilha Aquática). 

CASCADING - Descida vertical da Cachoeira, com técnicas verticais (Rapel).

 CAVING - Exploração turística de Cavernas (Cavernismo).

 

MODALIDADES DE CORRIDAS NA MONTANHA

 

MOUNTAIN-BIKE: Trilhas e estradas percorridas de Bicicleta. 

MOTOCROSS: Trilhas e estradas percorridas de Moto. 

OFF-ROAD: Trilhas e estradas percorridas com veículos 4x4. 

 

A cidade é palco também de importantes competições de Enduro a pé, mountain bike, motocross e off-road.

 

 

ORIGEM DO NOME

 

Narrativas que até hoje enriquecem a história regional, a maioria dos moradores antigos herdou de seus antepassados e/ou foram protagonistas num passado recente, de inúmeros avistamentos das luzes. E as aceitam com naturalidade, mas quanto ao propósito e origem das mesmas, as opiniões se dividem. Também sobre outras manifestações desconhecidas na forma de assombrações e seres exógenos.

 

Diversas teorias foram formuladas sobre a origem das luzes. Devido à corrida pelo ouro no passado, muitos afirmam que as luzes seriam reflexos de diamantes na Serra. Já outros, dizem se tratar de reflexo da Lua nas lajes de pedra onde mina água. Alguns ainda falam em assombrações. Fato é que, com o crescimento da cidade, a movimentação nas serras devido à extração de pedras por parte das pedreiras com o uso de dinamite e a presença de turistas, o fenômeno foi ficando cada vez mais raro, mas não desapareceu e o mistério continua.

 

AS LUZES MISTERIOSAS

 

Uma das testemunhas do aparecimento de estranhas luzes na região foi a senhora Iolanda Gomes de Melo, de Luminárias (MG). Reproduzimos a seguir, sua narrativa, retirada do livro “Memórias Iluminadas”, dos autores Andressa Gonçalves e Paulo Morais.

 

“Já faz 30 anos que eu moro aqui nessa casa. Daqui a gente via a luz. Ela aparecia no mais baixinho da serra, ia andando, passava as árvores. Eu ficava acompanhado até ela sumir no alto da serra. Todo dia, essa luz aparecia ali. Ficava todo mundo na expectativa. Era uma luz amarelada, uma espécie de tocha, parecia que era um facho que clareava de noite. Desde os tempos da minha avó que eles começaram a ver. E isso continuou. Tinha a hora certa. Acabando de escurecer, ali pras 7h, eu podia esperar. Você via ela começar a sair andando. Depois de um tempo, ela sumiu.

 

Teve gente que foi pesquisar pra ver se era alguma pessoa que fazia isso. Eles ficavam de tocaia na serra. Ninguém dos que estavam lá enxergava a luz. E nós, que estávamos de cá, enxergávamos. Esse ponto luminoso de antigamente, que todo mundo via e sabia, isso é verdade. Por causa desses pontos é que pôs o nome da cidade de Luminárias. Pra mim, essa luz é parte da vida espiritual. Era um protetor, um anjo de guarda que deu essa demonstração pra poder colocar o nome”.

 

 

AVISTAMENTO DESTE AUTOR

 

Certa ocasião, eu retornava sozinho de uma viagem a trabalho em São João Del Rei–MG para São Paulo e resolvi passar o fim de semana em Luminárias. Era por volta de 02h da madrugada e passava pelo alto da serra na estrada entre Lavras e Luminárias, quando observei à minha direita na altura do veículo, mas a uns 200m de altura do fundo do vale abaixo, uma luz pequena vermelho-alaranjada. Parei no acostamento percebi que a luz se deslocava lentamente e em paralelo à estrada sentido a Carrancas. Minha câmera fotográfica estava com problemas no foco, mas mesmo assim consegui obter a fotografia abaixo.

 

Observei essa luz por mais 10 minutos até ela abaixar atrás de um outro morro agora a minha frente. Ato continuo, comecei a descer no sentido Luminárias, quando após algumas curvas a mesma luz ressurgiu ao meu lado esquerdo. Agora ela se encontrava acerca de 10-20 metros de altura e em voo na mesma velocidade do veículo, a cerca de 50m de distância. A luz me acompanhou por cerca de 500 metros, quando resolvi rapidamente parar e retornar à pista contraria para tentar filmar com o celular. Quando, ao desembarcar, a luz deu um balanço para esquerda e direita com uma velocidade muito alta e afundou na floresta de eucaliptos abaixo, desaparecendo imediatamente.

 

 

Luminárias vem despontando como importante destino turístico de Minas Gerais e na visão deste autor, não apenas como mais uma alternativa turística a São Thomé das Letras e Carrancas, mas sim, como um recanto bucólico, de personalidade própria e repleta de história, causos, lendas e mistérios que, sem dúvida alguma, oferecerá ao turista uma experiência memorável.

 

* Maurício Kairuz é pesquisador, explorador e articulista para os portais Via Fanzine e UFOVIA.

 

- Créditos fotográficos:

 

- Maurício Kairuz, João Gilberto e demais retiradas de mídias sociais.

 

- Contribuíram para esta matéria:

 

- Carlos Eugênio Junior, da Coordenadoria de Turismo do Município de Luminárias.

 

- Azarias Miranda da Tabatinga Ecoturismo e Turismo de Aventura: @tabatingaecoturismo.

 

- Renata Gomes da Azimutt360 Turismo de Aventura, @Azimutt360.

 

- Produção: Pepe Chaves

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