AEROVIA ARQUEOLOVIA ASTROVIA DORNAS DIGITAL ITAÚNA FANZINE J.A. FONSECA UFOVIA VIA FANZINE

          

Belo Horizonte

 

Região Central:

BOPE executa homem que fez  refém

Assaltante que fez refém na Avenida Paraná é morto pelo Bope*.

 

Homem invade loja de calçados no Centro da capital após assalto e faz cliente refém por mais de uma hora, sob ameaça. Atirador de elite da PM mata suspeito com tiro na cabeça.

  Leia também:

Outros destaques em Via Fanzine

 

O que seria uma perseguição de militares a um assaltante se transformou em numa grande operação policial nesta terça-feira, depois que o criminoso em sua rota de fuga invadiu uma grande loja de calçados, na Avenida Paraná, no Centro de Belo Horizonte, e fez uma cliente refém. Resistente em negociar com os agentes do Batalhão de Operações Especiais(Bope), o homem acabou morto com um tiro na cabeça, disparado por um atirador de elite (sniper), quando se despedia de sua mãe por telefone e com um revolver engatilhado na cabeça da mulher.

 

Foram mais de 1h30 o drama da refém, de 32 anos, que foi à loja comprar presentes para familiares. De acordo com o major Flávio Santiago, chefe da Sala de Imprensa da Polícia Militar (PM), a mulher não se feriu, mas em estado de choque foi socorrida em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS).

 

De acordo com o major, o criminoso, demonstrando-se transtornado, evitou negociar. “Ele efetuou alguns disparos com o negociador ainda tentando fazer contato. Sempre que efetuava disparos, puxava o cão à retaguarda do revólver, apontava para ele, apontava para vítima, sucessivamente. Disse por várias vezes que a intenção era de matá-la e de se matar. O próprio negociador percebe o momento em que ele começa a falar que deveria pedir desculpas à mãe pela burrada que estava fazendo”, contou Santiago, ao relatar os momentos que antecederam a decisão de atirar no homem.

 

“Depois de quase duas horas, com o negociador ratificando que não havia qualquer condição de diálogo, para um indivíduo que se apresentava muito transtornado, a célula de negociação, com o sniper já em andamento, ainda tenta negociar. No momento em que ele liga para a mãe dele e a caracterização, pelo próprio negociador, de que já era um ponto crucial, ele já falava em tom de despedida, muito nervoso aponta o armamento para a vítima. Nesse momento, o sniper, já posicionado e autorizado, efetua um tiro de precisão em favor da vítima, que estava como refém”, completou o oficial.

 

Segundo o aspirante Washington Amaral, da 6ª Cia do 1º Batalhão de PM, antes da invasão da loja, o criminoso, cuja identificação inicial é Paulo Henrique Corrêa, assaltou uma loja expressa na Avenida Augusto de Lima, no Barro Preto, na Região Centro-Sul de BH. “Foi montado um cerco, depois do roubo, e os militares perceberam quando um homem com as mesmas características invadiu a loja de calçados. Quando ele fez uma mulher refém, foi então chamado o Bope”, explicou.

 

MOMENTOS DIFÍCEIS - A vendedora de calçados A.C.J., de 29, contou que estava próximo à cliente, quando o homem a rendeu. De acordo com ela, além da mulher, quatro funcionários da loja ficaram no local, escondidos, aguardando o desfecho. “Poderia ter sido eu, pois estava perto da cliente quando ele a pegou pelo pescoço e colocou a arma em sua cabeça. Foram momentos difíceis”, relembrou. Ela disse ainda que se sentiu aliviada com ação da polícia, já que o homem estava com olhos vermelhos, bastante agitado e atirou em direção ao chão. “Nesse momento, foi muito assustador. Foi foram uma hora e 20 minutos de muita tensão”, concluiu.

 

Devido à operação policial, o quarteirão da Avenida Paraná entre as ruas dos Tamoios e Carijós foi totalmente isolado. Por ser corredor do Move, muitas pessoas que embarcariam nas estações do sistema se concentraram atrás da área de isolamento, já que os coletivos foram desviados. Quando houve o disparo do sniper, e a informação de que ele havia sido morto e a refém liberada, o público no local comemorou, batendo palmas. A refém foi rapidamente levada para uma ambulância, onde recebeu os primeiros cuidados médicos.

 

Os funcionários da loja, que ficaram retidos, foram encaminhados para uma unidade policial para prestar informações na confecção do boletim de ocorrência. Perícia do Instituto Criminalísticas fez os levantamentos no local e no fim da noite o rabecão levou o corpo para o Instituto Médico Legal (IML).

 

* Informações de Landercy Hemerson/Estado de Minas.

   05/06/2018

 

- Foto: Marcos Vieira/EM/DA Press.

 

*  *  *

 

Região metropolitana:

Vereador se entrega à Polícia

Wellington Magalhães é transferido para Nelson Hungria e ocupa cela especial*.

 

O parlamentar estava foragido há uma semana. O político é investigado em 45 inquéritos do Ministério Público, um deles por tráfico de drogas.

  Leia também:

Outros destaques em Via Fanzine

 

O vereador Wellington Magalhães (PSDC) ocupa uma das celas da Penitenciária Máxima Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ele foi transferido para a unidade prisional nesta quarta-feira (25) após se entregar à polícia. O parlamentar estava foragido há uma semana. O político é investigado em 45 inquéritos do Ministério Público, um deles por tráfico de drogas.

 

Conforme a Polícia Civil, Magalhães foi submetido a exames de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML) da capital. Depois, acompanhado do advogado, ele foi transferido para a Nelson Hungria, onde permanece à disposição da Justiça.

 

A Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) informou que Magalhães está em uma cela especial destinada a autoridades políticas e presos com curso superior. O espaço é igual ao destinado aos outros detentos, sendo a única diferença que ele “não irá se misturar com os demais presos”, explicou a Seap.

 

O advogado Leonardo Salles, que representa o parlamentar, não foi encontrado pela reportagem para comentar a prisão. Mas em entrevista à TV Globo, o defensor garantiu que estudará o caso e entrará com habeas corpus em favor de seu cliente. Ele, porém, não informou quando o procedimento será realizado.

 

A Câmara Municipal declarou que ainda não foi oficialmente notificada sobre a prisão. Assim que o Judiciário fizer o comunicado, o mandato de Magalhães deverá ser suspenso em 48 horas. Quem deve assumir o cargo é o suplente Dimas da Ambulância (PTN), que já havia substituído Wellington Magalhães no ano passado, quando a Justiça impôs o afastamento do vereador investigado. Em abril, o vereador do PSDC retomou o posto.

 

O assessor de confiança do parlamentar, Rodrigo Dutra de Oliveira, também se apresentou e está na Nelson Hungria.

 

Entenda

 

Do total de 45 processos em que o vereador é investigado, apenas dois deram origem a pedido de prisão, fruto da operação “Sordium Publicae”, deflagrada na última quarta-feira (18). Conforme o Ministério Público, foram desviados R$ 30 milhões em contratos de publicidade na Câmara enquanto Magalhães esteve à frente da presidência da Casa.

 

Se condenado, Magalhães poderá pegar pena de até 118 anos de reclusão pelos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, contravenção criminosa, peculato, fraude da administração pública e, ainda, corrupção ativa e passiva.

 

 Além de Magalhães, a Justiça autorizou a prisão de oito pessoas, incluindo a esposa de Magalhães, Kelly. Ela chegou a ser presa, mas já deixou a prisão devido a habeas corpus.

 

Ostentação

 

O vereador tinha como fonte de renda declarada, conforme as investigações, o salário na Câmara, de cerca de R$ 16 mil, mas acumulou patrimônio de R$ 4,6 milhões. Entre os bens dele estão uma mansão às margens da Lagoa da Pampulha, orçada em R$ 2,9 milhões, vários carros importados de luxo e imóveis na Região Metropolitana.

 

Entre 2014 e 2016, Magalhães presidiu a Câmara. Nesse período, os investimentos com publicidade saltaram de R$ 10 milhões para R$ 30 milhões.

 

* Informações de Renata Evangelista/Hoje em Dia.

   25/04/2018

 

- Foto: Flávio Tavares/Hoje em Dia.

 

*  *  *

 

Câmara Municipal:

Vereador é investigado pela PC e MP

Wellington Magalhães é alvo de operação do MP e da Polícia Civil que apura desvios de R$ 30 milhões*

 

Wellington Magalhães é suspeito de chefiar uma organização criminosa que fraudava licitações de publicidade da Câmara Municipal de BH.

Leia também:

Outros destaques em Via Fanzine

 

O vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Wellington Magalhães (PSDC) é um dos alvos da 'Operação Sordidum Publicae', desencadeada na manhã desta quarta-feira pela Polícia Civil e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG). São cumpridos oito mandados de prisão preventiva em Belo Horizonte. Policiais estão na mansão do vereador, localizada na orla da Lagoa da Pampulha.

 

Wellington Magalhães é suspeito de chefiar uma organização criminosa que fraudava licitações de publicidade da Câmara Municipal de BH. Conforme o MP, os  prejuízos aos cofres públicos passam de R$ 30 milhões.

 

Além de Magalhães, os outros alvos são a mulher dele, Kelly Magalhães;  Marcio Fagundes, Marcus Vinicius Ribeiro, Rodrigo Dutra de Oliveira, Christiane de Castro Melo Cabral Ribeiro, Frederico Ribeiro Guedes, Paulo Victor Damasceno Ribeiro.

 

Wellington Magalhães é considerado foragido 

 

O vereador e ex-presidente da Câmara de Belo Horizonte Wellington Magalhães (PSDC) é considerado foragido pela Polícia Civil. Ele é um dos principais alvos da operação "Sordidum Publicae" (que em latim significa "político sujo") desencadeada na manhã desta quarta-feira pelo Ministério Público e Polícia Civil. Seis pessoas já foram presas, entre elas a mulher do vereador, Kelly Magalhães.

  

Quatro pessoas foram levadas para a delegacia da Polícia Civil, no bairro Santo Antônio, Região Sul de Belo Horizonte: são o casal da agência de publicidade suspeito de envolvimento no esquema de fraude em licitação e lavagem de dinheiro e outras duas que não tiveram as identificações divulgadas. Vários documentos e computadores foram apreendidos e vão passar por perícia e análise.

 

De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais, o vereador é suspeito de liderar uma organização criminosa que fraudava licitações de publicidade da câmara. Os prejuízos aos cofres públicos, segundo o MPMG, passaram de R$ 30 milhões.

 

* Informações da Rádio Itatiaia  (BH).

   18/04/2018

 

- Imagem: Júnior Moreira/Itatiaia.

*  *  *

 

Ir para a página principal

AEROVIA ARQUEOLOVIA ASTROVIA DORNAS DIGITAL ITAÚNA FANZINE J.A. FONSECA UFOVIA VIA FANZINE

          

© Copyright, Pepe Arte Viva Ltda.

Motigo Webstats - Free web site statistics Personal homepage website counter