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Marcos Montes

 

 

No Universo:

Você é imortal!

Os sumérios antigos consideravam imortais os seus deuses, os Anunnakis, que voltariam um dia, na concepção deles. Na verdade, os corpos físicos dos Anunnakis podiam viver dezenas de milhares de anos, mas esses corpos não eram imortais.

 

Por Marcos Montes*

De Itaúna-MG

Para Via Fanzine

15/04/2020

 

Todos nós somos espíritos milenares, imortais, reencarnando diversas vezes rumo à angelitude. A maioria dos espíritos reencarnados hoje na Terra já reencarnaram centenas de vezes em alguns dos milhões de outros orbes disponíveis Universo.

 

Sempre houve rumores, baseados na Bíblia ou em outras tradições religiosas, sobre a existência de pessoas imortais habitando no meio de nós. Os sumérios antigos consideravam imortais os seus deuses, os Anunnakis, que voltariam um dia, na concepção deles. Na verdade, os corpos físicos dos Anunnakis podiam viver dezenas de milhares de anos, mas esses corpos não eram imortais.

 

Baseada em fatos concretos, nossa ciência ensina que, em regra, quase todos os corpos físicos dos seres que vivem na crosta terrestre são mortais. Ou seja, seus corpos físicos se deterioram com o passar do tempo, levando-os a uma inexorável morte.

 

Porém, existem sim seres imortais. Para entendermos quem são eles, de onde vieram e o que fazem na Terra, é preciso, primeiro, esclarecer dois fatos importantes, que nossos cientistas conhecem bem, mas não sabem explicar direito a natureza deles. Vamos a eles:

 

1. Normalmente, consideramos as estrelas, os planetas e os demais corpos celestes como se eles fossem formados apenas pela matéria bariônica, ou seja, formados apenas pela matéria que conhecemos como normal ou observável. No entanto, os cientistas reconhecem que a matéria que podemos observar corresponde a uma ínfima parte de toda a matéria existente no Universo. Os cientistas chamaram essa matéria desconhecida de “matéria escura” ou “não bariônica”, cuja existência pode ser comprovada apenas pelos efeitos gravitacionais que provoca, que são irrefutáveis. Essa matéria escura circunda todos os corpos celestes e inunda todas as galáxias, de tal forma que deve ser considerada em todos os cálculos astrofísicos;

 

2. Além da matéria escura, os cientistas tradicionais descobriram a existência inquestionável da “energia escura”. Trata-se de uma quantidade absurda de energia, em escala muitíssima superior às formas de energia que conhecemos, que pode ser comprovada por meio de observações e cálculos matemáticos. Essa imensa energia permeia todo o Universo.

 

Além da Ciência, o conhecimento exotérico, sobretudo os trazidos pela doutrina espírita, traz também algumas informações que são essenciais para compreendermos a questão da imortalidade, a saber:

 

1. Todos os planetas possuem várias superfícies, cada uma delas formada por um tipo de matéria diferente. As matérias mais densas formam superfícies que ficam mais próximas do núcleo do planeta, enquanto que as matérias menos densas vão formando superfícies cada vez mais distantes do núcleo. Cada superfície pode conter relevo complexo, vegetação, seres vivos e até cidades densamente povoadas. A superfície da Terra onde vivemos, chamada no meio espiritualista de “crosta”, nesse cenário, é apenas mais uma das diversas superfícies que nosso orbe possui. Os espíritas dizem que nas superfícies superiores à nossa existem cidades espirituais avançadas, para onde vão nossos corpos espirituais, após a morte de nosso corpo físico. Os espiritualistas mais avançados sabem da existência de dezenas, talvez centenas, de superfícies em nosso orbe, desde superfícies mais densas do que a nossa (o que alguns chamariam de inferno ou de trevas) até superfícies muito sutis (o que alguns chamariam de céu ou de dimensões superiores). O que é importante mantermos em mente é que em todas essas superfícies temos matéria e que essa matéria tem sempre a mesma natureza, alterando apenas a sua frequência e a sua densidade. Essa é a verdadeira natureza daquilo que os cientistas chamam de “matéria escura”;

 

2. Em cada uma das superfícies do nosso orbe habitam espíritos que estão na mesma frequência e densidade da sua superfície (ou de seu mundo, ou ainda de sua esfera). Quanto mais moralmente elevado e próximo da bondade estiver o espírito, mais alta será a superfície em que ele poderá habitar;

 

3. Todos os planetas do nosso Sistema Solar (bem assim o próprio Sol e até o menor dos asteroides) possuem diversas superfícies diferentes, cada uma com características próprias, que podem ser totalmente diferentes umas das outras apesar de terem matéria da mesma natureza (alterando apenas, como já registrado, a frequência e a densidade), da mesma forma como ocorre na Terra. Com isso em mente, podemos concluir, por exemplo, que em uma ou em diversas superfícies de Marte (ou de qualquer outro planeta) pode haver vida inteligente em abundância;

 

4. É interessante consignar que um habitante de determinada superfície olhará para cima e verá o céu estrelado à noite ou o Sol, durante o dia. Olhará para baixo e verá o solo firme sob seus pés. É que as matérias mais sutis, ou seja, as superfícies mais altas não são visíveis para os habitantes das superfícies mais baixas;

 

5. O programa espacial secreto dos países da Terra já é capaz de construir naves sofisticadas, capazes de viajar a todos os planetas e satélites do nosso sistema. As pessoas responsáveis por esse programa, que existe desde, pelo menos, a década de 1960, já entraram em contato com diversos seres inteligentes de outros orbes. Nesse ponto, vale destacar a descoberta de uma civilização marciana que vive em cidades subterrâneas de Marte, que, surpreendentemente, possuía a mesa frequência e densidade de matéria que os encarnados na Crosta da Terra. No entanto, vamos deixar para explicar melhor o programa espacial secreto em outro artigo, no futuro (o assunto é muito complexo e envolve viagens interestelares);

 

6. As cidades espirituais das superfícies mais altas da Terra mantêm contato com dezenas de espécies alienígenas de outros orbes do nosso sistema solar e até de outros sistemas planetários, há muito tempo;

 

7. Na superfície em que habitamos, ou seja, na crosta, ficam os espíritos encarnados. Ou seja, ficamos nós, espíritos que, conectados a um corpo mais denso, podemos viver tão somente nessa superfície. O nosso corpo de carne nos fixam nesta dimensão e dependem das condições físicas, atmosféricas e climáticas existentes nela para manterem-se vivos. Além disso, nossos corpos estabilizam nossa frequência e densidade, nos fixando na crosta. O espírito, quando desencarnado, pode mudar de superfície dependendo de seu estado emocional ou pode utilizar tecnologias para tanto (naves ou portais dimensionais);

 

8. Nas outras superfícies do nosso orbe a tecnologia está muito mais avançada do que na crosta. Nas superfícies mais próximas, até mesmo nas inferiores, a tecnologia está de 50 a 100 anos mais avançada. Nas superfícies mais altas, como naquela em que se encontram as cidades espirituais avançadas (inclusive a cidade que ficou conhecida como “Nosso Lar”, devido as obras do grande Chico Xavier), a tecnologia já está de 500 a 1000 anos mais avançada. Quanto mais elevada a superfície, mais avançada está a tecnologia utilizada pelos povos de lá, vale dizer;

 

9. Superfícies muito elevadas ou extremamente sutis, que ficam muito acima da superfície onde está a cidade Nosso Lar, são habitadas por espíritos tão elevados que não precisam mais encarnar na crosta e, muitos deles, nem sequer precisam mais de seus corpos astrais ou espirituais (passam pela “segunda morte”, que também falaremos em outro artigo). Tais espíritos avançados utilizam apenas seus corpos mentais e, por isso, estão muito mais livres e felizes. Nesse nível, deixamos de encontrar a matéria como a conhecemos. Existe apenas a energia em larga escala ou o que os nossos cientistas chamam de “energia escura”;

 

10. Os espíritos avançam de superfície em superfície (ou de esfera em esfera) à medida em que vão evoluindo em termos morais. Vale dizer: não avançam de superfície se adquirirem apenas conhecimento ou de inteligência. Quanto mais amor incondicional possui, mais elevado será o espírito. É interessante registrar também que os espíritos podem descer às esferas que lhe são inferiores, mas não podem, sem ajuda, subir às superfícies ou esferas que lhes estão acima;

 

11. O fato de um espírito poder encarnar é relevante por diversos motivos, mas, sobretudo, para possibilitar uma evolução ou uma subida mais rápida dentre as várias superfícies ou esferas, levando-o a uma felicidade cada vez maior. É que, ao encarnar e se esquecer de sua longa vida espiritual (de milênios sem fim), ele pode, em uma linha de tempo linear, moldar novamente a sua personalidade, quitar antigos débitos morais e provar-se digno de viver em uma esfera mais alta;

 

12. Um espírito surge como um ser racional e pensante após diversas encarnações como um ser irracional. Adquire, no entanto, aos poucos a sua racionalidade. Encarna, milhares de vezes, de animais inferiores até animais superiores. Depois, encarna centenas de vezes em corpos pré-humanos primitivos. Ao atingir a possibilidade de encarnar em corpos humanos, ainda não terá atingido o ápice. Com efeito, o espírito não para de evoluir, até poder encarnar seres com corpos muito mais avançados ou angelicais (há espíritos encarnados em corpos tão sutis que, ao morrerem, seus corpos apenas evaporam), até não precisarem mais encarnar. Ou seja, os espíritos vão, ao longo de muitos e muitos milênios, avançando na escala evolutiva. Falaremos mais sobre a evolução espiritual em outro artigo, no futuro;

 

13. Nosso corpo astral ou espiritual (em outro artigo, explicaremos a diferença entre astral e espiritual) é formado por átomos, moléculas, tecidos... tudo de matéria palpável (para outro espírito). Os mundos astrais e espirituais são formados também por átomos, moléculas... etc.. Tudo muito parecido com o que está em nosso orbe (“o que está em cima é como o que está em baixo”, conforme Hermes). Há apenas uma diferença de frequência e densidade. O Professor Laercio Fonseca chegou a criar uma fórmula matemática quantizando a massa, para explicar essa característica do Universo: a existência de várias dimensões de matéria e de várias superfícies diferentes em cada planeta (recomendamos os livros desse Professor).

 

Qual seria a relação de tudo isso com aqueles que, no início, chamamos de “seres imortais”?

 

Bom. Para o leitor que nos acompanhou até aqui, a resposta já deve ter ficado muito clara: todos nós somos imortais, até mesmo os animais e as plantas! O que está sujeito à morte é apenas essa roupagem de carne que utilizamos na crosta deste planeta. Como já nos ensinou Kardec, a vida normal do espírito não é na carne. Ou seja, na maior parte do tempo, não vivemos encarnados. Na maior parte do tempo, vivemos em esferas astrais, não sujeitas às intempéries da carne (como a fome, o medo, o cansaço, etc.). Somos espíritos livres e imortais, com milênios de existência e uma eternidade pela frente.

 

Portanto, todos nós somos espíritos milenares, imortais, reencarnando diversas vezes rumo à angelitude. A maioria dos espíritos reencarnados hoje na Terra já reencarnaram centenas de vezes em alguns dos milhões de outros orbes disponíveis Universo (em outro artigo, falaremos sobre a quantidade de vezes que um homem comum já reencarnou).

 

Somos todos imortais. Com a eternidade à nossa frente. Com um Universo de maravilhas indescritíveis à nossa espera.

 

Você, caro leitor, um dia (ainda encarnado ou quando já desencarnado) se lembrará de suas centenas de vidas pretéritas e, nesse momento ímpar (que, no entanto, já pode ter acontecido outras vezes), transformar-se-á de um ser que se considerava mortal e com algumas dezenas de anos de vida em um ser imortal, que já viveu milênios e milênios, conheceu milhares de pessoas, sabe falar centenas de línguas, conhece culturas indescritíveis e já passou por um sem-número de experiências marcantes, não apenas nas vezes em que estava encarnado em algum orbe mas, sobretudo, nos milênios em que viveu como espírito, nas esferas astrais.

 

Você é imortal!

 

*Pseudônimo de um pesquisador itaunense que, por motivos pessoais, prefere manter-se temporariamente no anonimato.

 

- Imagens: Divulgação. 

 

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Paleoantropologia:

O surgimento do homem na Terra

Nosso objetivo será registrar que outras forças não convencionais atuaram em conjunto com as leis científicas conhecidas no meio científico ortodoxo. E, além disso, deixar claro que alguns pontos ainda obscuros só podem ser explicados se levarmos em consideração um contexto esotérico.

 

Por Marcos Montes*

De Itaúna-MG

Para Via Fanzine

15/03/2020

 

Há, cerca de um milhão de anos, por exemplo, existiam muitas espécies do gênero Homo perambulando sobre a Terra e não apenas uma, como ocorre hoje.

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Atualmente, os cientistas conseguem explicar, quase completamente, o surgimento dos seres humanos neste planeta. A Paleoantropologia (ramo da ciência responsável pelos estudos sobre o surgimento de nossa espécie), com base nas leis da Genética e da Evolução (como, por exemplo, as seguintes: mutação, epigenética, deriva genética, seleção sexual, seleção do mais apto, especiação, dentre outras) gerou um farto cabedal de registros e explicações lógicas para as questões que envolvem a evolução do homem (como, por exemplo, o que levou ao aumento constante da capacidade cognitiva).

 

No entanto, neste artigo, nosso objetivo será registrar que outras forças não convencionais atuaram em conjunto com as leis científicas conhecidas no meio científico ortodoxo. E, além disso, deixar claro que alguns pontos ainda obscuros só podem ser explicados se levarmos em consideração um contexto esotérico.

 

Mas, vamos por partes. Primeiro, explicaremos o que é aceito cientificamente.

 

Se partimos dos primeiros pré-humanos, que eram praticamente chimpanzés que andavam eretos, conhecidos como australopitecíneos (Australopithecus afarensis, Australopithecus africanos e muitos outros) até chegarmos aos primeiros representantes do gênero humano (Homo habilis, Homo rudolfensis e outros), passamos por muitas espécies intermediárias, que, aos poucos, vão se modificando, após cada especiação (surgimento de uma nova espécie).

 

Além disso, após a extinção dos primeiros representantes de nosso gênero (gênero Homo), passaram-se milhões de anos e surgiram muitas outras espécies humanas neste intervalo, antes do aparecimento do Homo sapiens sapiens, nossa espécie.

 

Tudo isso está muito bem documentado por meio de milhares fósseis e por meio de indiscutíveis estudos genéticos. É bom lembrar que, além do genoma humano, temos mapeados os genomas do Homo neandertalenses e do homem de Denisovan.

 

É verdade que os primeiros pré-humanos não se diferenciavam muito os chimpanzés atuais. Mas, é muito importante destacar que, na época deles, ainda não existiam chimpanzés da forma como os conhecemos hoje. Existiam pré-chimpazés. A Paleoantropologia mostrou-nos que os pré-humanos e os pré-chimpazés têm um ancestral comum que remonta há aproximadamente 6 milhões de anos antes do presente. Por isso, não é correto dizer que o homem atual “veio” do macaco atual ou do chimpanzé atual. Na verdade, o que ocorre é que, como dissemos, ambos, o homem atual e o macaco atual, têm um ancestral comum.

 

Também não é correto perguntar por que ainda existem macacos se o homem “veio” do macaco. Primeiro, porque, como dito, ambos evoluíram de um ancestral comum. Segundo, porque, por meio da especiação, uma espécie pode derivar de outra, sem, necessariamente, a anterior se extinguir. Terceiro, porque a evolução das espécies não segue uma linha direta, pulando de uma espécie para outra. Na verdade, as espécies evoluem como que em ramos de uma árvore, em que muitas espécies aparentadas coexistem ao mesmo tempo. Há, cerca de um milhão de anos, por exemplo, existiam muitas espécies do gênero Homo perambulando sobre a Terra e não apenas uma, como ocorre hoje.

 

Além disso, é importante destacar que o homem atual, a rigor, é mais uma espécie de primata. O biólogo Jared Diamond, em seu livro “O Terceiro Chimpanzé”, chega a induzir seu leitor a pensar que nós somos, na verdade, a terceira espécie do gênero Pan. Pan é o gênero dos chimpanzés, formado por duas espécies: Pan troglodytes (chimpanzé comum) e Pan paniscus (chimpanzé pigmeu, também chamado de Bonobo). Nesse diapasão, seríamos Pan sapiens e não Homo sapiens. Naturalmente, essa tese não prosperou e nem foi essa a intenção do autor, que queria apenas destacar as semelhanças dos gêneros.

 

Com feito, existem muitas diferenças anatômicas, cognitivas e comportamentais entre as espécies do gênero Pan e do gênero Homo.  Há também uma relativa distância temporal entre os ancestrais comuns de ambos. Como dito, cerca de 6 milhões de anos é a distância que nos separa do nosso ancestral comum com os chimpanzés, nosso parente mais próximo. Tudo isso força a divisão de ambas as espécies em gêneros distintos. É interessante comparar com a distância de 500 mil anos entre o Homo sapiens e o Homo neanderthalensis. Note que um ancestral comum com apenas 500 mil anos de antecedência nos coloca como primos próximos dos neandertais enquanto que um ancestral comum há 6 milhões de anos, já nos autoriza a considerar que as espécies em comparação pertencem gêneros distintos.

 

Nada obstante, como sempre diz o grande cientista brasileiro, Dr. Walter Alves Neves, autor do livro “Assim Caminhou a Humanidade”, dentre outros livros, “o homem é um tipo de macaco”. Portanto, mesmo pertencendo a um gênero próprio, ainda assim somos macacos.

 

Também não podemos deixar de registrar que os primeiros representantes do nosso gênero (Homo) eram apenas um pouco mais inteligentes que os australopitecíneos.

 

Espécies mais recentes do nosso gênero, como o Homo erectus e o Homo ergaster, sobreviveram por mais de um milhão de anos e chegaram a colonizar não apenas a África, como também quase toda a Ásia e partes da Europa. Eram muito fortes, inteligentes e adaptáveis.

 

Além disso, os primeiros espécimes de Homo sapiens (que apareceram na África há cerca de 300.000 anos antes do presente) possuíam ainda muitas características anatômicas e comportamentais primitivas, como a arcada supraorbital pronunciada e a reduzida capacidade de expressão por meio de símbolos (arte rupestre praticamente ausente, por exemplo), mas eram muito inteligentes.

 

Apesar de os primeiros sapiens terem surgido há cerca de trezentos mil anos, talvez um pouco menos, somente há cerca de 60.000 anos eles começaram a desenvolver um pensamento simbólico mais aprimorado, o que foi chamado de “o grande salto para frente” por muitos autores paleoantropólogos, como Richard Klein e Blake Edgar, autores do livro “O Despertar da Cultura”.

 

De forma extremamente resumida, essa é a história padrão, definida atualmente pelos cientistas. Portanto, até aqui, estamos ainda nos domínios da Paleoantropologia clássica.

 

Agora, vamos dar um pequeno passo além disso.

 

Quem é espiritualista, com um mínimo de conhecimento esotérico, sabe que os seres humanos não possuem apenas o corpo físico. Com efeito, possuímos, ao todo, sete corpos, que não serão detalhados aqui. Importa dizer somente que, além do corpo físico, todos possuímos também um corpo astral (também chamado de períspirito, corpo de sentimento ou corpo espiritual). Por isso, é importante termos em mente que nosso corpo físico evoluiu na Terra, adaptando-se ao nosso planeta. Por outro lado, segundo os espiritualistas, nosso corpo astral (vamos chamá-lo assim) evoluiu ao longo de eras muito mais dilatadas, passando por muitos outros orbes (conjunto das esferas ou superfícies que compõem um planeta, separadas pela densidade e pela frequência da matéria – falaremos sobre esse tema em outro artigo). Também em um outro artigo, vou descrever com mais detalhes a forma como ocorreu a evolução do corpo astral, que, vale adiantar, possui leis muito mais complexas do que as leis que regem a evolução do corpo físico (que estudamos na primeira parte deste artigo). Por hora, basta sabermos que a evolução do corpo físico está, em algumas questões, diretamente relacionada à evolução do corpo astral.

 

Outro ponto que escapa aos cientistas foram as intervenções inteligentes que ocorreram ao longo da jornada dos pré-humanos na Terra. Espiritualistas de renome, dentre os quais Robson Pinheiro, Laércio Fonseca, Pedro B. Pavanelo, dentre outros como o próprio Chico Xavier (ver o livro “Evolução em Dois Mundos”), reconhecem intervenções de espécies alienígenas mais avançadas (ou de seres do Alto) ao longo da evolução dos pré-humanos e humanos na Terra. Sabe-se que três das principais intervenções ocorreram na transição do Homo erectus para o Homo heidelbergensis (há cerca de um milhão de anos antes do presente), na transição deste último para o Homo sapiens e para o Homo neanderthalensis (há cerca de meio milhão de anos antes do presente) e, por fim, no “grande salto para frente” do Homo sapiens (há cerca de 60.000 anos).

 

O aumento da capacidade mental ocorrido nos dois primeiros períodos foi buscado de forma intencional por poderosas intervenções genéticas inteligentes. Não foi fruto da mera aleatoriedade. Nossos cientistas já poderiam comprovar isso por meio da comparação entre o genoma dos humanos e dos outros grandes primatas. Essa comparação, apesar de mostrar a grande semelhança entre eles, mostra também algumas diferenças muito sutis, fruto da edição genética que sofremos (com genes específicos adicionados, como o gene da fala, chamado de foxp2).

 

Vale registrar, no entanto, que a maior parte das edições genéticas foram realizadas no corpo astral (sim, nosso corpo astral também é artificial e possui um genoma – mas, sobre isso, como já dissemos, escreveremos em outro artigo).

 

Os Anunnakis aportaram na Terra, planeta que chamavam de Tiamat (segundo o autor e espiritualista Robson Pinheiro) em grandes naves.  Eles encontraram aqui dezenas de espécies que, potencialmente, poderiam ser manipuladas para ficarem mais inteligentes.

 

Além da franca manipulação de nossos genes, nossos criadores (que os sumérios antigos chamaram de “Anunnakis”) foram também nossos professores. Eles nos passaram os primeiros conhecimentos sobre astronomia, biologia, arquitetura, dentre outros, no início da nossa civilização, no “grande salto para frente”.

 

A palavra “Anunnaki” significa “aqueles que vieram do céu” (ou seja, extraterrestres), no antigo idioma dos sumérios. No entanto, seria mais técnico chamá-los de Homo capensis. Alguns capensis são originários da constelação do Cocheiro (estrela Capela, dentre outras). Eram seres que viviam por muitas dezenas de milhares de anos e, por esse motivo, foram chamados de “deuses” pelos sapiens criados por eles. Com o passar do tempo, por influência das energias telúricas e de nosso Sol (condições muito diferentes do existente no planeta de origem deles), o tempo de vida dos capensis foi progressivamente diminuindo.

 

Os Anunnakis aportaram na Terra, planeta que chamavam de Tiamat (segundo o autor e espiritualista Robson Pinheiro) em grandes naves.  Eles encontraram aqui dezenas de espécies que, potencialmente, poderiam ser manipuladas para ficarem mais inteligentes. Antigos cientistas anunnakis, depois de muitas pesquisas e testes, conseguiram encontrar uma espécie em especial (eu diria se tratar do Homo erectus), que possuía condições excepcionais para manipulação. No entanto, foi necessário incluir alguns genes dos próprios anunnakis no genoma do erectus, para potencializar a inteligência dessa espécie. Além disso, foi necessário que fêmeas anunnakis voluntárias recebessem um embrião geneticamente modificado, tornando-se, na prática, mãe de todos os homens atuais. Vale repetir: os primeiros humanos atuais nasceram de fêmeas anunnakis, após a edição genética de Homo erectus tardios.

 

Após esses primeiros tempos, ocorreram cruzamentos entre anunnakis e humanos recém-criados, gerando híbridos muito fortes e altos. Muitos anunnakis, tantos os machos quanto as fêmeas, sentiram-se atraídos pelos sapiens recém-criados, por isso, muitos híbridos foram gerados.

 

O objetivo inicial dos Anunnakis era criar uma espécie inteligente, para auxiliá-los na extração de ouro monoatômico (utilizado largamente em sua tecnologia) e nos trabalhos mais braçais. Concomitantemente, eles passavam profundos conhecimentos científicos e espirituais à nova espécie criada. Posteriormente, muitas almas foram enviadas para Tiamat pelos espíritos do Alto, para ocuparem esses novos corpos criados pelos anunnakis. Sempre sob supervisão do Alto (apesar dos anunnakis não saberem disso).

 

É preciso registrar que os anunnakis são seres humanoides muito parecidos conosco, porém, com cerca de três metros de altura e grande força física. Alguns anunnakis de castas superiores possuem dois cérebros que trabalham em conjunto (nosso cerebelo é, na verdade, um embrião de um segundo cérebro, não desenvolvido em nossa espécie nem em algumas castas de anunnakis).

 

Então, em suma, nossos corpos físico e astral são criações artificiais, que podem ser utilizadas por nosso corpo mental, a título de empréstimo. Com efeito, tudo o que está vivo neste planeta é artificial. A vida começou aqui por meio das grandes inteligências semeadoras de vida, que viajam pelo Universo. Porém, todos nós somos, em essência, uma parte do Universo. Uma parte do Todo-Poderoso, Criador do Universo e de todos os Multiversos. Sendo parte de Deus (Centelhas Divinas), somos essencialmente deuses. Escolhemos, por um tempo, termos uma experiência aqui, na densa terceira dimensão, utilizando corpos físicos e astrais compatíveis com nosso planeta, para que possamos evoluir como espíritos em direção ao Criador.

 

Devemos aos Anunnakis e aos espíritos do Alto o favor de desenvolverem esses corpos que utilizamos hoje, permitindo a continuação de nosso crescimento espiritual. Porém, nosso corpo mental e nossa essência crística (centelha divina ou alma) têm origem diretamente do Todo-Poderoso e transita pelo Universo com o objetivo de angariar experiências e energia, para unir-se novamente a Ele.

 

*Pseudônimo de um pesquisador itaunense que, por motivos pessoais, prefere manter-se temporariamente no anonimato.

 

- Imagens: Divulgação. 

 

 

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