Os UFOs e seus PERIFÉRICOS

 

 

livro de Pepe Chaves

 

Introdução:

 

Ousar escrever sobre assuntos da Ufologia e querer mostrar, contudo, algo de novo que venha somar aos arsenais dos estudos paracientíficos no que se refere à pesquisa, ao registro de incidências, catalogação de casos, com isenção e seriedade buscando imparciais discernimentos dos fenômenos dessa natureza é um dos maiores desafios que qualquer um poderia enfrentar.

 

Por ser uma “ciência pagã”, ou uma “pseudo-ciência”, ou mesmo por nunca ter sido de fato, uma ciência convencional, aquilo a que chamamos de Ufologia, em todo o mundo, deixa margem para ações das mais variadas possíveis. Desde as verdadeiras e originais, até aquelas ocorrências forjadas, sujas e implantadas por algum motivo.

 

Por se tratar de um “campo minado”, as pessoas que pesquisam seriamente tais assuntos devem proceder, por obrigação, da forma mais transparente possível e com total desprendimento para que não se altere a realidade que implica diretamente na qualidade daquilo o que se queira apresentar. Desde há milênios de anos a humanidade espalhada por todos os continentes da Terra percebera a presença dos chamados Discos Voadores, supostas máquinas voadoras inexplicáveis, executoras de manobras, comportamentos e ações insólitas. Há quase 60 anos foi instituída extra-oficialmente – no formato de até então – a chamada Ufologia, que viria propor o estudos dos Objetos Voadores Não identificados, do inglês, UFO. A Ufologia fora acesa com o incidente protagonizado pelo piloto Mantell e aquecida com o fogo de Roswell, ambos os casos ocorridos nos Estados Unidos da América do Norte. Através destas polêmicas ocorrências foi desencadeada uma gama de dezenas de outros relatos envolvendo avistamentos, quedas de objetos, abdução e contatos com seres alienígenas por todo o mundo.

 

O inexplicável sentimento de estarmos sendo observados, ou mais que isso, de estarmos sendo usados de alguma forma, sem ao menos saber de onde viemos e para onde vamos, é frustrante para qualquer ser humano consciente. Na busca destas respostas e também de outras questões foi que propus a vislumbrar de uma forma não convencional os cernes dessa questão.

 

'Os aspectos pessoais devem ser respeitados e as testemunhas poupadas de provas de ferro

quente onde procuram lhes colocar em suas bocas versões pré-estabelecidas ou inventadas'

 

Temos afirmado em alguns de nossos trabalhos publicados pela mídia especializada sobre a relevância e o respeito pela individualidade das testemunhas. Cada pessoa é um ser humano único e “incopiável”, dona de seus atos, desejos e versões de tudo aquilo o que vê, que sente e constata. Sendo assim, as observações de pessoa para pessoa podem sofrer diversas alterações de acordo com a vivência – logo, discernimento – de cada uma das testemunhas envolvidas num mesmo avistamento fenomenal. Os aspectos pessoais devem ser respeitados e as testemunhas poupadas de provas de ferro quente onde procuram lhes colocar em suas bocas versões pré-estabelecidas ou inventadas.

 

Essa questão de unicidade nos avistamentos é que vem propiciar que áreas da psicologia, da parapsicologia, da hipnose, da biologia e de outras ciências convencionais venham criar um estreitamento com os estudos da Ufologia e tratar de abordá-la de forma como nunca antes fora abordada. O bom discernimento dos acontecimentos de natureza ufológica podem trazer, em verdade, grandes surpresas dependendo da interpretação que formos capazes de dar aos fatos de tal natureza.

 

Pelos já bons anos a que estamos mergulhados na Ufologia, podemos afirmar que após cada giro da Terra em torno do sol, as mudanças positivas e os novos discernimentos e esclarecimentos acerca do fenômeno UFO ou OVNI vêm obtendo substanciosos progressos. E isso, não somente no meio daqueles que os estudam, mas também perante grandes fatias do público leigo que, por um motivo ou outro, acabam por buscar também, nestes campos, as principais razões de suas vidas.

Ao nosso ver, todas as fontes d’água, regatos, ribeirões, rios e mares dos saberes humanos, vêm desaguar naquilo a que hoje chamamos de Ufologia, que não se restringe mais somente ao estudo dos UFOs, mas a diversas gamas de fatores alheios aos objetos voadores. Entender isso, que a Ufologia não é mais feita somente de discos voadores e ETs, já é um grande progresso.

 

O desejo maior de saber, de buscar, se nutrir de informações e desenvolver pesquisas sérias, tem movido cada vez mais pessoas em todo o Brasil e em diversos países do mundo.  E vale destacar que tais ações são feitas, na maiorias das vezes, com distinto desprendimento sem se visar lucros financeiros em primeiro plano, mas sim, lucros ideológicos, esclarecedores e comuns.

 

'Falar de Ufologia e dos assuntos inerentes a ela, não se trata de

nenhum trabalho de ficção, mas sim de uma pura realidade'

 

Desde minha infância tive uma ligação bastante estreita com os terrenos da Ufologia, da ficção, dos diversos heróis fulgurantes entre discos voadores do modelo esporte. Porém, a Ufologia não entrou na minha vida como uma ficção, ela entrou como uma forte realidade, pois que aos 5 anos de idade, conforme reportado pela mídia mineira à época, pude estar entre as diversas testemunhas que contemplaram a barriga branca de uma nave fora do convencional, de base reta e frente ovalada, rasgar  lentamente o céu estrelado de Itaúna, sobre a minha cabeça... Entretanto, a Ufologia entrou em definitivo para a minha vida, quando em 1996 presenciei de perto as evoluções de um pequeno objeto, que hoje entendo como um periférico que deve ter partido de um objeto maior, fato que narro com detalhes ao longo dessas páginas.

 

Destarte, falar de Ufologia e dos assuntos inerentes a ela, não se trata de nenhum trabalho de ficção, mas sim de uma pura realidade. Para mim, militar na Ufologia não é cogitar hipóteses, para somente nelas se ficar. Não é somente filosofar, mas sair a campo quando preciso e estar aberto e antenado às novas idéias e concepções. É propor, é sugerir, é cobrar e fazer acontecer o que ninguém ainda havia feito ou ousado expor, até então. Este é o verdadeiro papel de todos que se metem a fazer Ufologia: fazer o que não foi feito e propor. O que foi feito já está eternizado, não precisamos mais remoer as antigas teorias e concepções; precisamos de mais que isso, precisamos apresentar novidades e propostas de interpretações a estas e às inúmeras outras que nascem a cada minuto.

 

A boa Ufologia é aquela que soma, que nutre e informa. Quem a procura é aquele sujeito desprendido, despretencioso, sem senso de egoísmo e que tem por meta maior, vir somar ao que já é fato. A boa Ufologia é aquela que intercambia informações, que cria amizade entre pesquisadores e que circula com desprendimento, em parceria, com boa vontade por parte daqueles que a produzem. Não adianta querermos produzir Ufologia de forma comercial, oficial ou acadêmica, a exemplo das demais ciências convencionais, pois a Ufologia nunca foi e nem será um produto comercializável. De fato, buscamos novidades, buscamos registrar graficamente e digitalmente ao longo da História, nossos pedaços de novidades que apresentamos a tudo aquilo o que já sabemos e que já consta dos “arquivos humanos”.

 

Em nossa concepção os UFOs e seus periféricos sempre estiveram presentes nas plagas terrestres, possivelmente, antes mesmo deste planeta se formar, visto que em outras regiões do Cosmos a vida já devia – certamente - palpitar há diversos milênios antes que a natureza cósmica viesse a compor o nosso pequeno e ainda jovem sistema solar.

 

'Saber as fontes e a natureza de tais aparatos é das mais árduas tarefas a que

se podem submeter os parcos pesquisadores de tais assuntos em todo o mundo'

 

Desde minha infância, ouço casos sedutores envolvendo a chamada “Mãe do Ouro”, uma espécie de bola de fogo ou de luz, fartamente avistada nos sertões do Brasil. No interior dos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, sobretudo, a presença desses fenômenos luminosos é corriqueiramente associada às ações de espíritos vagantes, das almas penadas e dos mortos que necessitam de orações. No entanto, a lenda que prevalece sobre a Mãe do Ouro na maioria dos municípios do interior mineiro (fortemente nas áreas rurais destes) garante que a luz dourada vagante seria uma guardiã das jazidas do nobre mineral que lhe nomeia. Para a maioria dos sertanistas mineiros, quem vê uma Mãe do Ouro, pode estar perto de encontrar uma grande riqueza enterrada, como de fato, chegaram a cavar a terra alguns deles – como veremos neste trabalho -, à procura do sedutor metal.

 

Contudo, após pesquisarmos centenas de relatos de casos envolvendo luzes vagantes na região Centro-Oeste de Minas Gerais, no interior do Brasil, não estamos convencidos de que estes artefatos luminosos sejam mesmo os guardiões das riquezas auríferas contidas nos sub-solos dessas regiões. Ainda se assim o fosse, seria tal “luz” uma incógnita, haja vista que não se saberia explicar cientificamente a natureza e a procedência desde “objeto” comprovadamente real.

 

Como já insinuamos acima, estamos convencidos de que há possibilidades de que tais objetos luminosos possam se tratar, de fato, de periféricos “inteligentes” de monitoração, inseridos em determinados ambientes, em detrimento do tipo de pesquisa que se deseja realizar o seu inventor. Saber as fontes e a natureza de tais aparatos é das mais árduas tarefas a que se podem submeter os parcos pesquisadores de tais assuntos em todo o mundo. Nossas suposições da natureza extra-Terra de tais objetos são bastante flutuantes, visto as “brechas” e “atalhos” descobertos na tridimensionalidade, além dos registros remotos desses aparatos. As novas possibilidades abertas pela mecânica quântica vêm se somar e nos fazer refletir por outros prismas, os velhos ensinamentos e mensagens deixadas nos livros sagrados de alguns credos religiosos e antigas ordens milenares da Terra.

 

Assim, galgando sob estas nossas “impressões sugestivas” (mas não sugestionadas) é que procuramos colocar ao longo deste trabalho, um pouco da nossa experiência com o reservado assunto, o qual, até então, somente as lendas ousaram abordá-lo deixando à margem do entendimento racional toda e qualquer explicação científica justificável.

 

Este modesto trabalho é dedicado a cada pessoa que veio a doar de si ao estudo ufológico. A cada pessoa de qualquer parte do mundo que um dia teve coragem de escrever algo de novo, de propor, relatar e buscar discernir as velhas questões à luz das novas razões, nessa “terra de ninguém”, que sempre foi a Ufologia. Dedico o fruto destes estudos a cada cidadão ou cidadã, conhecido ou desconhecido desse autor, que gastou um dia ou alguns minutos - parte do seu tempo vital - em prol de tentar conscientizar a coletividade de sua experiência pessoal, e assim procurar resgatar a verdadeira realidade planetária e a importância cósmica de cada indivíduo no contexto existencial – daí, ousar compreender àquilo o que a ciência convencional ainda não pôde ou foi capaz (por algum motivo) de nos explicar.  

 

Os UFO’s e seus PERIFÉRICOS - registros, reflexões & hipóteses - no prelo

 

Autor: Pepe Chaves, jornalista e pesquisador.

 

Produção: Pepe Arte Viva Ltda. – Itaúna – MG – Brasil, 2006.

 

Capa: Desenho eletrônico de Pepe Chaves sobre “Paisagem Mineira”, aquarela de Gláucio Bustamante.

 

 

Conteúdo: Primeiro livro brasileiro especializado exclusivamente na abordagem racional da Mãe do Ouro, das Sondas, Bolas de Luz e demais fenômenos anômalos envolvendo objetos desconhecidos de pequenas dimensões que atuam como periféricos de Objetos Voadores Não identificados maiores.

 

à Encomendas:  pepechaves@yahoo.com.br

 

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de Pepe Chaves

 

 

 

  UFOVIA - ANO 5 

   Via Fanzine   

 

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