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 Futebol - Minas

 

A cara do Galo:

Willy Gonser reaparece no rádio e tevê

Locutor que se aposentou no final de 2009 foi convidado dos

programas 'Bastidores'  e 'Bola na Área' dos Diários Associados.

 

Da Redação*

Via Fanzine

BH-05/11/2011

 

Willy Gonser se afastou do rádio em 2009, mas continua no coração dos torcedores atleticanos.

 

O mais tradicional narrador esportivo de Minas Gerais não é mineiro, mas é atleticano. Ele reapareceu no rádio e na tevê no último fim de semana. Ídolo da torcida atleticana, Willy Gonser, participou do programa 'Bastidores', da Rádio Itatiaia (Diários Associados), com João Vítor Xavier e do 'Bola na Área', com Péricles de Souza, na TV Alterosa (Diários Associados/SBT).

 

Willy Gonser é natural de Curitiba e se aposentou no final de 2009, após cobrir onze Copas do Mundo e inúmeros campeonatos mineiros, brasileiros, libertadores e mundiais de clubes.

 

Ele se iniciou como locutor aos 13 anos, quando trabalhou em carros de propaganda volante anunciando ofertas comerciais. Na época, havia futebol de várzea na cidade. Durante os jogos, Willy  narrava o footing dos jovens dentro do estádio, dedicava músicas e divulgava informações.

 

Willy Gonser  ingressou no rádio em Curitiba onde atuou nas rádios Marumby, Curitibana, Clube e Independência, Gaúcha (Porto Alegre), Continental e Nacional (Rio), Jovem Pan (São Paulo) e desde 1979 está na Rádio Itatiaia de Belo Horizonte. Também trabalhou na TV Paraná, Canal 6, Paranaense, canal 12, Gaúcha de Porto Alegre, canal 12 e TV Horizonte em Belo Horizonte.

 

O locutor oficial do Atlético, narrou gols históricos do Galo que emocionam o torcedor até os dias de hoje.

 

Em ambos os programas o narrador comentou sobe a atual situação do Atlético no Campeonato Brasileiro e recordou passagens marcantes na história alvinegra. Relembrou de conquistas e de situações tristes em que o Atlético foi notoriamente prejudicado pela arbitragem.

 

Inclusive, lembrou de falhas grotescas dos ex-árbitros Márcio Resende Freitas, além do comportamento "comprometedor" de José Roberto Wright (ambos são comentaristas de arbitragem atualmente), que impediram títulos que deveriam ser do Atlético Mineiro.

 

Afastado dos microfones desde 2009, nestas últimas aparições, Gonser foi saudado por uma infinidade de torcedores alvinegros e até por cruzeirenses. Também foi clamada por muitos, o seu retorno aos microfones para participação como comentarista esportiva.

 

Willy Gonser é pai do jornalista e repórter esportivo Guilherme Gonser e foi substituído na Rádio Itatiaia pelo também competente Mário Henrique, o Caixa, que se oficializou a nova voz alvinegra do rádio mineiro.

 

Assim como a torcida do Galo tinha ao seu lado o carismático Gonser para narrar seus gols, a celeste conta com o seu tradicional Alberto Rodrigues, o Vibrante, outro desportista que também acumula uma longa história como narrador esportivo em Minas Gerais.

 

* Com informações e imagem da Rádio Itatiaia (BH).

 

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Cruzeiro:

Uniforme 3 é alusivo ao Palestra Itália

Cruzeiro lança uniforme 3 e resgata história do Clube desde o Palestra Itália.*

 

Cruzeiro verde: geralmente, o uniforme nº 3 traz uma cor diferente das oficiais dos clubes. A camisa branca é de goleiro.

 

O Cruzeiro apresentou, na tarde da quinta-feira, 09/06, no auditório do hotel da Toca da Raposa II, o seu terceiro uniforme de jogo para a temporada 2011. Em seu modelo e nas cores, a camisa faz referência ao primeiro título conquistado pela Raposa, em 1926, quando o time carregava o nome de Palestra Itália, além de homenagear os 150 anos da unificação Itália - Brasil e os 90 anos de existência do Melhor Clube Brasileiro do Século XX.

 

Marcaram presença no evento de lançamento do terceiro uniforme do Cruzeiro a Diretoria Celeste, imprensa e convidados, que conferiram a bela camisa da Raposa.

 

A camisa inovou primeiramente na cor. O verde predominou na camisa de jogo, que tem gola pólo e decote em V, com cordão semelhante ao usado no uniforme da década de 20. Os números são em vermelho, mantendo os tons da bandeira da Itália, calção branco e os meiões também em verde, com listras em vermelho e branco.

 

A camisa de goleiro também mantém o viés histórico dos tempos de Palestra Itália. A camisa leva a cor areia com gola e barra das mangas em verde e detalhe vermelho, também em alusão à bandeira italiana. O calção é verde e os meiões brancos, com listras em verde e vermelho.

 

O escudo utilizado é o mesmo da camisa de 1926, com as siglas P.I. (Palestra Itália). Do lado direito do peito foi incluído, em hotstamping, o selo comemorativo dos 90 anos do Clube estrelado, além das cinco estrelas, colocadas no canto inferior esquerdo da camisa.

 

O Supervisor de Desenvolvimento de Produtos da Vulcabras/Azaléia, que administra a marca Reebok no Brasil, Fabiano Vieira, falou sobre o novo modelo de camisa do clube estrelado.

 

“Essa camisa resgata a tradição do Cruzeiro, que até então era conhecido como Sociedade Esportiva Palestra Itália, então a forma como eles se vestiam, foi traduzido para nossa linguagem atual, sendo fiel ao modelo original. Essa camisa tem muita história, é muito forte, que traz a tona o primeiro título do Clube e achamos que seria muito legal reviver essa história de glórias. É uma peça comemorativa”, disse.

 

O goleiro Fábio e o atacante Montillo apresentaram o uniforme número 3.

 

Fábio e Montillo desfilam com novo uniforme do Cruzeiro

 

Os ídolos celeste, o goleiro Fábio e o meia Montillo foram modelos no lançamento do uniforme número 3 do Cruzeiro, ocorrido nesta quinta-feira, no auditório do hotel da Toca da Raposa II. Os dois craques do Melhor Clube Brasileiro do Século XX desfilaram com a nova camisa da Raposa, que carrega a história de glórias do time cinco estrelas.

 

Além de Fábio e Montillo, o mascote do Cruzeiro, o Raposão desfilou com o novo uniforme e tirou fotos com os convidados. A camisa trouxe inovação sobretudo em suas cores, que fazem alusão à bandeira da Itália e homenageiam o primeiro título conquistado pelo time mineiro, em 1926, quando ainda se chamava Palestra Itália.

 

A China Azul poderá adquirir a camisa somente nas lojas oficiais do Cruzeiro. O uniforme de jogadores de linha já está à venda desde esta quinta-feira, a camisa de goleiro estará à disposição para compra a partir desta sexta-feira.

 

* Informações de Rômulo Fegalli/Cruzeiro Esporte Clube (BH).

 

- Clique aqui para ver outras fotos.

 

- Imagens: Cruzeiro.

 

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Vespasiano:

Emoção na despedida de Tardelli do Atlético

Tardelli chegou ao Atlético no início de 2009, como promessa de

grande contratação e se tornou o último ídolo do Galo.

 

Da Redação*

Via Fanzine

 

Tardelli se despediu de torcedores e atletas na Cidade do Galo.

 

O atacante Diego Tardelli se despediu dos atletas e da torcida atleticana na Cidade do Galo, na manhã, da terça, 15/03. Ele esteve em diversas instalações do C.T. do Atlético, em Vespasiano. Tardelli esteve conversando bastante com o lateral Daniel Carvalho, que atuou por cinco anos na Rússia.

 

Tardelli se emocionou na coletiva à imprensa e com os olhos marejados, afirmou, “Tanto os atletas quanto os torcedores, foi um carinho muito grande que tive por eles. São amizades boas que vou levar comigo pra sempre”.

 

O craque afirmou que somente sairia do Atlético por uma grande oportunidade, e agora ela veio. Tardelli foi contratado pelo Anzhi Makhachkala, da Rússia, mesmo clube dos brasileiros Roberto Carlos e Jucilei, ambos ex-Corinthians. O time mineiro, que tinha 62,5% dos direitos econômicos do atleta, deve receber cinco milhões de euros (cerca de R$ 11,5 milhões) dos russos.

 

Com grandes atacantes no elenco,  Dorival Júnior terá um bom

problema para resolver, após a saída de Tardelli.

 

Tardelli chegou ao Atlético no início de 2009, como promessa de grande contratação. Naquele ano ele foi artilheiro da temporada brasileira em 2009 e terminou a artilharia do brasileiro empatado com Adriano, do Flamengo. O atacante caiu na graça da torcida, se tornou o principal ídolo dos últimos tempos e chegou a servir a seleção brasileira durante o período que atuou pelo Atlético.

 

O atleta disputou 114 partidas, pelo Atlético e assinalou 73 gols. O único título conquistado nestes dois anos pelo Atlético foi de campeão mineiro em 2010. Ainda na despedida, ele comentou sobre um possível retorno no futuro, “Espero voltar [a atuar no Brasil] e se voltar, a opção vai ser o Atlético”.

 

Além de Tardelli, outros dois atletas de peso deixaram o Atlético nos últimos meses: Obina que seguiu para o futebol chinês e Diego Souza que seguiu para o Vasco.

 

* Com informações da TV Alterosa (BH).

- Fotos: C.A. Mineiro (BH).

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