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Copa Libertadores da América:
Inter
está na final sulamericana
São Paulo vence, mas Inter se classifica
e vai ao Mundial.*

Gaúchos comemoraram resultado em São
Paulo.
Pelo quinto ano
consecutivo, o São Paulo caiu na Copa Libertadores da América diante de
um clube brasileiro. Na noite desta quinta-feira, no Morumbi, o
Internacional foi derrotado por 2 a 1, mas se valeu do gol marcado fora
de casa para ser novamente o algoz do Tricolor e avançar à decisão do
torneio continental.
De quebra, o time
de Celso Roth garantiu antecipadamente a vaga no Mundial de Clubes da
Fifa, já que o outro finalista, o Chivas, é filiado à Concacaf e não
pode representar a Conmebol no torneio em Abu Dhabi.
Em noite fria na
capital paulista, o São Paulo abriu o placar com um gol de Alex Silva,
aproveitando falha incrível do goleiro Renan no primeiro tempo. Depois
do intervalo, Alecsandro desviou batida de D'Alessandro e tirou do
alcance de Rogério Ceni. Mas, logo em seguida, Ricardo Oliveira
recolocou os donos da casa na frente.
A expulsão de
Tinga nos minutos finais fez com que o Tricolor pressionasse ainda mais
o adversário, que se fechou. Como venceu no Beira-Rio por 1 a 0, o Inter
avançou à final pelos critérios de desempate.
A primeira partida
da decisão será disputada no dia 11 de agosto, no México. A volta
acontece no Beira-Rio.
Com a eliminação
diante de um público de mais de 57 mil pessoas, o São Paulo saiu
aplaudido e carrega agora mais uma desclassificação para compatriota:
Internacional (2006 e 2010), Grêmio (2007), Fluminense (2008) e Cruzeiro
(2009).
O jogo
A necessidade de
buscar a vitória obrigou o São Paulo a partir para cima do
Internacional. Porém, o time de Ricardo Gomes precisou de alguns minutos
para se encontrar em campo, já que foi escalado com uma formação
diferente. Fernandão foi recuado para o meio-campo, enquanto Ricardo
Oliveira e Dagoberto ficaram mais próximos da área.
Mas a forte
marcação do Colorado dificultou as primeiras tentativas do meio-campo
são-paulino. Fernandão lutava sem eficiência. A primeira chance saiu
quando Dagoberto dominou a bola atrás da zaga e bateu perto do gol, mas
o árbitro assinalou falta do atacante sobre Nei no início da jogada.
O Inter, por sua
vez, provou seu discurso e não ficou apenas atrás, adotando uma postura
bem diferente da que o São Paulo exibiu no Beira-Rio. Com Tinga no meio,
a equipe de Celso Roth tentou responder em contragolpes, mas demorou a
encaixar uma boa jogada.
O lance esperado
pelos colorados só saiu após boa troca de passes. Taison, então, dominou
sozinho na intermediária e chutou forte no canto, exigindo defesa de
Rogério Ceni. Sem conseguir tabelar perto da área dos gaúchos, o São
Paulo passou a apostar em cobranças de falta, quase sempre cometidas
pelo Inter na intermediária. Na primeira alçada de bola de Hernanes,
Fernandão e Alex Silva não alcançaram.
Aos 30, uma nova
falta poderia ter sido novamente afastada com tranquilidade pelo Inter,
mas um erro mudou a história. Hernanes bateu para a área, Renan saiu
para defender, mas falhou feio e mandou para trás, deixando de presente
para Alex Silva cabecear. Sandro ainda tentou tirar, sem conseguir
impedir que a bola ultrapassasse a linha do gol. O zagueiro vibrou seu
primeiro tento neste retorno ao Tricolor e fez a torcida explodir nas
arquibancadas. Na comemoração, os donos da casa gritaram "frangueiro,
frangueiro". Em seguida, o canto virou "o campeão voltou".
O gol
desestabilizou Renan e todo o sistema ofensivo, que mostraram pouca
segurança nas jogadas seguintes. O Inter também reduziu o ímpeto na
frente, mas o São Paulo não conseguiu ampliar ainda no primeiro tempo.
As duas equipes
não sofreram alterações no intervalo, mas ambas voltaram com uma dose
extra de garra para o segundo tempo. O clima de Libertadores ficou ainda
mais evidente. Aos 6, o clube gaúcho empatou o jogo. D'Alessandro cobrou
falta da meia-esquerda, a bola desviou em Alecsandro e enganou Rogério
Ceni.
Após o revés, o
São Paulo se viu obrigado a marcar mais dois gols para classificar. Mas
a agonia da torcida diminuiu apenas dois minutos depois. Ricardo
Oliveira recebeu livre na área e chutou cruzado para marcar o segundo.
Os colorados pediram impedimento inexistente, e o árbitro paraguaio
Carlos Amarilla validou o tento.
Empurrado pela
torcida e embalado pelo gol, o São Paulo passou a exercer forte pressão
contra os visitantes, segurando a bola na frente. Porém, depois do novo
susto, o clube gaúcho também voltou a atacar, com contragolpes puxados
principalmente por Taison. Mas foi em um avanço de Sandro que o time
assustou. O volante partiu para a linha de fundo e rolou no meio para
Tinga emendar. Jean tirou quase em cima da linha, e os colorados pediram
toque de mão, mas o árbitro mandou o jogo seguir. Do outro lado,
Hernanes soltou um foguete perto do travessão.
Como o resultado
ainda dava a classificação aos visitantes, Gomes sacou Cleber Santana
para a entrada de Marlos. Na resposta, Roth colocou Giuliano na vaga de
D'Alessandro, mas não teve tempo de ver como seu time se comportaria, já
que Tinga foi expulso pouco depois.
Fernandinho e
Marcelinho Paraíba ainda foram a campo (nas vagas de Dagoberto e Rodrigo
Souto), ajudando o Tricolor em uma pressão incrível, mas o clube
paulista não conseguiu a classificação e viu a festa do Colorado no
Morumbi.
*
Informações de Gazeta Press, via Superesportes/Uai (BH).
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Foto:
www.internacional.com.br
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Libertadores:
São Paulo derrota
Cruzeiro e está na semifinal
Cruzeiro é
prejudicado por árbitro, perde outra e dá adeus à Copa Libertadores
Árbitro uruguaio
expulsou Kléber no 1º minuto e matou possível reação celeste
Por Bruno Furtado
Para o Portal Uai

Kleber foi expulso
no primeiro minuto. Arbitragem à parte,
São Paulo foi mais
eficiente nos dois jogos e passou à semifinal da Copa
O árbitro uruguaio Jorge Larrionda está para sempre marcado
na história do Cruzeiro, negativamente. Ao expulsar Kléber injustamente
no primeiro minuto do jogo de volta das quartas de final da Copa
Libertadores, nesta quarta-feira, no Morumbi, ele minou qualquer chance
de reação cruzeirense na série e facilitou a missão do São Paulo, que
venceu por 2 a 0 e passou às semifinais.
O São Paulo já havia vencido a partida de ida por 2 a 0, no
Mineirão, e jogava em casa até por uma derrota por um gol de diferença.
Mas, diante do enfraquecimento prematuro do Cruzeiro, o Tricolor mandou
em campo, criou dezenas de oportunidades nos 90 minutos e marcou com
gols de Hernanes e Dagoberto. Pelo volume de jogo, o placar no Morumbi
poderia ter sido bem mais dilatado.
Os paulistas esperam na semifinal o classificado do
confronto entre Estudiantes e Internacional. Ao Cruzeiro, resta brigar
pelo título do Brasileirão, único campeonato a disputar este ano.
O São Paulo segue vivo na busca do tetracampeonato
continental. O clube conquistou a Copa Libertadores em 1992, 1993 e
2005.
O jogo
Um erro de arbitragem logo a um minuto de jogo transformou
numa missão quase impossível o que já era difícil para o Cruzeiro. O
árbitro uruguaio Jorge Larrionda expulsou Kléber no primeiro ataque
cruzeirense, por uma suposta agressão em Richarlyson durante uma
arrancada, o que não existiu. Um toque de mão casual foi confundido como
um tapa intencional no rosto. Sem o atacante, os mineiros foram
praticamente nulos ofensivamente no primeiro tempo, apesar da luta de
Thiago Ribeiro na frente. O São Paulo se aproveitou da vantagem para
pressionar e conseguiu abrir o placar aos 23 minutos, com Hernanes, em
chute no ângulo direito.
Ao todo, o São Paulo chegou com perigo em dez ocasiões na
área cruzeirense. O goleiro Fábio fez três defesas milagrosas: aos seis,
em chute à queima-roupa de Fernandão; aos 26, em cabeceio de Miranda, e
aos 33, em penetração de Marlos na área.
Ironicamente, o gol do São Paulo nasceu de uma jogada
despretensiosa, iniciada pela esquerda, com o lateral Júnior César. Ele
tocou por entre as pernas de Henrique, cruzou, e Hernanes, da entrada da
área, acertou o ângulo direito de Fábio: 1 a 0.
Dois minutos após o gol, Fernandão penetrou na área, chutou
sobre Leonardo Silva e pediu toque de mão, não marcado pelo árbitro.
Por conta da forte pressão do São Paulo, Adílson Batista
decidiu abrir mão de Jonathan aos 28 e o substituiu pelo zagueiro Thiago
Heleno. O lateral entrara em campo após uma semana de tratamento na coxa
esquerda e, visivelmente, estava fora de condições.
O Cruzeiro deu quatro chutes a gol no primeiro tempo, todos
de fora da área, três deles arriscados por Fabrício. Se não era perfeito
na contenção e nos passes, o volante ao menos tentava incomodar.
Um dos piores em campo era Henrique. Como primeiro volante,
ele pecou algumas vezes no combate, como no lance do gol são-paulino, e
esteve mal na saída de bola, errando passes fáceis.
Confirmação da
vitória
No intervalo, Adílson Batista partiu para o tudo ou nada. O
atacante Wellington Paulista substituiu Fabrício, o volante que mais
lutava, e não Henrique. O São Paulo voltou a campo com os mesmos
atletas.
Por mais que o Cruzeiro brigasse, o São Paulo tinha o jogo
nas mãos e ampliou aos oito minutos, com Dagoberto. Júnior César lançou
Fernandão, ele escorou de cabeça e o velocista ficou diante de Fábio, à
vontade para encobrir o goleiro e colocar 2 a 0 no placar.
A essa altura, o Cruzeiro precisaria marcar quatro gols
para ir às semifinais. No Morumbi, os tricolores já comemoravam nas
arquibancadas com gritos de “eliminados” e “olé”.
O terceiro quase saiu aos dez, mas foi evitado por Fábio. O
goleiro saiu nos pés de Marlos, atrasou o cruzamento e a zaga afastou.
A terceira e última modificação no Cruzeiro foi feita por
Adílson logo aos 13 minutos: o volante Elicarlos ganhou a vaga de Diego
Renan na lateral direita. Era a tentativa de melhorar a marcação.
Com 20 minutos, o Cruzeiro visivelmente sentiu o cansaço,
ainda mais pelo ritmo forte imposto pelo São Paulo. O time de Ricardo
Gomes usou muito os lados do campo e contra-golpes rápidos.
O Cruzeiro só assustou aos 35 minutos, quando Wellington
Paulista recebeu cruzamento perfeito de Gilberto e cabeceou à direita da
meta de Rogério Ceni, quase um espectador nesse confronto. (UAI)
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Foto: Cesar Greco/Foto Arena/AE.
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Rio de Janeiro:
Botafogo é campeão carioca de 2010*
Alvinegro quebra
tabu e conquista título por antecipação.

Depois de três anos de espera e decepção, o torcedor
alvinegro pode soltar com toda a força o grito: o Botafogo é o campeão
do Campeonato Carioca de 2010. Um título incontestável e, o melhor, em
cima do grande rival: o Flamengo. Com a vitória por 2 a 1, neste
domingo, no Maracanã, o Alvinegro conquistou a Taça Rio. E como também
já havia ganhado a Taça Guanabara levanta o troféu sem a necessidade de
uma final. A última vez que um clube venceu os dois turnos do Estadual
foi em 1998, com o Vasco (assista aos melhores momentos no vídeo ao
lado).
A vitória veio com dois gols de pênaltis. E dos dois
artilheiros. Herrera e El Loco Abreu cobraram muito bem, sem chance para
o goleiro Bruno, conhecido por ser um grande pegador de penalidades.
Vagner Love, que termina como artilheiro do Campeonato Carioca com 15
gols, descontou. Foi uma partida nervosa, com 15 cartões amarelos e duas
expulsões.
Os últimos minutos foram emocionantes, com o goleiro
Jefferson defendendo um pênalti cobrado por Adriano, o maior ídolo
rubro-negro. Após o apito final, os alvinegros caíram emocionados no
gramado, se abraçaram como nunca. O presidente Maurício Assumpção desceu
para o campo chorando de emoção.
O título vem com gosto de vingança. O Botafogo havia
perdido as últimas oito decisões para o Flamengo: a Taça Rio de 1991 e
2009, o Campeonato Brasileiro de 1992, a Taça Guanabara de 1995 e 2008,
e o Campeonato Carioca de 2007, 2008 e 2009. Mas o trauma acabou.
É o 19º título carioca do Botafogo. Dos atuais jogadores,
apenas Lúcio Flávio participou da última conquista alvinegra em 2006. E
pensar que tudo começou após o time sofrer uma desastrosa goleada de 6 a
0 para o Vasco na terceira rodada. Após aquela partida, o elenco deu a
volta por cima com a chegada do técnico Joel Santana, o "Rei do Rio". O
título também tem um sabor especial para o treinador, que saiu pela
porta dos fundos da seleção da África do Sul e perdeu a chance de
comandar o país na Copa do Mundo de 2010.
'Chifrudo': Adriano é hostilizado e ganha apoio de Andrade
O amor entre Adriano e a torcida do Flamengo foi abalado. O
atacante desperdiçou um pênalti na derrota por 2 a 1 para o Botafogo,
neste domingo, e acabou hostilizado por alguns flamenguistas no
estacionamento do Maracanã, segundo a Rádio Tupi. Restou o apoio do
técnico Andrade.
"O Adriano ainda tem bastante crédito", garantiu o
comandante do Flamengo. "Quando os nossos dois atacantes estão em campo,
o Adriano é o batedor de pênalti oficial. Ele se preparou bem para
cobrar, mas, infelizmente, perdeu. Isso acontece", acrescentou.
Não foi só a torcida do Flamengo que se manifestou contra
Adriano. Durante a partida, os botafoguenses cantaram algumas músicas em
que lembravam do término do noivado do jogador com Joana Machado. O
Imperador ouviu gritos de "chifrudo" enquanto se apresentava para cobrar
o pênalti.
Para Andrade, Adriano precisa erguer a cabeça. Com a
consciência de que ainda desperdiçará outras penalidades até o final da
carreira.
Paraná:
Coritiba vence Atlético e conquista título
Marcos Aurélio teve participação decisiva
na vitória.

Com uma vitória sobre o rival Atlético Paranaense por 2 a
0, no Estádio Couto Pereira, o Coritiba conseguiu por antecipação
conquistar seu 34ª título do Campeonato Paranaense. Abrindo quatro
pontos de vantagem em relação ao Furacão, faltando apenas uma rodada
para o fim da competição, o Alviverde apagou parte da imagem negativa do
ano do Centenário, deixando o Alto da Glória com a tão sonhada taça nas
mãos.
Autor de gols decisivos para o Coxa, Marcos Aurélio,
ex-atleta do Rubro-Negro, voltou a aparecer como candidato a herói aos
cinco minutos da segunda etapa. Depois de uma tabela com Rafinha, o
atacante bateu forte para estufar as redes. Aos 29 minutos, Geraldo, que
havia acabado de entrar, penetrou na zaga e chutou para o gol para
fechar a contagem e garantir a conquista.
Na próxima rodada, o Coritiba enfrenta o Cascavel para
cumprir tabela, domingo, no Estádio Major Antônio Couto Pereira. Já o
Atlético Paranaense, que também já não briga por mais nada na
competição, encara o Iraty, que está de olho na terceira colocação, no
mesmo dia, na Arena da Baixada.
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Informações de G1 e Gazeta Press.
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Polêmica aberta:
Goleiro Marcos rebate críticas de Neto
Neto criticou as falhas e a postura de
Marcos, após suas últimas
apresentações pelo Palmeiras. O goleiro
reagiu e rebateu o comentarista corintiano.
Da Redação*
Via Fanzine

Neto e Marcos
trocaram farpas em rede nacional.
Em recente edição do programa “Jogo Aberto”, da Rede
Bandeirantes, a declaração de um comentarista causou polêmica e continua
repercutindo. O comentarista esportivo da Band e corintiano assumido, Neto,
criticou o goleiro palmeirense Marcos por suas falhas nos últimos jogos.
Neto também criticou a postura de Marcos que teria afirmado a intenção
de abandonar o futebol no final de 2010.
Mostrando despreparo e desamparado de qualquer senso de
ética, o comentarista da Band, atropelou o português e fez fortes
críticas ao goleiro palmeirense. Além disso, Neto, que foi considerado
um dos jogadores mais indisciplinados do futebol, em seus comentários,
abusou de gírias e termos de baixo calão.
Transcrevemos a seguir, preservando o português de Neto, as
suas críticas ao campeão mundial Marcos. “Eu vou dar uma opinião sobre o
Marcos, vai criar polêmica, porque você falar do Marcos é diferente de
falar do Rogério Ceni. O Rogério Ceni é artilheiro de Libertadores,
um cara que nunca chegou atrasado em um treino. O Marcos é um grande
cara, um grande goleiro, mas já ‘tô’ de saco cheio, véio. Já ‘tô’ com o
saco cheio, já ‘estorano’, de toda hora quando perde um jogo: ah eu vou
‘pará’. É igual criança, ‘cê’ num dá o doce e daqui a ‘poco’,
ahh... ‘Pô, peraí’, meu, ó, perdeu, falhou ó: eu perdi, falhei no
lance, ‘cabô’, pt saudações, e ‘vamo’ pro próximo jogo. Agora, num pode
se ‘fazê’ de vítima toda hora, meu. Ô, toda hora a gente tem que
defender o Marcos aqui, porque o Marcos é um baita ‘dum’ cara, e é
uma grande pessoa, é um grande goleiro, mas 'falhô', veio! Agora, ah não
Marcos, ‘cê’ um pode sair porque ‘cê’ é um santo. Num é nada disso, não.
Até porque, a gente num mete o cacete... Eu, eu! Num meto o cacete no
Souza ‘pa’ caramba, a gente num fala do Maurício Ramos, a gente num fala
do Wiliams... Por que ‘qui’ num pode criticar o Marcos? Pô, falhou pra
caramba no gol! E ‘outra’ coisa, se ‘quisê’ 'pará', para, meu. Num fica
‘falano’ toda hora: ‘vô’ pará, num “vô’ pará...”.
Posteriormente, o repórter esportivo da Band, Luís Ceará,
falou com Marcos, que abordou seus erros e rebateu os comentários de
Neto. Marcos diz que devido ao status alcançado em sua carreira, seus
erros são muito comentados e criticados. E afirmou, “Fiquei muito
chateado com o Neto. Ontem no programa, ele falou que me defendeu. Eu
nunca pedi pra ele me defender, em momento algum. Não é meu amigo. Ele
me compara demais ao Rogério Ceni. Eu não gosto dessa comparação. Acho
que o Rogério é um excelente goleiro, fantástico, tem todos os créditos
por ser quem ele é. E toda vez que ele [Neto] vai fazer um comentário
sobre mim, ele coloca o Rogério no meio. Eu acho isso uma situação
chata, constrangedora, parece que ‘tá’ jogando eu contra o Rogério e o Rogério
contra mim. E não acho certo a forma de se tratar desse jeito. Acho que
ele tinha que ter um pouco mais de ética também. Saber que, o Rogério
sendo um amigo particular dele, ele não vai me defender. Mas quando é o
Rogério, ele defende, porque ele é amigo particular dele. Tem que fazer
mesmo. Mas se ele está esperando um dia, eu agradar ele, pra ele me
defender, ele ‘tá’, enganado. Porque eu não sou de agradar ninguém. Na
minha casa não entra mau caráter, porque eu não sou amigo de mau
caráter. Sou amigo de cara de bom caráter. Não entra cara que cospe na
cara de juiz. E a minha carreira e o meu currículo mostra que eu nunca
fiz isso na minha vida. Ele está tendo essa segunda chance de ter o
poder nas mãos dele. A primeira foi quando ele foi jogador do
Corinthians, e pisava em todo mundo do Corinthians lá. E a segunda agora com o microfone na mão. E ele não está sabendo aproveitar essa
chance que ele está tendo agora. Acho que o microfone é pra quem tem
ética, não pra quem quer ficar jogando uns contra os outros. Então, não
gostei, nunca pedi pra que ele me defendesse, pode meter o pau em mim
todo dia, porque sou acostumado e vacinado pra isso”.
No site de vídeos You Tube, as falas de Neto e Marcos foram
inseridas por diversos usuários. A maioria dos comentários postados
critica as colocações de Neto e grande parte (não somente de
palmeirenses) desfere muitos adjetivos de baixo calão contra o comentarista
corintiano a Band.
*
Com informações da Rede Bandeirantes (SP).
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Belo Horizonte:
Luxemburgo chega
para comandar o Galo
Novo técnico assume
com “carta branca” da diretoria.
Da Redação
Via Fanzine
Depois de um péssimo desempenho na reta final do
Brasileirão 2009 e da rescisão contratual do técnico Celso Roth, o
Atlético anuncia a contratação de Vanderlei Luxemburgo.
O primeiro anúncio foi feito através do Twitter do
presidente Alexandre Kalil, informando que “Luxemburgo vem aí”.
De acordo com a Assessoria de Imprensa do Atlético, o
técnico Vanderlei Luxemburgo desembarcou às 13h30 desta quarta-feira
(09/12), no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.
De lá, o novo treinador atleticano seguirá para a Sede de
Lourdes, onde será apresentado às 16h pelo Presidente Alexandre Kalil.
Segundo informações veiculadas pela imprensa mineira, Luxemburgo
receberá “carta branca” no comando técnico do Galo.
Ele deverá reavaliar todas as categorias de base, acertar
novas contratações e montar uma equipe competitiva para a próxima
temporada. Segundo ele, se receber o devido apoio do clube, deverá
conquistar a tríplice coroa para a torcida atleticana em 2010.
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