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Internacional

 

Brasília:

Guaidó chega ao Brasil para encontro com presidente

A informação é confirmada pela Vice-Presidência da República. O Brasil, os Estados Unidos, o Chile, o Paraguai e o Canadá foram as primeiras nações a reconhecer a legitimidade do venezuelano.

 

Na sua conta no Twitter, Guaidó afirma que mais de 50 países o reconhecem como presidente legítimo.

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O presidente Jair Bolsonaro deve se reunir com Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino da Venezuela, entre amanhã (28) e sexta-feira (1º). O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, participará do encontro. O venezuelano é esperado em Brasília por volta da meia-noite, segundo a assessoria da vice-presidência da República.

 

No mês passado, o Tribunal Supremo de Justiça proibiu Guaidó de deixar o país e congelou suas contas. A Corte atendeu a um pedido do procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado do presidente Nicolás Maduro. Apesar das ordens, o interino foi à Colômbia e prometeu retornar à Venezuela em breve.

 

Há dois dias, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, conversou em particular com Guaidó, em Bogotá, na Colômbia. Antes, Araújo também se reuniu com Guaidó. Eles participaram da reunião do Grupo de Lima, da qual participaram representantes das Américas, em defesa de uma saída pacífica para crise venezuelana sem interferência externa.

 

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, confirmou hoje ter convidado Guaidó para participar da Cumpre do Prosur, mecanismo de integração vinculado à União das Nações Sul-americanas (Unasur), em março, em Santiago (Chile).

 

Na sua conta no Twitter, Guaidó afirma que mais de 50 países o reconhecem como presidente legítimo. O Brasil, os Estados Unidos, o Chile, o Paraguai e o Canadá foram as primeiras nações a reconhecer a legitimidade do venezuelano. Na região, México e Urugia optaram pela neutralidade, enquanto China e Cuba apoiam o governo Maduro.

 

Violência

 

Nos últimos dias o clima de confronto dominou a região fronteiriça da Venezuela com o Brasil e a Colômbia. Por ordem de Maduro, a fronteira com o Brasil foi fechada. Houve dificuldades para o transporte da ajuda humanitária internacional com registros de mortos e feridos. Segundo relatos, militares venezuelanos atiraram na direção de civis desarmados.

 

Para Maduro, há uma orquestração internacional, liderada pelos Estados Unidos e Colômbia, com o objetivo de promover uma intervenção na Venezuela. Ele e aliados negam a existência de crise humanitária no país.

 

*Informações de Marcelo Brandão/Agência Brasil, com informações da TVN, emissora oficial do Chile.

 27/02/2019

 

- Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters/direitos reservados.

 

*  *  *

 

Indonésia:

Vulcão provoca tsunami e causa mortes*

Uma erupção do vulcão Krakatoa provocou pelo menos duas dezenas de mortes após ter causado um tsunami na costa da Indonésia. 

 

Oficiais alertam que o número de mortos provavelmente aumentará ainda mais. A agência de gerenciamento de desastres disse que o aumento do mar causado pela lua cheia também pode ter contribuído para a força da onda.

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Pelo menos 20 pessoas foram mortas e 165 ficaram feridas depois que um tsunami atingiu a costa do Estreito de Sunda, segundo autoridades do governo indonésio.

 

A agência de gerenciamento de desastres do país diz que duas pessoas estão desaparecidas e dezenas de prédios foram danificados. A agência também informou que a possível causa do tsunami foi um deslizamento submarino depois que o vulcão Krakatoa entrou em erupção.

 

O Estreito de Sunda entre as ilhas de Java e Sumatra liga o Mar de Java ao Oceano Índico. As mortes foram relatadas nas regiões de Pandeglang, South Lampung e Serang.

 

Oficiais alertam que o número de mortos provavelmente aumentará ainda mais. A agência de gerenciamento de desastres disse que o aumento do mar causado pela lua cheia também pode ter contribuído para a força da onda.

 

Oystein Lund Andersen, que estava na praia no momento, disse à BBC que duas ondas atingiram o local, sendo a segunda maior do que a primeira.

 

O norueguês Andersen, um fotógrafo profissional de vulcão, disse que correu para o hotel onde sua família estava hospedada e mais tarde foi para um lugar mais alto em uma floresta. Ele acrescentou que houve um forte som de erupção antes do tsunami.

 

Autoridades de emergência estão investigando se o tsunami foi causado pela Anak Krakatoa, uma ilha vulcânica no Estreito de Sunda.

 

Em setembro, mais de 2.000 pessoas morreram quando um forte terremoto atingiu a ilha indonésia central de Sulawesi, provocando um tsunami que engoliu a cidade costeira de Palu.

 

Em 26 de dezembro de 2004, uma série de grandes ondas desencadeadas por um poderoso terremoto no Oceano Índico matou cerca de 228.000 pessoas em 14 países, incluindo a Indonésia.

 

A Indonésia é propensa a terremotos porque está no Anel de Fogo - a linha de frequentes tremores e erupções vulcânicas que circundam praticamente toda a orla do Pacífico.

 

O vulcão Anak Krakatoa (Criança de Krakatoa) sofreu um aumento de atividade nos últimos meses.

 

A agência geológica da Indonésia disse que o vulcão entrou em erupção por dois minutos e 12 segundos na sexta-feira, criando uma nuvem de cinzas que subiu 400 metros acima da montanha.

 

Não é recomendado a presença de ninguém dentro de um raio de dois quilômetros da cratera.

 

* Informações da BBC.

    22/12/2018

 

- Imagem? Getty Images.

 

*  *  *

 

Helsinque:

Encontro desagrada geral

Após encontro com Putin, Trump é criticado por oposição e aliados*.

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente russo, Vladimir Putin, realizam uma coletiva de imprensa conjunta após a reunião.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu críticas de deputados e senadores republicanos e democratas após a reunião que teve hoje (16) em Helsinque (Finlândia) com o presidente da Rússia, Vladmir Putin. Ele foi criticado por ter aceitado as afirmações do líder russo de que nunca interferiu no processo eleitoral americano.

 

Na última sexta-feira (13), a promotoria do país acusou formalmente 12 agentes da inteligência russa por hackear computadores da candidata Hillary Clinton em 2016 para prejudicá-la na disputa com Donald Trump.

 

Até mesmo aliados do presidente Donald Trump criticaram a postura do presidente norte-americano. Após uma reunião de quatro horas com Putin, Trump disse que não houve “conluio” entre ele e o chefe de Estado russo para favorecê-lo em 2016.

 

Críticas de aliados

 

A primeira reação foi do presidente da Câmara Paul Ryan. “O presidente precisa reconhecer que a Rússia não é nossa aliada", disse o republicano. Ele afirmou que Trump deveria ter confrontado o presidente russo durante a conferência de imprensa.

 

O senador John McCain, republicano do Arizona, disse que a reunião em Helsinque foi um "erro trágico". "Nenhum presidente anterior jamais se rebaixou mais abertamente diante de um tirano", disse McCain, que preside o Comitê de Serviços Armados do Senado. Para ele, Trump provou ser não apenas “incapaz” como também “não querer resistir a Putin."

 

No Senado, o líder da maioria, o republicano Mitch McConnell, disse que "os russos não são amigos” dos Estados Unidos e afirmou “acreditar inteiramente na avaliação da comunidade de inteligência dos EUA de que Moscou estava envolvida nas eleições”.

 

A também republicana senadora Lindsey Graham disse no Twitter que o presidente Trump “perdeu a oportunidade de responsabilizar firmemente a Rússia pela intromissão de 2016 e apresentar um forte alerta para futuras eleições”.

 

Novas especulações

 

Entre democratas as críticas também foram imediatas e levantaram uma nova onda de especulações sobre os motivos que estariam por trás da postura de aceitação de Trump para com o presidente Putin.

 

"A única explicação plausível é a possibilidade de o presidente Putin ter informações prejudiciais sobre o presidente Trump", disse o líder da minoria do Senado, o democrata Chuck Schumer.

 

Desde o ano passado, quando surgiram as primeiras denúncias sobre a interferência da Rússia nas eleições, algumas notícias que circulam nas redes sociais associam a postura de Trump – de defender a Rússia e desqualificar as denúncias – como uma consequência de um suposto “dossiê” ou material que o governo russo teria sobre Trump.

 

O presidente norte-americano afirma que estas especulações são fake news, do mesmo modo que desqualifica as próprias investigações das agências de inteligência norte-americanas.

 

A líder democrata na Câmara dos Representantes, deputada Nancy Pelosi escreveu uma mensagem no Twitter na mesma linha de outros líderes da oposição. “Todos os dias, me pergunto: o que os russos têm sobre @realDonaldTrump, [conta de Trump na rede social], pessoal, financeira e politicamente?”, questionou.

 

Segundo Nancy, “só a resposta a essa pergunta” explicaria o comportamento de Trump e “sua recusa em enfrentar Putin”.

 

* Informações de Leandra Felipe/Agência Brasil.

   17/07/2018

 

- Foto: Grigory Dukor/Reuters/Direitos reservados.

 

 

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