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 Comunicação

Belo Horizonte:

Programa da Rede Minas aborda ufologia

Programa 'Brasil das Gerais' abordou ufologia em recente edição.

 

Da Redação*

 Via Fanzine

 

Os convidados do Brasil das Gerais, Pepe Chaves, Paulo Werner, a apresentadora

Roberta Zampetti, Renato Las Casas e a cantora Carla Gomes.

- Clique aqui e assista o 'Brasil das Gerais' abordando ufologia.

 

Nesta quarta-feira (13/10), o programa 'Brasil das Gerais' (afiliada Rede Brasil) tratou a temática da ufologia. O programa ao vivo é comandado pela jornalista Roberta Zampetti e vai ao ar diariamente, às 19h, sempre abordando temáticas diversificadas.

 

Nesta edição, os convidados teceram um pouco de suas experiências e envolvimentos com o tema. Estiveram presentes Pepe Chaves, jornalista e editor do portal UFOVIA, considerado um dos mais credibilizados a tratar o assunto na língua portuguesa; Renato Las Casas, físico e professor do Departamento de Física do Instituto de Ciências Exatas e Coordenador do Grupo de Astronomia da UFMG e responsável pelo Observatório Frei Rosário, situado na Serra da Piedade; além do pesquisador e consultor para Revista UFO, Paulo Werner, de Contagem-MG.

 

O programa contou também com a participação da cantora e compositora Carla Gomes, que se apresentou em voz e violão. Foram exibidos tapes gravados exclusivamente com o físico Marcelo Gleiser e com José Marcos, testemunha do conhecido caso ufológico "Sagrada Família", ocorrido em Belo Horizonte.

 

Renato Las casas abordou sobre confusões que podem enganar leigos e fazê-los crer que estão avistando UFO. Para ilustrar, contou da experiência que teve no Observatório de Piedade, quando pessoas afoitas observaram o que seria um OVNI no céu. Ao se aproximar, perceberam que o objeto era uma simples sacola de supermercado, erguida pelo vento.

 

Paulo Werner contou sobre suas pesquisas ufológicas no Estado de Minas Gerais, ressaltando alguns casos que considera sem solução. Alegando a veracidade do fenômeno, o pesquisador citou a chamada "noite dos UFOs", ocorrida em 1986, quando aeronaves caças da FAB seguiram objetos voadores não identificados em espaço nacional.

 

Pepe Chaves falou de suas pesquisas com os periféricos, pequenos objeto voadores constatados em diversas partes do mundo, sobretudo, no meio rural brasileiro. Também falou de seu livro 'Os UFOs e seus Periféricos', que remonta 10 anso de pesquisas nos meios rurais mineiros e contou de suas experiências pessoais, quando avistou, por duas oportunidades, tais objetos luminosos a poucos metros de distância e do comportamento dos mesmos.

 

O programa 'Brasil das Gerais' pode ser assistido ao vivo pela internet, através do link: http://redeminas.tv/index.php. Dois dias depois, o vídeo estará disponível para cesso permanente no site da emissora.

 

- Foto: cortesia de Paulo Werner (BH).

 

- Clique aqui e assista o 'Brasil das Gerais' abordando ufologia.

 

- Mais Ufologia:

'Os UFOs e seus Periféricos' - livro de Pepe Chaves, abordando 'sondas' em MG.

Visite o portal UFOVIA

 

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Lisboa:

Portugal e Brasil querem criar canal de tevê lusófono*

Projeto deverá integrar países membros da CPLP.

 

Os governos de Portugal e Brasil querem criar um canal de televisão em língua portuguesa para difusão internacional que poderá resultar da associação de todos os países da CPLP, anunciaram hoje os responsáveis em Lisboa.

 

* Informações da Lusa/Expresso (Portugal).

 

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Internet:

Arquivo do programa Roda Viva disponível para pesquisa*

Mais de quinhentas das principais entrevistas estão disponíveis para consulta e pesquisa.

 

Memória Roda Viva é um novo canal de pesquisa na internet, voltado para estudantes, professores e público em geral. Este canal oferece aos internautas um espaço para pesquisa de grandes temas nacionais e internacionais, a partir dos debates exibidos no programa Roda Viva, exibido pela TV Brasil.

 

Os usuários têm acesso às transcrições integrais das entrevistas realizadas nos últimos 24 anos, além de um trecho de vídeo do programa e verbetes informativos.

 

Mais de quinhentas das principais entrevistas estão disponíveis para consulta e pesquisa. Semanalmente são inseridos outros programas, até que todos estejam na página.

 

Esse é o resultado de uma parceria entre a Fundação Padre Anchieta, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

                                                         

Para conhecer, acesse o site http://www.rodaviva.fapesp.br.

 

* Informações da Agência Fapesp.

 

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São Paulo:

Boris Casoy: Não há acordo entre Garis e Band

Garis não aceitam acordo com a Band em processos por comentário de Boris Casoy.*    

 

Os cerca de 800 garis que processaram a TV Bandeirantes por causa de um comentário ofensivo do jornalista Boris Casoy contra a classe não chegaram a um acordo com a emissora, em audiência realizada pela Justiça do Rio na última quarta-feira (7/4).

 

Com isso, o juiz Brenno Mascarenhas, do 4º Juizado Especial Cível do Rio, marcou uma nova audiência para o próximo dia 30, quando será lida a sentença. Os garis pedem indenização por danos morais pelas declarações do jornalista durante a edição do “Jornal da Band” do dia 31 de dezembro de 2009.

 

Sem saber que seu microfone estava ligado, Casoy ridicularizou dois garis que desejaram feliz ano novo aos espectadores na abertura do telejornal. “Que m..., dois lixeiros desejando felicidades do alto de suas vassouras. Dois lixeiros, o mais baixo da escala do trabalho”, disse o apresentador, em tom de deboche.

 

No dia seguinte, Casoy pediu “profundas desculpas”, ao vivo, pela “frase infeliz que ofendeu os garis”. Mas o mea culpa não foi suficiente para evitar as mais de 163 ações na Justiça, uma delas, inclusive, movida pela Fenascon (Federação Nacional dos Trabalhadores em Serviço, Asseio e Conservação, Limpeza Urbana, Ambiental e Áreas Verdes).

 

Segundo informações do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), mais de 800 garis, divididos em grupos de cinco, entraram com processos contra a Rádio e Televisão Bandeirantes Ltda.

 

* Informações de Uol Notícias.

 

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Rádio Digital:

Preferido pelos técnicos, DRM sofre ataques do Iboc*

O presidente da iBiquity Digital Corporation, empresa proprietária da tecnologia Iboc distribuiu uma

 “carta aos amigos brasileiros” na qual procura reagir a alguns dos argumentos a favor do DRM.

 

Até o final deste mês será escolhido o padrão de rádio digital que será adotado no Brasil. E embora poucos apostassem nisso há apenas alguns meses, tudo indica que o país vai ficar mesmo com o sistema europeu Digital Radio Mondiale, ou DRM. Pelo menos é a previsão de quem acredita numa decisão técnica, pois algumas de suas características teriam desbancado o antes “preferido” In Band on Channel, ou Iboc, o padrão americano.

 

Essa impressão também parece ter chegado a Robert Struble, o presidente da iBiquity Digital Corporation, empresa proprietária da tecnologia Iboc. Na semana passada, ele distribuiu uma “carta aos amigos brasileiros” na qual procura reagir a alguns dos argumentos a favor do DRM e destacar as principais qualidades do sistema americano, também chamado de HD Radio, visando “esclarecer algumas concepções incorretas” sobre a tecnologia.

 

Struble procura atacar um dos principais argumentos repetidos contra o Iboc, de que se trata de um padrão proprietário e que exige o pagamento de royalties. Ele lembra que embora seja tratado como padrão “aberto”, o DRM também cobra direitos pelo desenvolvimento tecnológico.

 

Para acadêmicos ouvidos pelo Convergência Digital, a diferença estaria na transparência. Por ser um consórcio de várias emissoras europeias, o DRM não faria distinção na cobrança, enquanto a iBiquity, como empresa, possa dar tratamento diferenciado a um ou outro fabricante.

 

Para além das discussões de royalties, a principal força do Iboc está na maior variedade de equipamentos, especialmente receptores, algo que mesmo os defensores do padrão europeu reconhecem. Na carta, o presidente da iBiquity dispara que “se o sistema de DRM for escolhido para o Brasil, a implementação de serviços digitais será postergada, no melhor dos casos, em alguns anos  na medida em que os produtos comerciais sejam desenvolvidos e, no pior dos casos, será um fracasso”.

 

Ameaças à parte, parece estar se formando um consenso técnico de que o DRM é mais adequado ao Brasil. E o que pesa aí é a capacidade desse padrão atender a diferentes necessidades do país. Isso porque embora ambos tenham sido bem sucedidos nas experiências de transmissão em FM, o Iboc – segundo os especialistas ouvidos pelo Convergência Digital – não atende a transmissão em ondas curtas e tropicais.

 

Assim, embora as áreas urbanas possam ser plenamente atendidas com qualquer dos dois sistemas, o Brasil não pode fugir da realidade de que precisa da transmissão em ondas curtas para atender a grande região Amazônica. “O sistema europeu tem maior flexibilidade porque vai além da AM e FM, além de ter a vantagem de precisar de faixas de 96 Khz, enquanto o padrão americano precisa de 400 Mhz”, acredita o professor Lúcio Martins Silva, da faculdade de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília, e que participou de testes com o padrão europeu.

 

Mas se essa versatilidade na transmissão deixaria a vantagem com o DRM, é reconhecido que o Iboc teve muito mais sucesso em atrair fabricantes de receptores, o que permitiria a oferta de aparelhos de rádio digital mais acessíveis – fato que tampouco pode ser descartado para um país como o Brasil. “Enquanto a iBiquity foi muito mais agressiva e conseguiu uma grande quantidade de modelos de receptores para o sistema, o DRM não conseguiu mobilizar os fabricantes do mesmo jeito”, diz o diretor da Faculdade de Tecnologia da UnB, Humberto Abdalla Jr.

 

Há, no próprio Ministério das Comunicações, quem acredite que essa questão será superada com a adoção do padrão pelo país – o que atiçaria fabricantes dos aparelhos de rádio. De qualquer maneira, com o aparente “sucesso” do DRM a questão dos equipamentos tem fortalecido uma mudança no discurso dos defensores do Iboc. Tem se tornado comum ouvir que o governo deveria adotar uma “solução neutra”, sem a opção direta por um dos padrões.

 

Nessa linha, o Ministério das Comunicações apenas baixaria regras com as características necessárias a um sistema de rádio digital a ser adotado no Brasil, especificações técnicas como canal de guardo e cobertura. Com isso, as forças de mercado, leia-se as emissoras, se encarregariam de adotar o padrão mais conveniente a cada uma.

 

O que pesa aí é o fato de que já há emissoras que fizeram a aposta no Iboc e compraram equipamentos para a transmissão pelo padrão americano – sendo o exemplo mais citado o da CBN, parte do sistema Globo de rádio. Não chega a surpreender, portanto, que a Abert demonstre preferência pelo Iboc. É sabido, porém, que não há unanimidade entre os radiodifusores. A turma do Sul do país, por exemplo, quer que a escolha recaia pelo DRM.

 

Contra a linha da “solução neutra” reitera-se o argumento que ela, na prática, acabaria beneficiando o Iboc – justamente porque o padrão americano foi mais bem-sucedido entre fabricantes de equipamentos. Além disso, ao menos que se invista em aparelhos que recebam sinais tanto de uma quanto da outra tecnologia, os brasileiros que comprarem rádios Iboc não conseguirão ouvir a programação das emissoras que transmitem em DRM, e vice-versa.

 

No Ministério das Comunicações, o Convergência Digital ouviu que não é prudente acreditar que o governo vai optar por essa saída salomônica. Os testes com ambos os padrões já estão concluídos e a pasta agora prepara o documento que será apresentado ao presidente Lula. E a avaliação é de que essa saída “neutra” só será escolhida caso o presidente opte por uma decisão política com o objetivo de preservar aquelas emissoras que já investiram em equipamentos Iboc.

 

O que é certo, porém, é que depois de anos de discussão, a escolha se dará mesmo neste mês. Quem garante isso é o calendário político. O ministro Hélio Costa, assim como outros ministros que pretendem se candidatar nas eleições de outubro, precisa deixar o cargo, no máximo, no início de abril.

 

* Por Luís Osvaldo Grossmann, para Convergência Digital.

 

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FNDC no Fórum Social Mundial:

Debates sobre os novos rumos da comunicação*

Os encontros realizados pelo FNDC nos municípios de Canoas, Sapiranga e Porto Alegre.

   

Octávio Piereanti, Rosane Bertotti, Gerson Almeida,

Nascimento Silva e Celso Schröder.

 

A possibilidade de novos rumos para a comunicação foi debatida pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação em uma série de atividades realizadas durante o Fórum Social Mundial (FSM) 2010, que ocorreu entre os dias 25 e 29 de janeiro em Porto Alegre e outras seis cidades da Região Metropolitana.

 

Os encontros realizados pelo FNDC nos municípios de Canoas, Sapiranga e Porto Alegre avaliaram 1ª Conferência Nacional de Comunicação e mudanças do setor no Brasil a partir da sua realização. Também foram pauta dos debates a necessidade de políticas públicas que capacitem a sociedade para uma leitura crítica da mídia e o novo cenário do mercado audiovisual com o advento da digitalização.

 

O município de Canoas recebeu, no dia 26, duas atividades. Pela manhã, realizou-se o painel Balanço da Conferência Nacional de Comunicação e a agenda para 2010, que teve a participação de Gerson Almeida, da Secretaria Geral da Presidência da República; Octavio Pieranti, do Ministério da Cultura; Carolina Ribeiro, do Coletivo Intervozes; Celso Schröder do FNDC; e Rosane Bertotti, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A mediação foi de Nascimento Silva, da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert) e FNDC.

 

No período da tarde, foi debatido Cultura, Digitalização e Desenvolvimento Econômico: Em busca de uma política industrial sustentável. A mesa teve a presença de Marta Machado, da Associação Brasileira de Cinema de Animação; James Görgen, do Ministério da Cultura; e André Barbosa, da Casa Civil. A mediação foi de Berenice Mendes, da Associação Nacional das Entidades de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões (Aneate).

 

No dia 27, ocorreram atividades em Canoas e em Sapiranga. Em Canoas, a cineasta Berenice Mendes ministrou a oficina Áudio e vídeo e educação para a mídia realizada em conjunto com a Horta Comunitária União dos Operários (HOCOUNO) e a ONG AOSOL.

 

Em Sapiranga, na tarde do dia 27, ocorreu o painel Comunicação e educação: Capacitando a sociedade para uma leitura crítica da mídia, com a participação das professoras Christa Berger, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos; Maria Helena Weber, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS; além da psicóloga Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia. O encontro foi mediado por José Luiz Nascimento Sóter, da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária.

 

No dia 28, ocorreu na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, o painel O papel das TVs públicas na democratização da comunicação, com a participação de Tereza Cruvinel, presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC); Pedro Luiz Osório, presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Cultural Piratini e Celso Schröder, coordenador-geral do FNDC.

 

* Informações da Redação FNDC.

- Foto: Renata Machado.

 

 

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