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São José dos Campos:
Em nota, Embraer
confirma acidente na China
Empresa brasileira
informa que já enviou uma equipe técnica ao local.

Uma aeronave Embraer 190 se acidentou no noroeste da China
com 96 pessoas a bordo na terça-feira (24/08), e vitimou 42 pessoas,
conforme foi veiculado pelas agências internacionais.
A aeronave é pertencente à empresa Henan Airlines se
acidentou na aterrissagem, quando não parou e se incendiou rapidamente.
A rede estatal CCTV da China informou que 53 pessoas teriam sido
resgatas com vida e que pelo menos 42 teriam perdido a vida no acidente.
De São José dos Campos, sede da empresa, a Embraer divulgou
uma nota no dia 24/08 em seu site, afirmando sobre o acidente na China.
Diz anota, “A Embraer expressa profundas condolências e
desejo de pronta recuperação a familiares e amigos de pessoas que
perderam a vida ou resultaram feridas no acidente de uma aeronave
EMBRAER 190, no vôo 8387, da Henan Airlines, quando do pouso no
aeroporto de Yichun, na China, hoje, aproximadamente às 22h00 locais”.
A Embraer também informou que já disponibilizou uma equipe
de técnicos enviada ao local, com o intuito de apoiar as autoridades
aeronáuticas chinesas na investigação do acidente.
Pelo fato de a empresa Henan Airlines não ter divulgado
informações sobre o acidente, chegou-se a comentar que a aeronave não
seria de fabricação da empresa brasileira Embraer. No entanto,
informação é confirmada pelo site da empresa.
*
Com informações da Embraer e agências internacionais.
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Foto: Embraer.
- Leia também:
Avião da Embraer se acidenta e mais de 40 morrem
* * *
Bogotá:
Raio derruba avião com 121 a bordo*
Ao menos 4 brasileiros estavam em avião
atingido por raio na Colômbia.

Aeronave da Aires se partiu em três
partes.
Uma mulher morreu, cinco pessoas ficaram gravemente feridas
e mais de cem permanecem hospitalizadas com lesões leves depois de um
avião ter sido atingido por um raio durante o pouso, no aeroporto da
ilha caribenha de San Andrés, no norte da Colômbia.
Além disso, segundo a Assessoria de Imprensa do Itamaraty,
quatro cidadãos brasileiros - dois homens e duas mulheres - estavam no
avião e foram levados para a Clínica Villarreal, na ilha de San Andrés.
Três deles já receberam alta e um continua internado, mas também está
fora de perigo.
O acidente aconteceu à 01h50 local (03h50, no horário de
Brasília), do dia 16/08, quando um Boeing 737-700 da companhia aérea
Aires, que fazia a rota entre Bogotá e San Andrés, com 121 pessoas a
bordo, foi atingido por um raio quando estava pousando, o que partiu o
avião em três partes.
Amar Fernández morreu no acidente, aparentemente por causa
de uma parada cardíaca quando era levada a um centro médico. Outras
cinco pessoas tiveram ferimentos graves, enquanto mais de cem estão
sendo atendidas em dois hospitais da ilha, confirmou à Agência Efe o
diretor de segurança cidadã da Polícia Nacional, general Orlando Páez
Barón.
"A aeronave que cobria o trajeto entre Bogotá e San Andrés
aterrissava no meio de uma intensa tempestade elétrica, quando um
potente raio teria ocasionado seu descontrole na cabeceira da pista",
informou à "Caracol Radio" o coronel Gustavo Barrero, comandante do
Grupo Aéreo do Caribe da Força Aérea Colombiana.
As atividades no aeroporto Gustavo Rojas Pinilla, em San
Andrés, ficarão paralisadas durante todo o dia de hoje, já que as partes
do avião continuam na pista, informou à Efe o diretor de segurança
cidadã da Polícia.
Fontes do aeroporto de El Dorado, de Bogotá, disseram à Efe
que o mais provável é que os voos não sejam retomados até a terça-feira.
Barón informou que "foram habilitados como aeroportos
alternativos o do Panamá e o de Manágua (Nicarágua)", que são países
vizinhos, mas que ficam mais perto da ilha do que a Colômbia.
"Há cinco pessoas (em estado) muito grave que estão sendo
operadas, uma delas com um trauma severo de crânio", disse o general.
De acordo com um comunicado da Armada, "a Força Aérea
disponibilizou um avião King 350 para o transporte de duas mulheres, uma
de 27 e a outra de 56 anos, que serão operadas no Hospital Naval de
Cartagena devido à gravidade de seus ferimentos".
No entanto, uma menor que segue em estado grave não será
transferida "por recomendação medica" e continuará sendo atendida em um
hospital da ilha, acrescentou o comunicado.
Um total de 89 feridos foram levados ao Hospital Amor de
Pátria e outros 35 para a Clínica Villarreal.
O diretor do Hospital Amor de Pátria, doutor Robert
Sánchez, disse à emissora "RCN" que "os pacientes que precisavam de
cirurgia já saíram bem", mas fez referência aos problemas de saúde de
uma menina de 11 anos, que passou por "uma cirurgia no crânio".
Por sua parte, o diretor da Clínica Villarreal, Rafael Dau,
confirmou que a maioria dos pacientes atendidos no centro não apresenta
um estado grave e estão fora de perigo.
O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, lamentou a
morte de uma mulher no acidente e se comunicou pelo telefone com Luis
Carlos Barreto, marido da vítima.
Além disso, "ofereceu o apoio do Governo para enfrentar
esta tragédia familiar" e pediu que as autoridades "prestem o
atendimento oportuno e necessário aos feridos no acidente aéreo".
O ministro de Transporte do país, Germán Cardona, viajou à
ilha e confirmou que o avião da Aires era novo e antes de sair ontem à
noite do aeroporto El Dorado cumpriu com todos os protocolos de
segurança.
"Havia uma situação meteorológica bastante difícil ao
chegar à ilha (...), infelizmente uma pessoa morreu, mas não por causa
do acidente propriamente, mas no transporte para um dos centros
assistenciais" depois de sofrer um ataque cardíaco, afirmou.
Uma comissão da Aeronáutica Civil e da Força Aérea
Colombiana iniciaram imediatamente a investigação do acidente.
*
Informações e imagem da EFE.
* * *
Smolensk/Rússia:
Presidente polonês morre em acidente aéreo*
Total de mortos foi de 96 e inclui
primeira dama e autoridades polonesas.

Trágico acidente de avião polonês na
Rússia.
O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, o presidente do
banco central e o comandante militar do país morreram neste sábado,
quando o avião em que estavam caiu em meio a uma densa neblina quando se
aproximava de um aeroporto na Rússia.
O acidente vitimou, ao todo, 96 pessoas. Não há
sobreviventes.
A morte de Kaczynski, que ao lado de seu irmão era uma
força dominante da política polonesa, traz incerteza política. A eleição
presidencial, marcada para outubro, agora precisa ser feita dentro de
dois meses, segundo a Constituição.
A primeira-dama e muitos outros funcionários de alto
escalão do governo também estavam a bordo do antigo Tupolev Tu-154 que
caiu em uma floresta a cerca de dois quilômetros do aeroporto da cidade
russa de Smolensk.
É possível que o acidente tenha sido causado por erro do
piloto, disse Andrei Yevseyenkov, porta-voz do governo local de Smolensk.
Oficiais locais disseram que o avião atingiu o topo de árvores durante a
queda.
"As consequências políticas serão duradouras, e isso
possivelmente vai mudar todo o cenário futuro da política polonesa",
disse Jacek Wasilewski, professor da Escola Superior de Psicologia
Social, em Varsóvia.
Kaczynski, de 59 anos, foi aliado do líder do partido
Solidariedade, Lech Walesa, e junto com seu irmão fundou o partido Lei e
Justiça, de direita. Ele deixou o partido quando se tornou presidente em
2005, mas continuou a apoiá-lo.
Uma fonte do partido disse que o irmão gêmeo do presidente,
Jaroslaw Kaczynski, não estava a bordo do avião.
Embora o cargo do presidente seja fundamentalmente
simbólico, ele pode vetar leis. Lech Kaczynski enfureceu o governo do
primeiro-ministro Donald Tusk muitas vezes ao bloquear projetos de leis,
como o que reformava o sistema de saúde do país.
O presidente da câmara baixa do Parlamento, Bronislaw
Komorowski, foi nomeado presidente em exercício, como prevê a
Constituição. Komorowski também é o candidato presidencial de Tusk pelo
partido Plataforma Cívica, de centro.
No avião, que pertencia ao governo polonês e tinha cerca de
20 anos, estava uma delegação de 88 pessoas que viajava para um evento
em memória dos assassinatos em massa na cidade de Katyn, sob as ordens
do líder soviético Josef Stálin, em 1940.
Entre as vítimas da queda estavam a primeira-dama Maria, o
presidente do banco central, Slawomir Skrzypek, no cargo desde 2007, o
comandante militar Franciszek Gagor, e o vice-ministro do Exterior,
Andrzej Kremer.

Lech
Kaczynski
Tusk classifica acidente aéreo como "drama nunca visto no mundo"
Em Varsóvia, o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, se
referiu ao acidente aéreo ocorrido hoje na Rússia, no qual morreu o
presidente do país, Lech Kaczynski, como uma tragédia jamais vista no
mundo, na qual morreram os responsáveis pelas mais importantes
instituições polonesas.
"Um drama como este nunca se viu no mundo moderno",
lamentou Tusk, quem anunciou seu deslocamento imediato para Smolensk
(Rússia), local do acidente, onde deve se encontrar com o colega russo,
Vladimir Putin.
"Morreram os chefes das instituições estatais mais
importantes, parlamentares, membros da tripulação, sacerdotes,
comandantes das Forças Armadas, o vice-presidente do Parlamento e
líderes de partidos políticos", acrescentou.
Tusk também transmitiu seus pêsames às famílias dos mortos,
"nossos amigos e conhecidos", disse.
Desde que a notícia começou a ser divulgada no país,
centenas de poloneses chegam a todo instante ao palácio presidencial
para depositar flores, acender velas e assinar o livro de condolências.
A morte de Kaczynski, com a queda do avião presidencial
nesta manhã no aeroporto russo de Smolensk, sacudiu à Polônia.
Em seguida ao acidente, o primeiro-ministro Tusk convocava
urgentemente o Governo e decretava uma semana de luto oficial.
Kaczynski, de 60 anos e presidente polonês desde 2005,
faleceu como os demais ocupantes do avião presidencial que caiu ao se
aproximar do aeroporto russo.
O presidente viajava acompanhado da mulher, Maria, e de uma
delegação formada por altos representantes, que seguiam para assistir
aos atos em memória dos soldados poloneses assassinados, por ordem de
Stalin, pelos serviços secretos soviéticos, em Katyn, em 1940.
*
Informações e imagens: agências Reuters e EFE.
* * *
Voo 447:
Airbus é acionada por parentes de vítimas
Parentes de vítimas do voo da Air France
entram com ação nos EUA.*
Parentes dos passageiros mortos no acidente do ano passado
com um avião da Air France na costa do Brasil entraram com cerca de duas
dezenas de ações judiciais por morte acidental em Miami contra a Airbus,
alegando que a fabricante da aeronave A330 caiu devido a falhas no avião
e de componentes fabricados nos Estados Unidos.
A Airbus, unidade da Companhia Europeia de Defesa
Aeronáutica e Espacial, classificou as ações como sem fundamento.
"Não acreditamos que elas estejam bem fundamentadas", disse
o porta-voz da Airbus Americas, Clay McConnell. "Agiremos para que elas
sejam indeferidas."
Os processos foram abertos numa corte distrital dos Estados
Unidos pelas famílias dos passageiros a bordo do voo 447 da Air France,
que caiu no Oceano Atlântico em 1 de junho de 2009, cerca de 3 horas e
meia depois de decolar do Rio de Janeiro.
A aeronave que iria para Paris, na França, caiu no mar a
1.088 quilômetros da costa brasileira durante uma tempestade, matando
todas as 228 pessoas a bordo.
A agência de investigação de acidentes aéreos da França (BEA,
na sigla em francês) conduz um inquérito sobre o acidente, mas ainda não
esclareceu qual foi a causa do desastre.
Na semana passada, a agência retomou as buscas pelas
caixas-pretas do avião, que se acredita que estejam a uma profundidade
de 4 mil metros no Atlântico perto da costa do nordeste brasileiro.
Um escritório de advocacia de Miami chamado Podhurst Orseck
abriu 23 ações judiciais por morte acidental na Flórida em nome das
famílias dos passageiros e espera abrir outros 10 nas próximas semanas,
disse o advogado do escritório Steve Marks.
As ações idênticas alegam que o avião caiu porque defeitos
de design e fabricação teriam deixado os pilotos sem dados precisos para
manter altitude e velocidade de voo.
As especulações sobre a causa do acidente durante a
tempestade concentram-se no possível congelamento dos sensores de
velocidade da aeronave, que aparentemente deram leituras inconsistentes
e podem ter afetado outros sistemas.
As ações afirmam que o radar meteorológico, o detector de
gelo e o anemômetro forneceram informações erradas, enquanto outro
equipamento apresentou falha e os motores não tiveram força o suficiente
para fazer a aeronave se recuperar de uma perda na velocidade.
Entre os acusados estão a Airbus e o Thales Group, da
França, e suas subsidiárias norte-americanas. Também estão citadas as
companhias norte-americanas Honeywell International Inc, Motorola Inc,
Intel Corp, Rockwell Collins, Hamilton Sundstrand Corp, General Electric,
Goodrich Corp, Rosemount Aerospace, Dupont Co, Judd Wire Co e Raychem Co.
Marks, o advogado dos reclamantes em Miami, afirmou que as
ações são da alçada das cortes norte-americanas porque as companhias ou
têm sede ou operam nos Estados Unidos.
"Como muitas empresas norte-americanas são fabricantes de
componentes, o sistema jurídico dos Estados Unidos tem um interesse
singular em garantir que os céus estejam seguros", afirmou Marks.
O desastre foi o primeiro acidente fatal envolvendo um A330
em operação, que voou pela primeira vez em 1992, afirmou o porta-voz da
Airbus McConnell, acrescentando que 667 aeronaves desse modelo estão
atualmente em atividade.
Sete pessoas morreram durante um voo de teste de 1994 em
Toulouse, na França, num acidente atribuído a erro do piloto.
A Air France não é citada nos processos, porque leis e
tratados diferentes governam a imputabilidade da companhia aérea,
afirmou Marks.
O governo brasileiro formou um comitê de compensação com as
seguradoras da Air France e as famílias das vítimas para determinar o
valor do pagamento às famílias.
Neste mês, uma seguradora da Air France, a Axa, anunciou
que iria recorrer da decisão de um tribunal brasileiro para que a
companhia aérea pagasse 1,16 milhão de dólares de indenização para uma
família de vítima. A seguradora disse então que não aceitava a decisão
como precedente, porque a indenização deveria ser decidida pelo comitê.
*
Reportagem de Jane Sutton, para a Reuters.
* * *
Belo Horizonte:
Bimotor cai na
Serra do Curral
Um vizinho do local
contou que escutou o barulho de uma
aeronave voando em
baixa altitude, seguido de um estrondo.
Da
Redação*
Via Fanzine
Um avião bimotor caiu na Serra do Curral, na Zona Sul de
Belo Horizonte. A aeronave caiu numa área de difícil acesso num terreno
de uma mineradora em Nova Lima.
Um helicóptero do Corpo de Bombeiros e várias viaturas da
PM fizeram busca no local e encontraram a aeronave. Trata-se de um
bimotor Cesna 310, que decolou do Aeroporto da Pampulha às 6h30 com
destino a Leopoldina, na Zona da Mata mineira.
A queda ocorreu por volta das 8h30 quando regressava a Belo
Horizonte. O Cesna estava sendo guiado por instrumentos devido a baixa
visibilidade por causa da neblina.
Um vizinho do local contou que escutou o barulho de uma
aeronave voando em baixa altitude, seguido de um estrondo.
Foram encontrados dois corpos no local, um deles, de Rafael
Pascoal Sales, de 27anos, que era piloto do presidente do Cruzeiro, Zezé
Perrella e seu pai, Tanus Sales. A imprensa não teve acesso ao local.
*
Com informações da Rede Minas (BH).
* * *
França:
Encontrado corpo de piloto do Rafale
acidentado
A França informa que encontrou o corpo de
piloto desaparecido após acidente com Rafale.*
O corpo do capitão-de-fragata Francois Duflot, piloto de um
dos dois caças Rafale desaparecidos em 24 de setembro após uma colisão
das duas aeronaves sobre o Mar Mediterrâneo, foi localizado na madrugada
desta quinta-feira, anunciou a Marinha francesa.
"O corpo de Duflot foi encontrado a bordo do aparelho, 35
km ao leste do Cabo Bear, na costa de Perpiñán" (sudoeste da França),
afirma uma nota da Marinha.
"O avião, localizado pela Célula de Mergulho Humano e de
Intervenção Submarina (CEPHISMER) da Marinha, está a 700 metros de
profundidade sobre um terreno frágil", completa o comunicado.
Duflot desapareceu em 24 de setembro depois que o Rafale em
que voava colidiu no ar com outro caça similar, quando retornavam para o
porta-aviões "Charles de Gaulle" ao fim de um treinamento.
O acidente, que segundo o ministro francês da Defesa, Hervé
Morin, a princípio não tem relação com o caça, aconteceu no momento em
que Brasil e França negociam a venda de 36 Rafale à Brasília por sete
bilhões de dólares.
O Comando da Aeronáutica brasileira pediu à autoridades
francesas acesso às investigações.
O outro piloto envolvido, Yann Beaufils, conseguiu se
ejetar e foi rapidamente localizado.
*
Informações da AFP.
* * *
Acidente:
Caças franceses Rafale caem no Mar
Mediterrâneo*
Construído pela
Dassault Aviation, o Rafale, que custa 50 milhões de euros, começou a
ser produzido em 1998.

O
Rafale é o caça multifuncional que
está sendo
contado para aquisição pela FAB.
Dois caças franceses de combate Rafale caíram no Mar
Mediterrâneo perto da costa da França e um piloto foi resgatado,
informou a Marinha francesa. O acidente acontece no momento em que a
França negocia a venda de 36 caças Rafale ao Brasil.
"Grandes recursos de terra e mar foram deslocados
imediatamente ao local para encontrar os pilotos e um foi resgatado",
disse um comunicado da Marinha, acrescentando que as buscas pelo segundo
piloto continuam.
A causa do acidente é desconhecida. "Quando dois aviões
caem no mar ao mesmo tempo, podemos supor que eles se tocaram", declarou
uma fonte militar francesa ao jornal "Le Monde", que destaca a notícia
na manchete do seu website.
O acidente aconteceu às 18h locais (13 horas de Brasília) a
cerca de 30 quilômetros ao leste de Perpignan, durante um voo de testes
no qual, ambos os aviões tomavam parte, disse o comunicado. Os aviões
decolaram do porta-aviões Charles de Gaulle.
Construído pela Dassault Aviation, o Rafale, que custa 50
milhões de euros, começou a ser produzido em 1998. A França planeja ter
uma frota de 294 Rafale, incluídos 60 na marinha. Atualmente, foram
entregues 80 à Força Aérea e à Marinha. O Brasil, se comprar os 36
Rafale, num contrato estimado em vários bilhões de dólares, se tornará o
primeiro cliente estrangeiro do caça.
O Rafale é capaz de atingir a velocidade Mach 1.8 - dois
mil quilômetros por hora, ou quase duas vezes a velocidade do som - e
foi desenhado para combates aéreos, voos de reconhecimento e missões de
bombardeio nuclear.
A Força Aérea da França usa o Rafale em missões regulares
no Afeganistão, onde o avião realiza bombardeios com bombas americanas
guiadas a laser de 250 quilos, em apoio a missões terrestres da
Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
* As informações são da Agência Estado/Dow
Jones.
- Foto: Divulgação.
* * *
Teerã:
Avião iraniano cai
com 168 pessoas a bordo*
O avião pertencia à
companhia iraniana Caspian Airlines e seguia de Teerã para a capital da
Armênia, Yerevan.

Um avião comercial da companhia iraniana Caspian Airlines,
com 168 pessoas a bordo, caiu nesta quarta-feira (15/07) na região norte
do Irã e ao que tudo indica não há sobreviventes, informa a imprensa de
Teerã.
A aeronave, um modelo Tupolev de fabricação russa, caiu às
11h33 locais (4h03 de Brasília). Segundo a agência oficial IRNA, o avião
decolou do aeroporto internacional Imã Khomeiny de Teerã e caiu 16
minutos depois, perto de Janat Abad, na província de Qazvin.
O avião pertencia à companhia iraniana Caspian Airlines e
seguia de Teerã para a capital da Armênia, Yerevan. "O avião ficou
completamente destruído e em pedaços", declarou o coronel Massud Jafari
Nassab, chefe de polícia da província de Qazvin. "Todas as pessoas que
estavam a bordo provavelmente morreram", completou.
Segundo o site do canal de TV estatal iraniano, 168 pessoas
estavam a bordo da aeronave. Mais cedo o canal em inglês Press TV
informara 150 pessoas a bordo.
Nos últimos 10 anos, o Irã registrou várias tragédias
aéreas.
* Informações da
AFP.
- Imagem: Press TV
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