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Antiguidade

 

Livro sagrado:

Antigo trecho bíblico é encontrado

Bíblia com mais de 1500 anos é descoberta e preocupa Vaticano*

 

Páginas escureceram com o tempo, mas podem ser lidas graças às letras douradas.

- Assista reportagem em vídeo sobre essa descoberta (fevereiro/2013).

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- Assista reportagem sobre essa descoberta (fevereiro/2013).

 

Uma bíblia de 1500 anos é mantida no Museu Etnográfico de Ancara, na Turquia, desde o início desse ano. O livro foi encontrado, em 2000, com uma quadrilha que comercializava antiguidades de forma ilegal. Desde sua descoberta, o livro vinha sendo mantido em segredo, guardado em um cofre-forte na cidade de Ancara. Agora, a Turquia resolveu expor o livro ao público.

 

As páginas do livro, do século V ou VI, são de couro tratado e estão escritas em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus. Suas páginas hoje estão negras, por causa da ação do tempo, mas as letras douradas ainda possibilitam sua leitura.

 

As autoridades turcas acreditam que se trata de uma versão autêntica do Evangelho de Barnabé, um discípulo de Jesus que ficou conhecido por suas viagens com o apóstolo Paulo, descritas no Livro de Atos.

 

Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.

 

A foto divulgada da capa mostra apenas inscrições em aramaico e o desenho de uma cruz. A Internacional News Agency, diz que a inscrição na fotografia pode ser facilmente lida por um assírio. Os assírios viviam na região que compreende hoje o território do Iraque, o nordeste da Síria, o noroeste do Irã, e o sudeste da Turquia.

 

A tradução da inscrição inferior, que é o mais visível diz: “Em nome de nosso Senhor, este livro está escrito nas mãos dos monges do mosteiro de alta em Nínive, no ano 1.500 do nosso Senhor”.

 

Especialistas cristãos negam a existência de tal evangelho, que consideram um apócrifo (não inspirado por Deus). A autenticidade do livro precisaria ser provada por autoridades independentes. Porém, alguns especialistas já afirmaram que o Irã está promovendo a descoberta do livro 12 anos depois porque hoje o cristianismo tem se tornado uma ameaça em seu país.

 

O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo, em especial o “Evangelho de Barnabé”, que descreveria Jesus de maneira semelhante à pregada pelo islã.

 

O relatório da Basij Press, que divulgou o material para a imprensa, sugere que a descoberta é tão importante que poderá abalar a política mundial. “A descoberta da Bíblia de Barnabé original irá minar a Igreja Cristã e sua autoridade e vai revolucionar a religião no mundo. O fato mais significativo, porém, é que esta Bíblia previu a vinda do profeta Maomé, mostrando a verdade da religião do Islã”.

 

A Basij afirma que o capítulo 41 do Evangelho diz: “Deus disfarçou-se de Arcanjo Miguel e mandou (Adão e Eva) embora do céu, (e) quando Adão se virou, ele notou que na parte superior da porta de entrada do céu, estava escrito La elah ELA Allah, Mohamadrasool Allah”, significando “Alá é o único Deus e Maomé o seu profeta”.

 

Erick Stakelbeck, apresentador de TV e estudioso de assuntos iranianos, disse ao site WND: “Ao promover a chamada Bíblia de Barnabé, que não é aceita por nenhuma denominação cristã dominante, o regime iraniano tenta mais uma vez desacreditar a fé cristã. O regime iraniano está empenhado em erradicar o cristianismo usando todos os meios necessários. Isso significa a execução de muçulmanos convertidos, queima de Bíblias ou invasão das igrejas subterrâneas”.

 

Evangelho de Barbabé

 

O colapso mundial do cristianismo está programado para acontecer devido a um suposto Evangelho de Barnabé, afirma um jornal iraniano. Mas os cristãos têm rejeitado as alegações, descrevendo-os como “risível”.

 

O texto foi descoberto há 12 anos em operação anti-contrabando na Turquia, e no Irã, notícias vindas de Basij alegam afirmam que Jesus não foi crucificado e que ele não era o Filho de Deus.

 

O documento também afirma que, no texto, o próprio Jesus prediz a vinda de Maomé. O texto foi escrito em siríaco em couro animal, e Basij argumenta que seja do século 5 ou 6. Estudiosos cristãos, no entanto, deixaram de lado o texto, censurando-o como falso e dizendo que o interesse na descoberta foi desencadeado apenas depois de o Vaticano fazer um pedido oficial para revisar o texto em fevereiro passado. Basij também afirma que o capítulo 41 do texto diz que o Islã é a religião final e justa.

 

“A descoberta do original de Barnabé pode minar a Igreja Cristã e sua autoridade e vai revolucionar a religião no mundo”, afirma o relatório.

 

São Barnabé foi um dos primeiros discípulos de Cristo em Jerusalém. Ele esteve ao lado de São Paulo em viagens missionárias e era um líder de destaque nos dias de formação da Igreja. Phil Lawler, editor do Catholic World News e autor de seis livros, descreveu o relatório como um “desafio iraniano risível para o cristianismo”.

 

“Se o documento foi escrito no quinto ou sexto século, não poderia ter sido escrito por alguém que estava viajando com São Paulo a cerca de 400 anos antes”, afirmou Lawler. “Teria sido escrito por alguém que estava se reivindicando para representar São Barnabé? Devemos aceitar essa afirmação? Esta é outra boa pergunta”, disse.

 

Visão Islâmica de Jesus

 

A visão islâmica de Jesus reside entre dois extremos.  Os judeus, que rejeitaram Jesus como um profeta, o chamaram de impostor, enquanto os cristãos, por outro lado, o consideravam como filho de Deus e o adoram como tal.  O Islã considera Jesus um dos maiores, mais pacientes e tolerantes dos profetas, incluindo Noé, Abraão, Moisés e Muhammad, que também exaltaram a Deus. Jesus também é considerado o Messias.  Isso está em conformidade com a visão islâmica da Unicidade de Deus, a Unicidade da orientação Divina, e o papel complementar da missão subsequente dos mensageiros de Deus.

 

* Informações e Imagens de Ateus Brasil.

   04/05/2013

 

- Assista reportagem em vídeo sobre essa descoberta (fevereiro/2013).

 

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